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Esposa conta à polícia que mandou matar empresário porque sofria violências física, psicológica e sexual no litoral de SP

today14 de novembro de 2023 2

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O caso aconteceu no dia 16 de setembro. O empresário havia acabado de fechar a adega que administrava na Avenida Guilhermina e, enquanto se preparava para dar uma carona a um casal de amigos , foi baleado com três tiros no tórax. O Samu socorreu Rocha e o levou ao hospital, onde chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

No segundo depoimento à polícia, conforme o delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Praia Grande (SP), Marco Perez, informou à reportagem, a mulher disse que era vítima de violência física, psicológica e sexual. Ela acrescentou que o empresário era usuário de drogas e as agressões eram intensificadas quando o homem estava no efeito dos entorpecentes.

“Ela confirmou que é a mandante do crime e fez isso para se livrar das agressões dele, descartando a intenção de ficar com o dinheiro do seguro. Tanto é que ela não tinha nem dado entrada no seguro ainda”, explicou o delegado.



Empresário conseguiu sair do carro, foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos — Foto: Reprodução

De acordo com a Polícia Civil, os agentes da DIG de Praia Grande (SP) identificaram o motorista da fuga. No dia 26 de outubro, eles foram até a casa do homem em Jundiaí (SP) e o encontraram com uma pistola calibre 9mm carregada com 15 cartuchos.

O motorista disse aos policiais que foi a Praia Grande (SP) junto com Renan, responsável pelos disparos, mediante pagamento da esposa do empresário. Na ocasião, ele foi preso em flagrante por porte de arma, já que ainda não havia sido decretada a prisão temporária pelo assassinato.

O homem foi solto após a audiência de custódia. Com a prisão temporária decretada, ele é considerado procurado pela Justiça. O delegado afirmou ao g1 que espera que o motorista se entregue ou seja preso.

Testemunhas disseram que atirador falou ‘toma’ ao disparar e depois correu para entrar no veículo de fuga — Foto: Reprodução

Além do pedido da prisão temporária por participar do assassinato do empresário, conforme apurado pela reportagem, havia outro mandado contra Renan por porte ilegal de arma e adulteração da placa de um veículo.

“O investimento em mecanismos de segurança por parte do município com a colocação das câmeras e os cidadãos que se dispuseram a entregar as imagens de seus imóveis nos auxiliaram bastante na identificação [dos envolvidos]”, explicou o delegado.

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Por: G1

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