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PM acusado de participar de execução de bandido desarmado no litoral de SP é solto e responderá em liberdade

today30 de junho de 2023 7

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O PM participou da perseguição a Vitor Hugo Paixão Coutinho, de 19 anos, que estava desarmado e sobreviveu depois de levar três tiros, dois deles efetuados pelo policial Diego Nascimento de Sousa que, segundo a Corregedoria da PM, pediu para que Maciel corresse na direção oposta para não gravar os disparos com a câmera que utilizava presa ao uniforme.

Ainda conforme a acusação, o policial também teria sido omisso ao não impedir que o suspeito fosse baleado pelo colega de farda. (Leia abaixo as acusações dos outros PMs envolvidos).

À reportagem, o advogado de defesa Eugenio Malavasi negou que Maciel tenha evitado a gravação da ação e afirmou que o policial agiu conforme estabelece o procedimento operacional padrão da Polícia Militar – tese que foi aprovada pela Justiça, concedendo ao policial a liberdade provisória.



Para que Maciel responda em liberdade, o advogado informou que ele terá que cumprir algumas medidas cautelares: deve ficar afastado da atividade policial, não portar arma de fogo, comparecer assim que for solicitado e não sair da cidade.

Em nota, a PM confirmou que Maciel teve o alvará de soltura emitido e informou que o processo continua em andamento pela 2ª Vara Criminal do Fórum de Guarujá (SP).

Diego Nascimento, Eduardo Pereira, Israel Morais e Paulo Ricardo foram afastados das funções e presos — Foto: Reprodução/Fantástico

Paulo Ricardo da Silva, cabo da PM e membro da Força Tática, efetuou disparos em Kaique de Souza Passos, que não oferecia qualquer resistência, colocava as mãos para o alto e tentava se entregar. Kaique morreu. Ele também é acusado de participar de seis mortes suspeitas, em ocorrências registradas como “mortes decorrentes de intervenção policial”.

Israel Morais Pereira de Souza, cabo da PM e motorista no dia da ação, também efetuou disparos em Kaique.

Diego Nascimento de Sousa, cabo da PM, efetuou dois disparos de arma de fogo na direção de Vitor Hugo Paixão Coutinho, que estava desarmado e tentava fugir, atingindo-a na pena e tórax. Diego aproximou-se de Vitor Hugo, ferido, e questionou se ele não iria morrer logo. Ele também é acusado de participar de oito mortes suspeitas.

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