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EDITORIAL

Fique por dentro das novidades da música, entretenimento e fé com a curadoria da Rádio97Web.

Pleno News 20/03/2026 14:30

O colapso cubano e o silêncio de seus pseudodefensores

Rua de Havana, Cuba (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/Yuting Gao Cuba, que viveu durante quase 60 anos de vultosas verbas da União Soviética e que sempre impôs sua doutrina socialista, que nunca deu certo em lugar nenhum do mundo, com a queda da União Soviética passou a sobreviver de rebotalhos. Ou seja, da Venezuela, que forneceu petróleo gratuitamente, em detrimento de seus credores, incluindo aí o Brasil. Mas também, do seu próprio povo que experimentou uma miséria nunca vista em um país ocidental moderno, tendo que consumir animais domésticos como cachorros e gatos. Agora, sem o petróleo gratuito da Venezuela, Cuba atravessa um agravamento de uma crise que já dura décadas: apagão geral, pois a eletricidade é gerada por termoelétricas movidas a petróleo; fome endêmica por falta de planejamento da agricultura, dentro de um modelo de socialismo que socializa apenas a miséria. Cuba, que na década de 50 era uma das economias mais pujantes das Américas, com um índice de desenvolvimento ímpar na região, viu, com o comunismo, suas mentes brilhantes atravessarem o mar e levarem sua riqueza para Miami, deixando para trás automóveis que teimam em rodar até hoje, sustentados por artísticas gambiarras. Hoje, o ditador de plantão, Miguel Díaz-Canel, acena para os Estados Unidos com um plano de eleições livres e abertura democrática. Inclusive, num gesto inesperado, já soltou alguns presos políticos. Os nossos lacradores de esquerda, viúvos de Fidel Castro, se calaram, e não se vê ninguém se oferecendo para apresentar soluções. Finalizo agradecendo a Deus pela esperança concedida ao povo cubano, depois de décadas de sofrimento. E peço que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o povo cubano.

Gospel Prime 20/03/2026 13:58

Universal leva suporte a famílias no inverno da Alemanha

Uma mobilização promovida pela Unisocial, braço social da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), realizou uma ação de assistência em Berlim, na Alemanha, na região de Leopoldplatz, no bairro de Wedding. A iniciativa reuniu voluntários que distribuíram roupas, calçados, alimentos e itens essenciais a pessoas em situação de vulnerabilidade. De acordo com os organizadores, […] O post Universal leva suporte a famílias no inverno da Alemanha apareceu primeiro em Good Prime.

Musille record 19/03/2026 18:44

Gravação especial marcará os 25 anos de ministério de Rachel Novaes

Seu maior projeto reunirá amigos, louvores de sucesso e relembrará momentos que marcaram a história da cantora Estabelecer uma trajetória sólida no gospel e mantê-la em ascensão é um grande desafio e, dentro deste cenário, figura Rachel Novaes, atualmente um dos nomes mais respeitados do segmento no Brasil. Com 25 anos de caminhada, a cantora é acompanhada por um público fiel e engajado, tanto na música como em suas redes sociais, com destaque para suas transmissões semanais ao vivo, onde ela vem alcançando cada vez mais pessoas por meio de suas canções e mensagens sobre o amor de Deus. “Quando olho para trás e me lembro de todo esse tempo, as muitas lutas, os muitos desafios, as vitórias, eu só consigo ver a boa mão do Senhor sobre a nossa vida”, ressalta. Para celebrar este marco tão importante, no dia 11 de novembro, às 20h, na Igreja Presbiteriana de Alphaville, em São Paulo, Rachel receberá convidados que marcaram sua trajetória para a gravação de um DVD comemorativo, repleto de louvores autorais e clássicos. Entre eles, estão o pastor Adhemar de Campos, o cantor e produtor musical Paulo César Baruk, Júlio Filho, vocalista da banda Purples, o grupo Novo Canto e FHOP Music, que se destacou recentemente com o êxito das faixas “Tu És / Águas Purificadoras” e “A Boa Parte”. Para esta celebração, “Tua Graça Me Basta”, “Tua é a Glória” e “Logo Eu” fazem parte do repertório selecionado com muito critério. Além de vários sucessos, Rachel Novaes também apresentará canções inéditas. Para ela, “este projeto é um ato de gratidão” e, por isto, foi cuidadosamente planejado para ser uma grande noite de adoração. Rachel Novaes é filha de uma professora de piano e de um pai apaixonado por música clássica. Imersa neste universo desde cedo, já, na juventude, começou a cantar no grupo de louvor da Comunidade da Graça de Ubatuba, onde gravou seus primeiros CD’s. Um pouco mais tarde, com apoio de seus pastores e líderes, decidiu seguir carreira solo, lançando singles como “Confiar”, composição autoral inspirada em um momento difícil de sua vida, quando descobriu que teria dificuldades para engravidar – posteriormente Rachel se tornou mãe de Beatriz e Samuel. Sua presença marcante nas redes sociais se consolidou durante a pandemia, em 2020, quando ela e seu esposo Marcelo Novaes iniciaram transmissões semanais dos cultos que realizam em família, em sua casa. À época, as lives chegaram ao marco de mais de meio milhão de espectadores em suas redes sociais. E foi neste contexto que despertou a atenção da Musile Records, que a convidou para uma parceria. Desde então, Rachel gravou álbuns de sucesso, como o EP “Amor de Deus”, o projeto “Ao Vivo nos EUA” – que conta com os hits “Mil Motivos” e “Minh’alma Engrandece ao Senhor” – e, recentemente, o novo álbum acústico “Uma Voz, Uma Lembrança e Uma Canção” com releituras emocionantes que marcaram sua história. Agora, Rachel se prepara para o maior projeto de seu ministério, com a participação de um grande público. A gravação é muito aguardada pela cantora e por todos que a acompanham, e será realizada na Igreja Presbiteriana de Alphaville. Os ingressos já estão à venda, com a opção de entrada solidária para quem doar um quilo de alimento. Para garantir a presença, acesse o site www.sympla.com.br. Rachel Novaes | Celebrando 25 anos de ministério Data: 11/11/2025 (Terça-feira) Local: Igreja Presbiteriana de Alphaville – Campus Tamboré Endereço: Estrada Paiol Velho, 578 - São Paulo/SP Horário: 20h (Abertura dos portões às 19h) Ingressos: À venda no Sympla Link para compra de Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/rachel-novaes-gravacao-do-dvd-celebrando-25-anos-de-ministerio/3136389 Fonte: Assessoria de Imprensa Musile Records

Musille record 19/03/2026 18:39

Julia Vitória apresenta “Princípio e Fim”, louvor inédito gravado numa atmosfera de grande adoração

