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Pleno News
30/03/2026 14:08 8 Views

Justiça: Esporte feminino volta a ser das mulheres

Marco Feliciano - 30/03/2026 14h08 Nadadoras olímpicas de Polo Aquático Foto: EFE/ Quique García Finalmente, se fez justiça no mundo do esporte. Kirsty Coventry, presidente do Comitê Olímpico Internacional, ex-nadadora bicampeã olímpica, nascida no Zimbábue, estabeleceu novas regras para as Olimpíadas de Los Angeles em 2028. A partir de agora fica estabelecido que as categorias de esporte feminino em jogos oficiais olímpicos serão exclusivamente para mulheres biológicas. A decisão veta a participação de atletas transgêneros, visando à proteção da integridade das competidoras femininas. Essa é uma velha aspiração dos conservadores, que viam nos movimentos progressistas uma inversão de valores que ia contra a lógica, pois um atleta biologicamente homem carrega, na sua compleição física, características que o colocam em vantagem em relação a uma atleta do sexo feminino. O que torna o esporte admirado por milhões de pessoas é a paridade entre os competidores, inclusive em relação ao peso dos atletas. De verdade, estou feliz, porque se fez justiça. Agora, esperamos que as próximas competições resgatem a paridade entre os competidores, devolvendo a graça do esporte, tradição desde a Grécia antiga. Finalizo agradecendo a Deus a graça de termos competições justas e equitativas. E pedindo que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos os atletas do mundo. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Trump constrói complexo militar sob salão de festas da Casa Branca Atlas: Tarcísio venceria todos os aliados de Lula pelo governo de SP Ratinho Jr. declara apoio a Caiado: “Aprovado como gestor” Entenda fenômeno que deixou céu vermelho na Austrália Homem é acusado de prostituir a esposa a mais de 120 homens WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Pleno News
30/03/2026 12:34 16 Views

Coalizão EUA-Israel versus Irã

Lawrence Maximus - 30/03/2026 12h34 Em Teerã, se veem os destroços dos 100 dias da guerra Foto: EFE/Jaime León Este artigo apresenta uma breve análise dos primeiros 100 dias da guerra entre a coalizão EUA-Israel e o Irã, iniciada em 28 de fevereiro de 2026. O objetivo declarado pela administração Trump e pelo governo Netanyahu foi claro: desmantelar as capacidades militares do Irã, especialmente seu programa nuclear, sua indústria de mísseis balísticos e a estrutura de comando da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), eliminando uma ameaça existencial à segurança de Israel e à estabilidade regional. Todavia, os dois aliados estavam lutando na mesma guerra, mas perseguindo objetivos de longo prazo fundamentalmente diferentes. Enquanto a Operação Fúria Épica (Epic Fury) do exército americano concentra-se na destruição de infraestrutura militar, a Operação Rugido do Leão (Roaring Lion) de Israel busca a mudança de regime. A coalizão agiu de forma preventiva diante da aceleração do programa nuclear iraniano e do apoio contínuo do regime a grupos terroristas como Hezbollah, Hamas e Houthis. Nos primeiros 100 dias, a operação combinou superioridade aérea, ataques de precisão e inteligência de alto nível, resultando em degradação significativa das capacidades iranianas, embora o conflito tenha se estendido além das estimativas iniciais de quatro a seis semanas. Realizações estratégicas da coalizão: — Superioridade aérea e degradação de capacidades; — Eliminação de liderança; — Impacto no programa nuclear; — Isolamento naval. Desafios e custos: — Duração e sustentabilidade — O que começou como uma operação rápida evoluiu para um conflito prolongado. — Impacto econômico regional — Aumento nos preços do petróleo, ameaças ao Estreito de Ormuz e ataques a infraestrutura energética aumentaram a volatilidade global. — Frentes múltiplas — Israel enfrentou desgaste em operações simultâneas contra Irã, Hezbollah e tensões na Cisjordânia, levando o chefe do Estado-Maior israelense a alertar sobre sustentabilidade. Conclusão: Após 100 dias, a coalizão EUA-Israel afirma ter alcançado objetivos centrais: neutralizar a ameaça nuclear iminente, degradar severamente o aparato militar iraniano e expor a vulnerabilidade do regime teocrático. Entretanto, o regime iraniano permanece no poder, embora enfraquecido, e o risco de escalada ou guerra prolongada persiste. A vitória tática deve ser convertida em ganhos estratégicos duradouros, possivelmente via negociações de cessar-fogo sob condições favoráveis à coalizão (desmantelamento completo do programa nuclear e fim do apoio ao terrorismo). Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Quatro crianças são atropeladas dentro de condomínio em SP "Caiado tem mais chances de chegar ao 2° turno", diz Kassab Diesel sobe 13,6% em março na comparação com fevereiro Leite afirma estar "desencantado" após PSD escolher Caiado A decisão de Eduardo Leite após Caiado ser escolhido pelo PSD WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Pleno News
27/03/2026 10:59 117 Views

A história de José e a sua relação com a lei da misoginia

Renato Vargens - 27/03/2026 10h59 Acusação (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT A história de José e a esposa de Potifar, relatada em Gênesis 39, destaca a integridade dele contra o assédio da mulher de seu senhor no Egito. A Bíblia nos mostra, que a mulher tentou seduzir o funcionário de seu marido repetidamente, contudo, por lealdade tanto a Potifar como a Deus, José a recusou. Isto posto, as Escrituras afirmam que mulher o acusou falsamente de tentativa de estupro, resultando na prisão do filho de Jacó. Ora, ao lermos esse episódio bíblico é inevitável não pensarmos nos dias atuais e na denominada lei da misoginia. Segundo a lei em questão, se uma mulher afirmar que foi assediada ou mesmo vítima de palavras desrespeitosas por parte de um homem, este poderá ser levado às barras da justiça e por conseguinte a prisão, visto que o Projeto de Lei (PL) 896/2023, equipara o que chamam de misoginia ao crime de racismo. Segundo o projeto de lei, a misoginia se caracteriza como a manifestação de aversão ou ódio contra mulheres, baseada na crença de supremacia do gênero masculino. Como já escrevi anteriormente nesta coluna, se o projeto de lei for aprovado, promoverá a divisão e ódio entre homens e mulheres colocando a palavra da mulher acima de qualquer suspeita. José foi acusado injustamente e preso, sem direito a defesa ou mesmo a expor o contraditório, mostrando com isso que injustiças podem ser cometidas e feitas quando fundamentada na palavra de uma pessoa perversa, caluniadora e disposta a destruir alguém por um capricho não atendido. Hoje, não vivemos no Egito e muito menos na Antiguidade, mas parece que a lei, se aprovada, poderá levar muitos “Josés” para a cadeia. Pense nisso. Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 32 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É membro dos conselhos do TGC Brasil e IBDR. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Quatro crianças são atropeladas dentro de condomínio em SP "Caiado tem mais chances de chegar ao 2° turno", diz Kassab Diesel sobe 13,6% em março na comparação com fevereiro Leite afirma estar "desencantado" após PSD escolher Caiado A decisão de Eduardo Leite após Caiado ser escolhido pelo PSD WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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