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Ataques a Bruna Karla são uma prova de que o ativismo LGBT quer censurar a Igreja

today20 de junho de 2022 13

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Marisa Lobo
20/06/2022 14h38

Cantora Bruna Karla assume a curadoria do gospel na Deezer Foto: Divulgação

Há mais de 20 anos, quando eu e outros ativistas cristãos criticávamos o ativismo LGBT, alertando a Igreja sobre as verdadeiras intenções por trás do movimento, éramos vistos como radicais, exagerados e até intolerantes, muitas vezes por parte de lideranças cristãs que, naquela época, preferiram a omissão.

Hoje, o número de casos nos quais o ativismo LGBT aparece intimidando, ameaçando e querendo punir pastores e padres pela pregação das verdades bíblicas sobre o comportamento homossexual e outros, é escandaloso.

Em agosto do ano passado, por exemplo, só para citar um dos mais famosos, o pastor Jorge Linhares precisou prestar esclarecimentos ao Ministério Público de Minas Gerais, após ser acusado de propagar “discurso de ódio”. Simplesmente porque ele disse que “homem é homem, mulher é mulher, menino é menino, menina é menina”.

Na última semana, vimos que a cantora Bruna Karla passou a ser acusada de “homofobia” e “preconceito”, apenas porque afirmou o que a Bíblia ensina sobre a prática homossexual, se recusando a cantar em uma união homoafetiva. Aqui está um trecho do que a cantora afirmou: “O dia que eu aceitar cantar em um casamento [de um homem] com outro homem, eu posso parar de cantar sobre a Bíblia e sobre Jesus.”



NUNCA FOI POR RESPEITO


A grande mentira do ativismo LGBT, que há anos tentamos fazer a sociedade enxergar, especialmente a Igreja, é de que a luta do movimento seria por respeito às diferenças. Ledo engano! A intenção sempre foi a desconstrução da cultura heteronormativa, e com ela todos os valores que a representa.

Para isso, eliminar o discurso contrário à prática homossexual é uma necessidade, e isso também envolve o que é fruto das doutrinas religiosas, sendo a cristã o grande alvo, já que a Palavra de Deus é clara ao condenar o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo.

Tachar o posicionamento de Bruna Karla como “preconceito”, portanto, é nada mais do que uma forma de enviar mais um recado aos pastores e padres que pregam, nos púlpitos, as verdades bíblicas sobre família e vida sexual.

O objetivo do ativismo LGBT, nesSe sentido, foi tão bem-sucedido, que já temos várias igrejas ditas “inclusivas” e até pastores renomados, outrora vistos como referências no meio teológico, defendendo uma “revisão” da Bíblia Sagrada, a fim de acolher os ideais progressistas.

Se nós, como cristãos fiéis à “sã doutrina dos apóstolos” (Tito 2:1), não nos levantarmos agora contra essa militância agressiva que visa impor goela abaixo da sociedade a sua visão de mundo, veremos amanhã pastores sendo arrancados dos púlpitos para ir responder criminalmente nas delegacias.

O respeito às diferenças deve existir, sempre, mas também a liberdade religiosa, inclusive de convicção filosófica e de conhecimento científico. Ou seja, não é preciso ser religioso para assumir uma posição contra o ativismo LGBT.

Contudo, como cristãos, temos pleno direito de pregar e defender a posição bíblica sobre vida sexual, que aos olhos do Deus judaico-cristão está restrita apenas ao relacionamento entre homem e mulher. Essa é a nossa fé, e dela não abriremos mão.

Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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Por: Marisa Lobo

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