A música, que integra o maior projeto de sua trajetória, já está disponível nas plataformas de streaming e no YouTube Na noite da gravação do DVD “Ao Vivo na Ópera de Arame”, um dos momentos mais marcantes, sem dúvida, aconteceu quando a canção inédita “Princípio e Fim”, sétimo lançamento do mais recente projeto de Julia Vitória, foi apresentada ao público. “Essa composição entrou no repertório de uma maneira inusitada. Eu estava a caminho de um show com a minha equipe, quando um dos músicos a compartilhou comigo. Eu ouvi o áudio e, assim que terminei, tive a certeza de que precisava gravá-la porque ela tem tudo a ver com a essência do álbum”, compartilhou a cantora. A obra é inspirada em diversas passagens, entre elas, o versículo 9 do Salmo 33 – “Pois Ele falou e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo se estabeleceu”. Julia Vitória destaca que a letra conduz a reconhecer que do menor detalhe da existência, como um grão de areia, ao mais alto Céu, tudo proclama quem Ele é. Além da habitual interpretação impecável de Julia, o grande destaque foi a plateia, que iluminou a Ópera de Arame com as lanternas dos celulares, transformando o ambiente em um cenário semelhante a uma noite estrelada, criando uma forte conexão com o tema cantado. “Enquanto a gente declarava cada verso, era como se tudo ao redor, de fato, perdesse a razão, para contemplarmos apenas a Ele”, compartilha Julia. Ao todo, o projeto reunirá essa e mais nove canções, que em breve serão compiladas em um álbum. Idealizado pela Musile Records, o DVD tem produção executiva de Ricardo Carreras, direção de vídeo assinada por Flauzilino Jr. e produção musical de Hananiel Eduardo. Desde o primeiro lançamento, com o medley “João Viu / Além do Rio Azul”, o trabalho traz uma sequência de louvores que destacam temas centrais da fé cristã. Entre as faixas já apresentadas estão “Amor Infinito / A Mensagem da Cruz”, “Maravilhosa Graça”, “Canção dos Redimidos”, com participação de Nívea Soares, “Restaura o Teu Altar” e “Segurança (Canta Minh’alma)”, em parceria com Eli Soares. Aos 23 anos, Julia Vitória vive uma fase de consolidação no segmento. Com mais de 14 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais e mais de 2 bilhões de reproduções acumuladas, a cantora amplia sua presença no cenário gospel nacional com o maior projeto de seu ministério até então. Não deixe de conferir “Princípio e Fim”! Julia Vitória – “Princípio e Fim”: https://swiy.co/assista-principioefim-jv Fonte: Assessoria de Imprensa Musile Records

Musille record 19/03/2026 18:12

Esther Durán encerra seu primeiro álbum com a faixa bônus “Minha Noiva”, ao lado de Chris Durán

A canção, que tem um significado especial para a cantora, reflete sobre o encontro de Cristo com a Igreja Com mensagens que declararam amor a Deus e profunda devoção, Esther Durán apresenta na íntegra o álbum “Acalma o Meu Coração”, que marca o início de seu ministério. O projeto, que já está disponível, reúne oito louvores, incluindo a bonus track, “Minha Noiva”. Inspirada em Mateus 25, passagem bíblica que narra a Parábola das Dez Virgens, a música convida à reflexão sobre se preparar para a volta de Jesus. “A Bíblia compara a Igreja a uma noiva que aguarda ansiosamente pela vinda do seu amado”, explica Esther ao comentar a essência da letra. “Se nós, de fato, O amamos, temos prazer em nos preparar para a Sua vinda”, completa. A cantora lembra ainda que Chris Durán gravou a música originalmente em 2016, quando ela tinha apenas 9 anos. “Esta é uma composição do meu pai que sempre falou muito comigo. Canto desde pequenininha e carrego memórias afetivas muito fortes com ela. Poder registrá-la agora, ao lado dele, transforma isso em uma recordação para toda a vida”, compartilha. Com arranjos acústicos, a faixa mantém a proposta estética de todo o projeto, que traz uma sonoridade leve e intimista. A interpretação da jovem, marcada pela suavidade de sua voz, fica ainda mais emocionante ao lado de Chris Durán, que celebra essa fase ministerial da filha. “A Esther se tornou uma mulher sensível às coisas de Deus. Esse foi o meu maior desafio, fazer com quem ela se parecesse com aquilo que Deus deseja”, afirma o pai. Atualmente, ela vive um dos momentos mais marcantes de sua trajetória. Com forte presença digital, soma mais de 2 milhões de seguidores e 2 milhões de ouvintes mensais, números que refletem sua relevância crescente nas redes sociais e sua audiência fiel nas plataformas de streaming. O lançamento de “Minha Noiva” sucede a uma série de canções que consolidaram Esther Durán como uma das vozes mais promissoras da nova geração do gospel. Louvores como “Tua Presença”, “Derramo Meu Perfume”, a releitura de “Acalma o Meu Coração” – que soma mais de 34 milhões de visualizações nas redes sociais - e “Desejável”, o primeiro dueto com Chris Durán, ampliaram o alcance e fortaleceram sua conexão com o público. O projeto inclui ainda composições autorais como “Grande Dia” e “Filho Meu”, além de “Minha Paz”, escrita pelo noivo da cantora, David Matteucci, em parceria com o produtor Hananiel Eduardo. Para Esther, este trabalho, que foi idealizado pela Musile Records, representa o início de uma etapa muito importante de sua vida. “Tudo isso é o cumprimento de promessas que Deus fez ao meu coração ao longo dos anos. Tenho vivido tudo com gratidão, responsabilidade e expectativa pelo que Ele ainda vai fazer”, enfatiza. O álbum completo, com a faixa bônus, já está disponível nas plataformas de streaming e no YouTube. Confira agora mesmo! Assista “Minha Noiva”: https://swiy.co/assista-minhanoiva-ed Fonte: Assessoria de Imprensa Musile Records

Pleno News 19/03/2026 16:48

Moraes, conceda a domiciliar para Bolsonaro

Ministro Alexandre de Moraes Foto: Rosinei Coutinho/STF Tenho estado diante do hospital onde Jair Bolsonaro está internado. Respeitando cada orientação do local, cada limite, porque ali não é arena política. É território de dor, de fragilidade humana. Mas também é lugar de fé. E é ali que tenho orado, com a convicção de que existem batalhas que ultrapassam o jurídico e o político, pois elas são espirituais. E é por isso que escrevo. O Brasil atravessa um tempo em que o escândalo deixou de ser exceção e passou a ser o ambiente. O que antes era oculto hoje transborda, como um esgoto que rompeu e já não pode ser contido. Ninguém consegue conter ninguém, porque muitos estão, de alguma forma, implicados. O sistema que deveria proteger passou a se articular para se preservar. Nesse mesmo país, por razões que saltam aos olhos, um ex-presidente enfermo permanece submetido a uma situação incompatível com sua condição de saúde. Isso não soa como justiça, mas como uma disputa de força que ignora limites básicos de humanidade. Manter um homem doente sob o peso de uma decisão que desconsidera sua fragilidade, não fortalece a lei. Por isso, ministro Alexandre de Moraes, faço um apelo direto e objetivo: conceda a prisão domiciliar a Jair Bolsonaro. Não é sobre concordância política. É sobre humanidade, razoabilidade e responsabilidade histórica. A lei não pode ser instrumento de revanche, nem palco de demonstração de autoridade. Enquanto oro do lado de fora, enxergo mais do que um hospital. Vejo um país tensionado, exausto, mas também vejo um povo despertando. Deus tem permitido que muita coisa venha à luz. O que estava oculto começa a ser revelado. Agora, cabe às autoridades decidirem. Serão lembradas pela sensatez ou pela dureza desnecessária? Eu permaneço aqui. Em oração. E em vigilância.

