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Tribunal vai analisar caso de ex-gay cristão que teve conta excluída no Vimeo

Escrito por em 22 de julho de 2021

Jim Domen, pastor que lidera a organização sem fins lucrativos da Califórnia, Church United, está comemorando a decisão de um tribunal federal de apelações que concordou em revisar o seu caso contra a plataforma de vídeos Vimeo.

O serviço de streaming Vimeo suspendeu a conta do pastor depois que ele postou vídeos destacando histórias de cinco pessoas que deixaram a comunidade LGBT para seguir sua cristã.

Anteriormente a decisão judicial foi baseada na Seção 230 que protege as plataformas de mídias sociais da responsabilidade de censura. Agora o Tribunal de Apelações do Segundo Circuito, com sede na cidade de Nova York concordou em revisar o caso do Pastor James Domen v. Viemo en banc.

O Vimeo alegou que os vídeos violaram os termos de serviço que proíbem conteúdos correlacionados com a chamada “terapia de conversão”. No entanto, Domen, que também é ex-homossexual não concordou com a decisão.

Censura por causa da fé

Agora quatro meses depois que um painel de três juízes decidiram em favor da plataforma, determinando que o pastor não poderia processar o Vimeo por encerrar a sua conta. Em contrapartida, Domen afirma que foi cancelado por causa e sua fé e por ser ex-homossexual.

O pastor afirmou que o ataque da plataforma foi direcionado a sua organização e a sua fé, não apenas a ele, mas todas as pessoas que contaram a sua história como ex-membros da comunidade LGBT. Eles deletaram completamente a conta.

“A Church United tem uma rede de mais de 2.000 pastores da Califórnia e estamos crescendo nacionalmente. Temos representantes em outros estados em todo o país, e a Church United ajuda os pastores seniores a se engajar no governo e a se engajar na cultura no nível local, estadual e federal ”, disse ele sobre sua organização.

A Church United também sofreu perdas financeiras por causa da exclusão da conta no Vimeo, e comentou que também foi censurado em outras plataformas de mídia social, incluindo o Google, YouTube e Facebook, reportou o The Christian Post.




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