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Mulher dada como desaparecida é encontrada em praia de SP após ser sequestrada e dopada na Capital

Escrito por em 15 de maio de 2021

Vítima foi encontrada deitada na areia de uma praia de Mongaguá por agentes da Guarda Civil Municipal.

Jovem foi deixada na faixa de areia de praia em Mongaguá, SP — Foto: Reprodução/Arquivo

Uma mulher dada como desaparecida foi encontrada em Mongaguá, no litoral de São Paulo, após ser sequestrada e dopada na capital paulista. A mulher foi achada deitada na faixa de areia de uma praia por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM). Familiares chegaram a receber mensagens do celular da própria vítima informando que ela estaria morta. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Segundo o boletim de ocorrência do caso, o crime aconteceu na última quinta-feira (13). Guardas municipais foram informados por funcionários de um restaurante localizado na Avenida Governador Mario Covas Junior de que havia uma mulher deitada na areia há horas. A mulher foi encaminhada à prefeitura e deixada na base da GCM.

Segundo a Guarda Municipal, ela estava confusa e com fome, e os agentes providenciaram banho e uma refeição. Depois disso, ela explicou que estava no Distrito de São Mateus, na Capital, quando foi abordada enquanto voltava do trabalho, por um homem que desceu de um veículo pedindo informações sobre uma rua. Ao informar que não sabia, ele se aproximou colocando um pano na boca da vítima com alguma substância, momento em que ficou desacordada.

Caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher de Mongaguá, SP — Foto: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá

Ela revelou às autoridades que ficou inconsciente até ser acordada por pessoas na praia, já em Mongaguá. Apesar de não se lembrar do que ocorreu, ela havia sido dada como desaparecida, e familiares registraram um boletim de ocorrência para relatar o caso. Neste período, o irmão da mulher chegou a receber mensagens do celular da própria vítima dizendo que ela estaria morta.

Segundo a Polícia Civil, ela não apresentava sinais de abuso. Apesar disso, foram solicitados exames ao Instituto Médico Legal (IML). O caso foi registrado como sequestro e cárcere privado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Mongaguá, e será encaminhado para ser investigado no 69º Distrito Policial Teotônio Vilela, área em que a ocorrência aconteceu.

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