Pleno News 19/03/2026 11:25

Erika Hilton e os limites da liberdade de expressão

Erika Hilton Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados Vivemos tempos de um autoritarismo progressista que tenta, a todo custo, impor uma agenda desconstrutiva à revelia da vontade da esmagadora maioria da população brasileira. O que vemos hoje é uma tentativa de reformar a realidade biológica e social “goela abaixo”, substituindo a gramática pelo “dialeto neutro” e a biologia por construções ideológicas que atacam frontalmente a visão cristã de família. No entanto, para o desalento dos ativistas de plantão, o Direito e o bom senso ainda resistem. Recentemente, temos assistido a importantes freios judiciais contra as investidas tresloucadas de parlamentares e militantes (muitas vezes capitaneadas por Erika Hilton) que buscam criminalizar qualquer discordância de sua cartilha identitária. Felizmente, os tribunais começaram a restabelecer a nítida fronteira entre o que é discriminação real e o que é, legitimamente, liberdade de expressão e convicção ontológica. No ano passado, o ministro Gilmar Mendes, no Supremo Tribunal Federal, já havia sinalizado que a proteção constitucional à livre manifestação do pensamento impede que críticas, ainda que ácidas ou impopulares, sejam rotuladas automaticamente como crime. Mais recentemente, a 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) adotou esse entendimento ao trancar uma ação penal contra uma ativista que afirmou que “mulheres trans não são mulheres”. A decisão foi clara: o Direito Penal não é ferramenta para calar debates filosóficos ou biológicos. Afirmar fatos da natureza ou convicções morais não é crime, mas o exercício de um direito fundamental. É essencial lembrar que a própria ADO 26, embora tenha sido fruto de um questionável ativismo judicial que equiparou a homotransfobia ao racismo, deixou gravada uma salvaguarda inegociável: a liberdade religiosa. O texto do STF é explícito ao garantir que fiéis, pastores e cidadãos comuns possam continuar expressando sua visão tradicional de família, casamento e sexualidade conforme sua fé e visão de mundo. Ninguém deve ser processado por pregar o que a Bíblia ensina ou por defender que a distinção entre homem e mulher é uma realidade objetiva. Nesse cenário, surge o pilar da Objeção de Consciência, garantido pelo Artigo 5º, inciso VIII, da nossa Constituição Federal. Esse fundamento protege o indivíduo de ser compelido a agir contra suas convicções morais e religiosas. Querer obrigar um cristão, um pastor ou um padre a utilizar pronomes que negam a biologia e a sua fé seria uma violação gravíssima a esse direito. O Estado não tem o poder de sequestrar a fala do cidadão para transformá-la em instrumento de propaganda ideológica. O Direito de Objeção de Consciência é o escudo que impede que a fé seja asfixiada pela militância. Se o cristão acredita que o sexo é um dado da biologia, da criação divina e da natureza humana, ele não pode ser coagido a verbalizar o contrário. A liberdade de consciência não é um privilégio, mas uma barreira civilizatória contra a tirania do pensamento único. Seguiremos atentos. A democracia exige pluralismo, e o pluralismo exige que o cristão tenha o direito de não se curvar a ideologias que negam a sua essência. O Judiciário, ao reconhecer esses limites, não está meramente julgando processos, mas garantindo que o Brasil não se torne um tribunal de exceção ideológica!

Pleno News 18/03/2026 12:36

Onde está Mojtaba Khamenei?

Onde está Mojtaba Khamenei? (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT “Onde está Mojtaba Khamenei?” O perfil oficial do Ministério das Relações Exteriores de Israel publicou uma charge com tal pergunta, lembrando o famoso desenho Onde Está o Wally?, sucesso na década de 1990. No começo desta semana, publiquei uma informação sobre a possibilidade de Mojtaba ter sido retirado do país por Putin, parceiro histórico do regime iraniano. No entanto, fontes iranianas negam tal informação. Paralelamente, a narrativa do regime declara que ele está nas ruas, entre o povo, num local altamente seguro dentro do país. Além de gozar de “boa saúde” e estar “governando o país plenamente”, é reconhecido como ferido, mas em condição estável. Isso contraria o Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que revelou que o novo líder supremo estava gravemente ferido e “desfigurado”, possivelmente em coma ou até morto, “aterrorizado, ferido e em fuga”. Contudo, a falta de provas visuais criou um vácuo preenchido com rumores e relatos não confirmados de várias fontes internacionais e da oposição. As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram publicamente que “não têm informações atuais sobre o paradeiro de Khamenei”, enquanto simultaneamente juraram “persegui-lo, encontrá-lo e neutralizá-lo”. Esta incerteza é ecoada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que questionou publicamente se o novo líder estava sequer vivo, afirmando: “Eu nem sei se ele está vivo. Ninguém o mostrou até agora”. Em suma, o regime iraniano tem um histórico de esconder problemas de saúde dos seus líderes, desde o primeiro líder supremo, Khomeini, até o próprio pai de Mojtaba, cuja morte foi ocultada por horas. Ademais, fica a pergunta: onde está Mojtaba?

Pleno News 18/03/2026 11:43

Oscar: Entre o discurso e o fracasso

Wagner Moura, no filme O Agente Secreto Foto: RS/Fotos Públicas O mundo assistiu, neste último fim de semana, a um espetáculo que, anualmente, reúne as atenções de todos os fãs do cinema. Refiro-me à premiação do Oscar, na qual os melhores são agraciados com um troféu desejado por todos os que labutam na sétima arte. Nós, brasileiros, fomos honrados com quatro indicações. Claro que as categorias de Melhor Filme e Melhor Ator são consideradas as mais importantes. O filme brasileiro indicado abordou o tema da ditadura, assunto que enche a esquerda de munição quando se trata do nosso país. Muito embora as ditaduras sanguinárias de Cuba, Venezuela, Nicarágua e outras sigam convenientemente esquecidas, talvez pelo glamour que ainda exercem sobre nossos esquerdistas tupiniquins. O indicado a Melhor Ator, o excelente Wagner Moura, usou todas as oportunidades que teve para citar a gestão presidencial do nosso sempre presidente Jair Bolsonaro, de forma inconsequente e com adjetivos pejorativos. Mas nossos representantes políticos estão acima disso tudo. Um artista de projeção internacional como Wagner Moura demonstra carregar fetiches por um ex-presidente respeitado pelos próceres do poder norte-americano, os quais, ao que parece, ele mesmo lambe as botas, ao residir nos Estados Unidos, enquanto canta loas à desigualdade no Brasil. Finalizo pedindo a Deus que ilumine nossos artistas, muitos deles beneficiados pela Lei Rouanet, para que usem do bom senso e se lembrem do quanto arrecadaram do dinheiro público para seus “espetáculos”, sem transformar o entorno da festa em mais um espetáculo político. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o público cinéfilo brasileiro.

Pleno News 16/03/2026 16:02

Soltem Bolsonaro!

Ex-presidente Jair Bolsonaro, no hospital, em 2025 Foto: Arquivo Pessoal Por todos os quadrantes do Brasil a unanimidade é uma só: “Soltem Bolsonaro”. Há caso semelhante em que um ex-presidente da República, Collor de Mello, preso por corrupção e apresentando quadro de comorbidade, recebeu prisão domiciliar. Não acho conveniente fazer comparações de gravidade, mas apenas registrar o fato. E sim, questiono: Por que, então, dois pesos e duas medidas em relação ao ex-presidente Bolsonaro? A negativa de prisão domiciliar configura tortura psicológica, e esperamos que se evite um desfecho terrível como já aconteceu com um prisioneiro político do 8 de janeiro, conhecido como Clezão, que morreu sem assistência. Peço encarecidamente que o restante da douta plenária do STF interfira e argumente com quem tem o poder de conceder a domiciliar, providenciando urgentemente esse gesto de civilidade com um idoso inocente, que nunca foi acusado de malfeitos por corrupção ou desvios, como outros que foram descondenados e se arvoram nos mais honestos do mundo. Hoje a nação volta a sua atenção para essa tremenda injustiça contra um homem honesto, que milhões de brasileiros, em diversas ocasiões, foram às ruas apoiar em seu projeto político — agora transferido ao seu filho, senador Flávio Bolsonaro, que lidera todas as pesquisas para presidente da República, mesmo ainda como pré-candidato. Finalizo pedindo a Deus que ouça as orações de milhões de brasileiros de bem que apenas pedem justiça. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos nós.

