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Polícia investiga se morte de amigas foi ordem do crime organizado

Escrito por em 16 de junho de 2021

A principal linha de investigação da Polícia Civil de São Paulo é que as duas amigas que desapareceram após uma festa clandestina em Paraisópolis tenham sido vítimas do Tribunal do Crime Organizado. Os corpos foram deixados no acostamento do quilômetro 48 do Rodoanel Mário Covas, na terça-feira (15), localizado a 25 km de distância da comunidade. As informações são da Record TV.

Julia Renata Garcia Rafael, de 26 anos, e Claudia Cristina, de 35 anos, desapareceram no dia 3 de junho quando foram a uma festa na comunidade de Paraisópolis, na zona sul da capital paulista. As duas eram clientes conhecidas da casa noturna.

Segundo a polícia, as duas teriam sido mortas no mesmo dia e horário, mas com possíveis motivações diferentes. Uma delas manteria relacionamento com um policial militar e a outra com um traficante do Rio de Janeiro, o que iria contra os interesses do tráfico em Paraisópolis.

De acordo com o delegado Fábio Pinheiro Lopes, as jovens teriam sido atraídas para a festa já com a intenção de serem executadas.

Corpos

Segundo o delegado, as amigas foram enterradas. A polícia acredita que criminosos da própria comunidade tenham ordenado que as desenterrassem e deixassem os corpos em outro local para que fossem achadas, diminuindo assim a presença das forças de segurança em Paraisópolis.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os corpos estavam sujos de terra, o que indica que já haviam sido enterrados. As vítimas vestiam calças jeans e blusas cropped. 

Os familiares reconheceram as mulheres por meio de tatuagens, inclusive o nome do filho de Claudia. Os corpos estavam em estado avançado de decomposição.

Após o reconhecimento e liberação dos corpos, elas serão levadas para o Amazonas, estado de origem das jovens.




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