Pleno News 13/03/2026 15:58

O fechamento do Estreito de Ormuz: Uma ameaça global

Mojtaba Khamenei Foto: EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREH A declaração do novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, de que o Estreito de Ormuz “seguirá fechado” como instrumento de pressão política contra Estados Unidos e Israel representa um dos momentos mais tensos da geopolítica contemporânea. Em sua primeira fala pública desde que assumiu o cargo, Khamenei deixou claro que o bloqueio da via navegável mais estratégica do planeta é uma “alavanca necessária” diante do que classifica como “agressões” ocidentais. Localizado entre o Irã e Omã, o Estreito de Ormuz não é apenas uma passagem marítima – é o epicentro da segurança energética mundial. Por seus 39 quilômetros de largura, no ponto mais estreito, escoam cerca de 20% de todo o petróleo consumido no planeta e parcela significativa do gás natural liquefeito (GNL). São aproximadamente 15 a 20 milhões de barris diários que abastecem principalmente as economias asiáticas – China, Índia, Japão e Coreia do Sul –, todas extremamente dependentes dessa rota. Para os países do Golfo, o estreito é a única janela para o mundo. Arábia Saudita, Iraque, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Catar veem sua capacidade de exportação completamente refém da estabilidade dessa passagem. Quando o Irã ameaça ou efetivamente bloqueia o estreito, não está apenas desafiando o Ocidente – está paralisando a espinha dorsal econômica de seus vizinhos. A posição de Khamenei revela uma estratégia calculada de projeção de poder assimétrico. O Irã, consciente de suas limitações militares convencionais diante da aliança EUA-Israel, transformou o estreito em sua principal arma geopolítica. Ao controlar esse gargalo, Teerã adquire capacidade de influenciar mercados globais e impor custos significativos a seus adversários sem necessariamente engajar em confronto direto. Em resumo, o fechamento do Estreito de Ormuz representa um choque energético e econômico de proporções históricas, interrompendo o fluxo de uma parcela vital do petróleo e gás mundial, disparando a inflação e ameaçando a estabilidade de cadeias de suprimentos globais.

Pleno News 13/03/2026 12:46

Uma resposta aos meus seguidores

Deputado Pastor Marco Feliciano Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados Eu nunca usaria uma crônica diária, que faço há oito anos neste prestigioso periódico, para campanha política; mas penso que responder a tantas indagações dos meus seguidores se faz mister. Estamos em ano eleitoral, e por que são tão importantes as eleições deste ano? Se a oposição fizer maioria no Senado, poderá votar o impeachment de ministros do STF, até agora inatingíveis, mantendo o povo em uma impotência política absoluta. Tenho recebido vários pedidos para colocar meu nome à disposição do meu partido para uma chapa ao Senado. Sei das dificuldades de concorrer a um cargo majoritário, mas coragem é o que não me falta e sei do apoio do Deus a quem sirvo. O nosso país está em mudanças, com nosso candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, despontando como favorito em todas as pesquisas, e eu pretendo ser seu escudeiro no Senado da República. Existem poucas chances na vida de fazermos a diferença, e vejo essa que se descortina, como também a da minha vida de lutas em favor dos que me confiaram quatro mandatos como deputado federal e esperam muito de mim na Câmara Alta. Finalizo pedindo a todos que sempre me apoiaram que façam uma corrente de oração a favor dessa difícil decisão que está em nossas mãos e que Deus nos premie com Suas escolhidas bênçãos celestiais.

Pleno News 12/03/2026 12:44

Doutrinação livre, fé proibida: O plano do CNE

Estudantes em oração no pátio escolar (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT Enquanto o Brasil assiste, estarrecido, aos índices alarmantes de déficit de aprendizagem e ao colapso da infraestrutura básica em milhares de escolas públicas, as prioridades do Conselho Nacional de Educação – CNE, órgão vinculado ao Ministério da Educação – MEC, parecem orbitar em um universo paralelo de perseguição ideológica. Ocorre que, no recente Parecer CNE/CEB nº 1/2026, o Conselho decidiu instaurar uma espécie de “quarentena de fé”, proibindo que estudantes de Ensino Médio realizem atividades voluntárias em instituições religiosas para fins de carga horária escolar. Tal medida não é meramente um erro administrativo, mas a manifestação de um laicismo militante que tenta, à força, expulsar a religiosidade do espaço público. Neste sentido, é preciso distinguir, de uma vez por todas, o laicismo da laicidade colaborativa. Ora, o laicismo nada mais é senão a hostilidade do Estado contra a religião, comum em Estados totalitários onde não há liberdade religiosa, como a Coreia do Norte. Já a nossa Constituição, por sua vez, no Art. 19, inciso I, estabelece a laicidade como a separação que permite a colaboração de interesse público. Desta forma, ao proibir o trabalho ou voluntariado em ambientes confessionais, o CNE ignora que essas instituições são, muitas vezes, as únicas redes de proteção social e formação ética nas periferias brasileiras. A referida resolução colide frontalmente com a própria hermenêutica do Supremo Tribunal Federal (STF). Na ADI 4439, a Suprema Corte ratificou a constitucionalidade do ensino religioso confessional na rede pública, amparada pelo Art. 210, § 1º da Carta Magna. Ora, se o próprio STF reconhece que a fé pode estar presente dentro da sala de aula como disciplina, por qual “malabarismo jurídico” o CNE pretende proibir que a prática do bem e do serviço comunitário ocorra dentro de uma organização religiosa? Historicamente, o CNE parece sofrer de amnésia proposital. As primeiras escolas e as mais prestigiadas universidades do mundo e do Brasil foram fundadas e mantidas por instituições cristãs. Até hoje, as escolas confessionais desempenham um papel de excelência que o Estado muitas vezes não consegue mimetizar. Assim, tratar o ambiente religioso como um local de “cooptação” perigosa é um insulto à história da educação brasileira. O que causa maior indignação, contudo, é a escancarada incoerência sistêmica. Enquanto o CNE fecha as portas das igrejas para o estudante que deseja servir ao próximo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio da Resolução nº 23.755/2026, com silêncio sepulcral do CNE e do MEC, abre as portas das universidades e escolas para o proselitismo político. Segundo o Art. 3º, inciso VIII da referida norma, manifestações espontâneas de pré-candidatos em ambientes universitários e escolares não configuram propaganda antecipada. Temos, então, um cenário surreal: no ambiente universitário, historicamente dominado pela hegemonia de pensamento da esquerda, a “pré-campanha” e a movimentação política são permitidas e até incentivadas sob o manto da “manifestação espontânea”. Mas o aluno que deseja realizar um trabalho administrativo ou social em sua paróquia ou congregação é barrado sob o pretexto de “neutralidade”. O recado do CNE é claro: o jovem pode ser cooptado pela militância partidária dentro do campus, mas não pode ser formado pela caridade cristã no contraturno escolar. Isto posto, vê-se que o que se pretende não é proteger o estudante, mas sim exercer um controle ideológico que nega o pluralismo político e a liberdade religiosa. Portanto, o Brasil não precisa de conselhos que criem muros de consciência, mas de um MEC que se ocupe em ensinar o básico e respeite a soberania da fé e da família no processo formativo da nossa juventude!

Pleno News 12/03/2026 12:15

Fim da escala 6×1: Necessária ou mudança sem planejamento?

Protesto pelo fim da escala 6×1, em São Paulo Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil É inegável que o fim da escala 6×1 é o assunto da vez. Com inegável apelo político, a possível mudança polariza, ainda mais, as relações de trabalho. Uma diminuta parcela, está realmente, pensando no melhor para o empregado, sua saúde, vida privada e bem-estar. A grande maioria reforça o contexto em que o empregador é o vilão e o empregado a vítima. No Brasil, as empresas têm que administrar as relações de trabalho de acordo com o contexto. Infelizmente, o contexto dos últimos anos é de insegurança jurídica. Ocorre que não há nada concreto com relação ao fim da escala 6×1. Afinal, realmente vai acabar? Se vai acabar, será de que maneira? Será permitida a redução gradual ou haverá permissão para redução de salário? A aplicação será para todos os empregados ou apenas aos novos? O texto precisará detalhar a forma como será implementada a legislação ou estaremos, mais uma vez, diante da grande insegurança jurídica e legislativa que o país se encontra. Portanto, evidente que não há um cenário consolidado, o que possibilita, apenas, a suposição de cenários. A única certeza é que teremos impacto para todos da relação de trabalho, em especial, aos empregados e empresas. Mas, também, aos sindicatos e ao Estado. Nos últimos meses, o debate sobre jornada se concentrou em propostas que alteram o texto constitucional sobre tempo de trabalho, com sugestão para reduzir o espaço para organizar as jornadas antes com seis dias consecutivos de trabalho, forçando alterações de turnos, dimensionamento de equipes e instrumentos de compensação. O risco é conhecido: mexer na Constituição Federal nessa magnitude, sem combinar transição, negociação coletiva e diferenciação por atividade, certamente prolonga a insegurança jurídica e sobrecarrega, ainda mais, o Judiciário de disputas que duram anos. Se aprovada, a mudança não será apenas trocar uma escala por outra. É certo que ela tende a redefinir a demarcação entre tempo de trabalho e tempo livre, com potencial de melhorar bem-estar e vida social do empregado. No entanto, será exigido um redesenho operacional amplo, principalmente em serviços e comércio, com impacto direto em turnos, cobertura e custos ao empresário. Para que funcione é imprescindível intensificar a negociação coletiva e os ajustes jurídicos, até que surjam parâmetros estáveis e compatíveis com cada realidade produtiva. O problema é que uma aprovação apressada, sem estudos detalhados, sem diálogo com trabalhadores, empresas e setores mais afetados e ainda por cima conduzida em clima de polarização dificilmente entrega equilíbrio. O risco, nesse cenário, é trocar uma distorção por outras: mais informalidade e precarização, mais descumprimento por inviabilidade prática e um aumento prolongado de disputas e processos, aprofundando a insegurança jurídica e a tensão nas relações de trabalho. Em vez de vencer no grito, uma reforma desse porte precisa de regras claras de transição e mecanismos negociados que permitam adaptar a jornada sem empurrar o sistema para o litígio, sob pena de a solução prometida virar apenas um novo foco de conflito.

Pleno News 11/03/2026 14:05

Você sabe a diferença entre refugiado, exilado, asilado e migrante?

Campo de refugiados (Imagem ilustrativa) Foto de Ahmed akacha/Pexels De vez em quando alguém pede um tema para esta coluna, e fico muito feliz em poder atender. Desta vez, um leitor pediu que eu explicasse a diferença entre refugiado, exilado e asilado. Em tempos de tantas incertezas políticas e reviravoltas globais, é muito bom sabermos exatamente o que cada um desses termos significa. Mas acrescentei ao pedido mais uma palavrinha: migrante, que penso completar esse conhecimento. Essas palavras são comumente usadas em contextos políticos e internacionais, mas cada uma tem um sentido específico. Veja só: O refugiado é aquele que deixa o seu país natal para escapar de algo muito ruim. São situações de guerra, perseguição religiosa, violência ou violações dos direitos humanos; às vezes, até fome. Basta pensarmos na quantidade de venezuelanos que atravessaram as fronteiras do nosso país em busca de comida e dignidade. Esses são os refugiados: pessoas que saíram de sua pátria não porque quiseram, mas porque precisaram buscar abrigo em outro lugar e, muitas vezes, nem sabem quando ou se poderão voltar. De acordo com a ONU, refugiado é quem, “por fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas”, procura abrigo em outro país. Já em nosso país, esse benefício é estendido a pessoas que sofreram graves violações de direitos humanos. E há um detalhe importante: a lei garante que o refugiado não será mandado de volta para a sua terra até que o pedido de refúgio seja analisado. O exilado, por sua vez, é aquele que vive fora de sua pátria por motivos políticos. Às vezes, a pessoa foi expulsa ou perseguida por causa de suas convicções ideológicas e está impedida de voltar. Em alguns casos, o exílio até acontece de maneira voluntária, mas a própria origem da palavra está associada à expulsão. Já o asilado é quem recebe asilo político em outro país. Ou seja, um governo concede proteção oficial a alguém que sofre perseguição política em sua terra de origem. Trata-se de um pedido de proteção diplomática, de abrigo. O migrante, por sua vez, é aquele que se desloca de um território para outro. Quem sai de seu país ou de sua região é um emigrante; quem chega é um imigrante. Ajuda pensarmos, por exemplo, nos imigrantes europeus que vieram morar no Brasil e também nos emigrantes nordestinos que, infelizmente, deixam sua região em busca de uma vida melhor. Percebe como esses termos se aproximam, mas não significam exatamente a mesma coisa? Às vezes, a diferença entre uma palavra e outra é pequena. Mas a diferença entre as histórias que elas contam pode ser enorme. Espero ter ajudado. Um abraço e até a próxima!

Pleno News 11/03/2026 13:03

A vida milionária de Vorcaro: Um enredo que a Netflix não recusaria

A vida milionária de Vorcaro: Um enredo que a Netflix não recusaria (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT A Netflix, aqui no Brasil, não teria dificuldade nenhuma para criar roteiros para suas produções. Apenas o ex-banqueiro Daniel Vorcaro já seria protagonista de uma imensa série de episódios, todos com enredos pra lá de interessantes. Vamos elencar alguns, aleatoriamente: — Festa de debutante da filha de Vorcaro realizada em Nova Lima (MG) para 500 convidados, ao custo de R$ 20 milhões. — A doação de um apartamento na Faria Lima, no valor de R$ 4,3 milhões, para sua influencer. — Festa para altas autoridades da República em Londres, com degustação de uísque raro, ao custo de R$ 6 milhões, fora o evento jurídico — motivo do convite — bancado pelo banco Master. Ainda: — Viagem em iate de luxo no Mediterrâneo, no Mad Summer, por R$ 10 milhões, com convidados exclusivos. — Festas milionárias com show de Coldplay e David Guetta, ao custo de R$ 38 milhões. — Camarote de R$ 40 milhões no Sambódromo da Sapucaí. — Festa de noivado em castelo na Itália, ao custo de R$ 38 milhões de dólares. — Venda de papéis podres para várias instituições financeiras, com a conivência de gestores corruptos. Enfim, enumerar todos os excessos do milionário de conto de fadas seria enfadonho; por isso, encerro aqui. Finalizo pedindo a Deus que pese a mão da justiça sobre esse homem e seus cúmplices, para satisfação de um povo pobre que não aguenta tantas taxas e impostos. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o povo trabalhador que paga seus impostos.

Pleno News 11/03/2026 12:25

Entre Bíblias, iates e um pote de mel

Banqueiro Daniel Vorcaro entre iates, Bíblia e mel (Imagem ilustrativa) A mesma Bíblia pode estar nas mãos de homens que vivem de maneiras completamente opostas. O banqueiro Daniel Vorcaro, logo após sua prisão, foi visto portando um volumoso exemplar da Bíblia enquanto era conduzido pela Polícia Federal. A ordem de prisão foi assinada por alguém também conhecido por sua relação com o livro sagrado. Assim, preso e emissor da ordem de prisão, curiosamente, portam o mesmo livro. E é aí que as semelhanças se encerram. De um lado, temos um ministro conhecido por ser praticante da Palavra. Vale recordar que o então presidente Jair Bolsonaro prometera indicar para o Supremo Tribunal Federal alguém “terrivelmente evangélico”. Essa informação gerou uma espécie de “avivamento espiritual”, fazendo surgir Bíblias em alguns gabinetes e citações de seus versos em discursos de pessoas até então alheias à fé, verdadeiros “neoevangélicos”. Felizmente, a escolha recaiu sobre um jurista que não só é evangélico de fato, como também portador de currículo, experiência e conhecimento jurídico adequados para o cargo. De outro lado, há notícias de que Daniel Vorcaro frequentava igreja e até mesmo fez vultosas contribuições para a construção de um templo. Sua história com a Bíblia, porém, parece ter sido interrompida em algum momento e, agora, retomada. Nos últimos anos, ao menos aparentemente, as notícias dão conta de que o banqueiro desconhecia — ou, se conhecia, não praticava — alguns dos trechos mais impactantes das Escrituras Sagradas. Vorcaro deixa prisão em novembro de 2025 Ostentação de bens e outras práticas A trajetória recente de Daniel Vorcaro passou a ser analisada também pelo contraste entre investigações em curso e um padrão de gastos marcadamente luxuoso. Um dos episódios mais comentados foi seu noivado, realizado em setembro de 2023 em Taormina, na Sicília. O evento teria durado vários dias e contou com apresentações de artistas internacionais, com custo estimado em cerca de 42,4 milhões de dólares (aproximadamente R$ 222 milhões). Entre os nomes contratados estariam Coldplay, com cachê estimado em 11,4 milhões de dólares; Michael Bublé, 2 milhões de dólares; Andrea Bocelli, 981 mil dólares e David Guetta e Seal, com cerca de 937 mil dólares cada. Parte da celebração ocorreu em hotéis de altíssimo padrão, como o Four Seasons San Domenico Palace, um dos mais exclusivos da região. Além disso, investigações mencionam uma viagem de luxo no Mediterrâneo com custo aproximado de 1,88 milhão de euros (cerca de R$ 10 milhões), incluindo festas privadas a bordo de um superiate de grandes dimensões e eventos na Riviera Francesa. Documentos também apontam que, entre 2021 e 2023, mais de 68,9 milhões de dólares (cerca de R$ 390 milhões) teriam sido transferidos a empresas de eventos para financiar festas, viagens e celebrações privadas. No Brasil, o padrão de ostentação também aparece em outros episódios. Há referência a uma propriedade em Trancoso (BA) avaliada em cerca de R$ 280 milhões. Já a festa de 15 anos de sua filha, realizada em Nova Lima (MG), teve estrutura comparável à de grandes eventos internacionais, com atrações estrangeiras e até a hospedagem de moradores vizinhos em hotéis para evitar incômodos com o barulho da celebração. Naturalmente, todas essas informações derivam de investigações e reportagens públicas. Qualquer conclusão definitiva sobre o que efetivamente ocorreu, e sobre os aspectos jurídicos, depende do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório. Também surgiram notícias sobre pagamento de garotas de programa e realização de orgias — algo que, evidentemente, está muito distante do padrão moral recomendado pelas Escrituras. Uma das festas de noivado de Daniel Vorcaro, em Roma Foto: Reprodução O que a Bíblia recomenda Jesus alertava para haver cuidado com todo tipo de ganância e que “a vida de uma pessoa não é definida pela quantidade de bens que possui” (Lucas 12:15). Já o apóstolo Paulo advertia que “o amor ao dinheiro é raiz de todo tipo de mal” (1 Timóteo 6:9,10) e dizia que tinha “o cuidado de agir de forma correta não apenas diante do Senhor, mas também diante das pessoas” (2 Coríntios 8:21). O produto de dinheiro mal ganho ou mal gasto são “riquezas que apodrecem, roupas comidas por traças e ouro e prata que enferrujam” (Tiago 5:1-3). O rei Salomão, o homem mais sábio que já existiu, diz que “quem ama o dinheiro jamais se farta; quem ama a riqueza nunca se satisfaz com seus rendimentos” (Eclesiastes 5:10). Por fim, em algo que pode assustar os capitalistas mais ávidos por EBITDA ou dividendos exagerados, a Bíblia diz: Ninguém prejudique nem explore seu irmão. O Senhor castigará todos que cometem essas injustiças, como já os advertimos solenemente (1 Tessalonicenses 4:6). Outros empresários com Bíblias na mão e o mel do sertão O caso do empresário Vorcaro me traz à memória o que aconteceu em Picos, no Piauí — algo que nem sempre recebe a devida divulgação, mas que acalenta a alma de cristãos e não cristãos. Tudo começou com um desafio feito por um pastor a empresários cristãos: desenvolver um projeto social que gerasse renda real para famílias no sertão do Piauí. A Itus, associação voltada à transformação social e que reúne empresários e missionários, encontrou em Thiago Gama, da Mel Wenzel, um parceiro: ele tinha capacidade de compra de grandes quantidades de mel. E, no sertão, as famílias tinham a melhor matéria-prima possível, a mata nativa. Faltava apenas a ponte entre os dois. Nasceu, então, o Sertão do Bem. O projeto piloto começou com dez famílias: entregou kit completo de apicultura, capacitação técnica e acompanhamento. Hoje já são mais de 280 famílias participando e mais de 2.200 pessoas alcançadas em comunidades rurais de Massapê do Piauí, Monsenhor Hipólito e Jaicós. Na última safra, foram mais de R$ 390 mil pagos diretamente aos apicultores do projeto. Liberato, um dos apicultores, resume: tinha vontade de trabalhar com abelhas, mas não tinha condição. O projeto trouxe tudo — equipamento, conhecimento e oportunidade. Hoje ele não só produz, como já ensina outros. O Sertão do Bem vai além da renda. São 49 comunidades rurais e quatro vizinhanças urbanas impactadas. Famílias que encontraram esperança, propósito e comunidade. Pessoas que superaram depressão, reconstruíram suas vidas e voltaram a acreditar que é possível. Como disse Wilton Coutinho, presidente de Massapê do Piauí, a Itus elevou os potenciais da comunidade, melhorou a economia e, acima de tudo, fez o povo voltar a acreditar. Um exemplo de como empresários cristãos, movidos pelo que diz a Bíblia, investiram tempo e dinheiro “ensinando a pescar”. Isso gerou transformações reais: mais renda, riqueza, tributos, conhecimento e dignidade. A Bíblia mudaria a história? Pergunto-me como seria se a pressa em enriquecer não tivesse incentivado tantas operações ousadas e temerárias. Ou se menos ostentação não tivesse reduzido a necessidade de mobilizar quantias tão grandes de dinheiro. Ou, ainda, se, seguindo as lições do profeta Isaías, ao menos uma parte dessa enorme soma gasta em festas fosse direcionada para projetos sociais. Não tenho como deixar de imaginar quantas famílias poderiam mudar de vida com o que se gastou com festas, shows, iates, aviões e palácios. Particularmente, acho ótimo que os ricos aproveitem seu dinheiro — isto também é bíblico (Ec 6:3-5). Mas é preciso buscar um equilíbrio e, claro, sempre presumindo tratar-se de dinheiro honesto. Quando a casa cai Provérbios 13:11 ensina que “A riqueza obtida com desonestidade diminuirá, mas quem a ajunta aos poucos terá cada vez mais” (NVT). Antes de finalizar as investigações, não se pode afirmar que houve ilícito. Por outro lado, contudo, não parece haver dúvida de que houve ostentação e menos moderação e filantropia do que se poderia esperar de um praticante da Bíblia. Jesus, no Sermão do Monte (Mt 5-7), alerta que aqueles que escutam suas palavras e as praticam constroem sobre a rocha, e a casa suporta as tempestades, ventos e inundações. Já aqueles que escutam e não praticam — ou, poderíamos dizer, portam Bíblias, mas não a seguem — agem como o insensato que constrói a sua casa sobre a areia. Quando vierem as chuvas, as enchentes e os ventos baterem contra a casa, ela cairá com grande estrondo (Mt 7:26,27). Quando vêm as chuvas — ou a Polícia Federal — a casa cai. E grande é a queda. O que Jesus diria a Daniel Vorcaro? O Evangelho de Cristo é, sempre, o espaço da fé, da transformação e dos novos começos. Em Lucas 5:31,32, Jesus diz que veio “não para os sãos, mas para os doentes; não para chamar os justos, mas sim os pecadores, para que se arrependam”. A Bíblia, em Provérbios 28:13, ensina que “quem esconde seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia”. O ladrão da cruz, mesmo em seu derradeiro suspiro, teve a chance de mudar. Isso vale para todos. Logo, apesar das oportunidades desperdiçadas em tempos de aparente bonança, quem sabe Daniel Vorcaro não lerá com outra atitude a sua volumosa Bíblia? Quem sabe não se arrepende e confessa seus erros? Quem sabe começa um novo tempo? No plano jurídico, Vorcaro pode obter os benefícios da delação premiada. No plano espiritual — que é o que mais conta — pode receber perdão e misericórdia de Jesus, que já fez isso várias vezes: com Zaqueu, fiscal corrupto, e com o apóstolo Paulo, perseguidor de cristãos. A Bíblia nas mãos de Vorcaro é a mesma que levou empresários a ajudar pobres no sertão paraibano. Para alguns, ela é bússola e luz para o caminho; para outros, não passa de peça de decoração. Ela anuncia perdão e renovo para quem decide, de fato, mudar de vida. Mas também ensina que não basta ouvir, citar ou carregar a Bíblia: é preciso praticá-la. Porque, no fim, não é a tempestade que derruba a casa — é a forma como ela foi construída.

Pleno News 10/03/2026 09:42

Não erre mais: 7 erros de português que você pode evitar

Não erre mais (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay E aí? Tudo bem? Espero que sim. Mês de março andando, escola, faculdade, trabalho… tudo acontecendo. Que beleza! Então, como prometido, trago mais 7 erros de português e explico como não cometê-los mais. Vamos lá? 1. Clipe ou clipes? E aí, quando você vai pedir aquele grampinho que prende papéis, como fala? Clipe ou clipes? Senta que lá vem história: o clipe surgiu na Alemanha e ficou conhecido como clip nos países de língua inglesa. Portanto, em inglês, o plural é clips. Mas, em bom português, essa pecinha de metal se chama clipe. Logo, o plural é clipes. Sendo assim, fixe o papel sempre com clipe. Combinado? 2. Embaixo ou em baixo? Eita duplinha que costuma causar confusão, não é mesmo? Mas é simples, fácil de entender. Olha só: Embaixo, escrito junto, é advérbio de lugar. Significa que algo está numa posição inferior a outra. E veja o seguinte: embaixo é sinônimo de abaixo, debaixo, sob, por baixo e antônimo de em cima, acima e sobre. Exemplo: Passei o dia inteiro embaixo dos cobertores, com uma febre danada. Ou ainda: O gato gosta de ficar embaixo do sofá. Agora, em baixo, separado, funciona como adjetivo. Ele dá qualidade ao substantivo, lembra? Exemplo: Durante a ministração, se for imprescindível, fale em baixo tom de voz. 3. Encima ou em cima? Encima, escrito junto, é uma forma do verbo encimar, que é pouquíssimo usado, mas existe. Significa estar acima de algo ou colocar algo no alto. Exemplo: A cruz encima o monte. Ou: Um laço vermelho encima o cabelo da menina. Agora, em cima, escrito separado, é antônimo de embaixo e também um advérbio de lugar. Exemplo: Coloquei o livro em cima da mesa. Ou: Pegue o prato que está em cima da pia. Captou? Mas veja que curioso: costumamos dizer que um rapaz está “dando em cima” de uma moça (e vice-versa) quando alguém está interessado em outra pessoa. Já reparou? 4. 1,5 milhão ou 1,5 milhões? Sempre que usar milhão, lembre-se de que é um numeral. Sendo assim, só flexionamos a partir de 2 milhões… ou bilhões, trilhões, quatrilhões etc. Portanto, sempre fale ou escreva: 1,5 milhão. A palavra milhão faz concordância com o número 1. 5. Meio-dia e meio ou meio-dia e meia? Usamos meia quando nos referimos a mais meia hora. Então, apesar de ser meio-dia, o complemento referente à meia hora seguinte vem no feminino. Sendo assim, diga, ou escreva: Chegarei meio-dia e meia para o almoço. Combinado? 6. A todos ou à todos? Está aqui um errinho que vejo muita gente boa cometer e confesso que até fico empolada quando encontro por aí… brincadeira. Refiro-me a quem escreve à todos, com crase. Pronto. A partir de agora, se você escrevia assim, não vai mais escrever. Combinado? E por quê? Porque não se usa crase antes de pronomes indefinidos, como: muitos, poucos, nenhum, nenhuma, todos, pouca, alguma. Anotou? Então pode escrever com segurança: Bom dia a todos! (sem crase) Ou: Cheguei e cumprimentei a todos os presentes. Pronto. Tenho certeza de que agora tudo ficará bem! 7. A prazo ou à prazo? Preste atenção: compras podem ser feitas à vista e a prazo. Captou? À vista, com crase. A prazo, sempre sem crase. E por quê? Simples: não usamos crase antes de palavra masculina. No caso, prazo. Semana que vem, se Deus assim o permitir, prometo destrinchar melhor o assunto da crase. Por ora, espero ter ajudado você a não errar mais. Um abraço e até a próxima!

Pleno News 09/03/2026 13:54

Lula não foi convidado por Trump para o Escudo das Américas

Trump faz reunião de cúpula com líderes da América Latina; Lula não foi convidado Foto: EFE/ @DanielNoboa Os Estados Unidos da América promoveram, na Flórida, neste fim de semana, um evento chamado Escudo das Américas, com a participação de vários países latino-americanos. Neste momento difícil, de envolvimento dos cartéis de drogas com alguns governos que são omissos no combate a esses grupos criminosos, que cada vez mais se mostram poderosos, o presidente Trump sugeriu até o uso de mísseis contra esses cartéis terroristas que se infiltram em toda a sociedade. O governo brasileiro não foi convidado, até porque é considerado conivente com os cartéis por ser contra denominá-los como terroristas e não combater o crime organizado com o rigor necessário à sua erradicação. Nosso território está tomado por facções criminosas que movimentam bilhões de reais com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, infiltradas na máquina estatal. Finalizo pedindo a Deus que livre nosso país do crime organizado, que cada vez mais estende seus tentáculos a todo o território nacional, e derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos.

Pleno News 08/03/2026 10:28

Mulher cristã: Dignidade, proteção e posicionamento

Mulheres (Imagem ilustrativa) Foto: Freepik O Dia Internacional da Mulher não deve ser capturado por discursos ideológicos que afastam a mulher de sua essência bíblica. A verdadeira valorização feminina começa no princípio: “Criou Deus o homem e a mulher à Sua imagem” (Gênesis 1:27). A dignidade da mulher não depende de militância; ela é estabelecida por Deus. A Bíblia apresenta mulheres fortes, firmes e espiritualmente influentes. Ester enfrentou o poder político para salvar seu povo. Débora exerceu liderança em Israel. Maria foi escolhida para gerar o Salvador. Essas mulheres não precisaram negar sua fé nem romper com os princípios divinos para exercer impacto. Jesus foi o maior defensor da dignidade feminina. Em uma sociedade marcada por opressões, Ele protegeu, ouviu e restaurou mulheres. Impediu o apedrejamento de uma acusada (Jo 8:1-11), revelou-se Messias a uma samaritana (Jo 4:4-42) e confiou às mulheres o anúncio da ressurreição. Cristo confrontou o pecado, mas nunca humilhou a mulher. Diante de um mundo no qual milhões ainda sofrem violência física, emocional e psicológica, a Igreja não pode se omitir. Violência doméstica, abuso e exploração são pecados graves. Defender a mulher não é aderir ao feminismo radical; é cumprir o mandamento bíblico de fazer justiça e amar a misericórdia (Mq 6:8). A mulher cristã é resiliente porque sua força vem do Senhor. Ela edifica sua casa, influencia gerações e sustenta espiritualmente a sua família. Não é vítima de narrativas que a colocam contra o homem, mas parceira na construção de uma sociedade saudável. Neste Dia Internacional da Mulher, é tempo de reafirmar: a mulher deve ser protegida, honrada e respeitada. A Igreja precisa ser voz ativa contra a violência e exemplo de cuidado. Valorizar a mulher é defender o plano original de Deus para a humanidade.

Pleno News 06/03/2026 16:12

Sucessão no Irã: Mojtaba, filho de Ali Khamenei

Manifestantes carregam cartazes com fotos de Mojtaba Khamenei Foto: EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREH Esta semana, meios de comunicação informaram que autoridades iranianas se inclinam a nomear Mojtaba Khamenei como sucessor de seu pai como líder supremo. A Assembleia de Peritos, reunindo-se remotamente devido a bombardeios em Teerã, confirmará essa escolha. A decisão é arriscada: Israel alertou que qualquer novo líder supremo “será um alvo inequívoco para eliminação”, com militares preparados para agir. Mojtaba, de 56 anos, está posicionado para assumir o controle da rede de 5 mil funcionários do escritório do seu pai. Diferentemente de outros candidatos, ele não precisaria de anos para se afirmar, pois já influenciava decisões cruciais. No entanto, sua autoridade dependerá mais da coesão dentro do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do que da legitimidade clerical, dadas suas credenciais teológicas modestas. Ele cultivou influência nas instituições de segurança, financiando projetos de mísseis, e sua base de poder remonta à Guerra Irã-Iraque. O contexto da sucessão é traumático. Mojtaba perdeu a mãe, esposa e irmã no ataque que matou seu pai. Isso pode torná-lo menos inclinado a acordos com os Estados Unidos e Israel, movido por sentimentos vingativos. Para consolidar poder numa sucessão dinástica controversa, ele realizará expurgos de lealdade nas forças de segurança e fortalecerá o papel do IRGC na governação e na economia. O presidente Trump classificou Mojtaba como “inaceitável” e um “peso-leve”, exigindo envolvimento na nomeação. Estrategicamente, a ascensão de Mojtaba traz riscos. Sob pressão, ele pode optar por medidas extremas para restaurar a dissuasão: expansão de ataques com mísseis, escalada de proxies, repressão interna e aceleração de atividades nucleares. Sua estratégia será uma “consolidação desafiadora”, confiando no poder coercitivo do IRGC para demonstrar resiliência. A médio prazo, o regime pode buscar armas nucleares para prevenir ataques. Se o regime colapsar, Mojtaba pode liderar uma insurgência. Esta sucessão, ocorrendo em meio à guerra, moldará a próxima fase do conflito, podendo estabilizar o regime através do medo ou acelerar sua fragmentação, definindo o futuro da região.

Pleno News 06/03/2026 09:42

O STF e a fronteira do equilíbrio democrático

Estátua da Justiça, na Fachada do Supremo Tribunal Federal Foto: Dasfour2022/CC 4.0 Recentemente, tive a satisfação de conceder uma entrevista ao jornalista Pedro Campos, no programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes. Indagado sobre o que está acontecendo com o Supremo Tribunal Federal (STF), respondi a ele prontamente e, agora, compartilho com os leitores os pontos centrais daquelas considerações, como extensão desta reflexão. Tenho a impressão de que o cerne da questão reside no fato de que, em um determinado momento destes últimos anos, de forma inédita em nossa história, o Supremo decidiu assumir-se também um partner, um parceiro, um player político no cenário nacional. Quando o Excelso Pretório começou a invadir as competências do Legislativo e do Executivo, ele, de certa forma, transformou-se no “Supremo Poder” da República, acima dos demais Poderes. Durante o regime militar, tínhamos o Poder Executivo como dominante; agora, temos um Poder que, por ter a prerrogativa dá “última palavra” sobre o Direito, interfere e legisla, repetidas vezes, no lugar do Parlamento e, frequentemente, atua nas atribuições do Executivo. Não emito juízo de valor sobre os ministros, até porque possuo obras escritas em coautoria com vários deles, participei de bancas de doutorado, compartilhei painéis e proferi palestras com a maioria deles e os considero grandes juristas. Não concordo, entretanto, com suas atuais decisões porque vivi e participei daqueles 20 meses de discussão da Assembleia Nacional Constituinte, ao lado de Ulysses Guimarães e Bernardo Cabral — presidente e relator do processo que resultou na nossa Carta Magna. Esse fato me permitiu testemunhar a intenção original dos constituintes com a nova Constituição. Saindo de um regime de poder centralizado, o desejo dos constituintes era a consolidação de três Poderes estritamente independentes e harmônicos. Todavia, a partir do momento em que o STF assume prerrogativas não previstas no texto constitucional, agindo por conta própria, torna-se, inevitavelmente, um player político. Por esse motivo, independência e harmonia entre os Poderes, as competências de cada esfera foram delimitadas com exaustão na Constituição. Houve um tempo em que o povo nutria um respeito profundo pelo Supremo, reconhecendo-o como a instituição mais digna e admirada do país. Eu saía com os ministros e andávamos sozinhos pela rua, sem necessidade de segurança. Naquela época, não era preciso dizer que eles eram os defensores da democracia, porque todos já o sabiam. Agora, infelizmente, tudo isso mudou. Minha divergência não diz respeito aos juristas, nem à dignidade pessoal de cada um, mas à forma como passaram a interpretar e reescrever a Constituição Federal. Com todo respeito, e sem emitir juízo de valor, acredito que, no momento em que começaram a reescrever o texto e a interferir nos demais Poderes, tornaram-se alvos de reações políticas. À medida que essa demonstração de força se acentuou, os outros Poderes também reagiram. Portanto, os ministros passaram a sofrer reações igualmente políticas. Tenho a sensação de que o Supremo poderia retomar o perfil da era de Moreira Alves, Oscar Corrêa e outros. Os próprios ministros atuais poderiam reconduzir o Tribunal ao seu papel histórico: o de guardião da Constituição, e não o de legislador complementar ao Congresso ou de um Executivo ad hoc. Caso contrário, continuarão sendo alvo das críticas políticas, que variam conforme o posicionamento da ocasião. O caso do Banco Master, por exemplo, deveria estar, a meu ver, sob o juiz natural, em primeira instância, pois Daniel Vorcaro não possui foro especial. No entanto, levaram a questão para o Supremo. O mesmo ocorreu com os episódios de 8 de janeiro: uma série de questões levadas à Corte sem que os envolvidos tivessem a prerrogativa que a Constituição exige para o julgamento pelo STF. A Constituição é clara sobre quem deve ser julgado pelo Supremo: o presidente, deputados, senadores e outros cargos específicos. Jamais cidadãos comuns, sem qualquer destaque na vida pública. Este panorama desfigurou a imagem do STF. Pesquisas de opinião evidenciam que a reputação da Suprema Corte perante a sociedade é hoje muito inferior à de períodos anteriores, quando a instituição era amplamente respeitada. Somado a isso, nota-se uma reação crescente na imprensa e nas redes sociais contra um protagonismo que extrapola os limites estabelecidos pela Constituição. A Constituição brasileira é clara: o artigo 49, inciso XI, estabelece ser competência exclusiva do Congresso Nacional “zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes”. Isso permite ao Parlamento sustar atos de outros Poderes que invadam sua função legislativa. Já o artigo 103, § 2º, reforça que, mesmo nas ações diretas de inconstitucionalidade por omissão, o papel do Supremo limita-se a declarar a lacuna e notificar o Legislativo. Ou seja, dar ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias. O referido artigo regula a Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) e estabelece que, “ao declarar a inconstitucionalidade por falta de medida para tornar efetiva uma norma constitucional, o STF dará ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias ou, se o órgão for administrativo, para fazê-lo em 30 dias”. Portanto, segundo a Carta Magna, o STF não pode substituir o Congresso, pois a criação da lei permanece como uma atribuição indelegável do Poder Legislativo. Ao decidir interferir nas funções do Legislativo e do Executivo, determinando, inclusive, atos administrativos de governo, o Judiciário rompeu o equilíbrio democrático. O resultado é que os três Poderes perderam sua essência e geraram uma profunda desfiguração institucional. É precisamente nessa politização generalizada que reside a grave crise de confiança que vivemos atualmente, evidenciando que a restauração da harmonia entre as instituições é, antes de tudo, o resgate do império da própria Constituição.

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