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Não é militância. É conveniência
Pleno News
18/05/2026 10:22 26 Views

Não é militância. É conveniência

Juliana Moreira Leite - 18/05/2026 10h22 (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT Há uma direita que adoeceu e virou matilha, e o tumor tem nome: caráter corrompido pelo hábito. Quem mente mil vezes não escolhe mais mentir, mente como respira, e arrancar dele a mentira é arrancar a identidade, motivo pelo qual defende com unhas e dentes não a tese, mas a tara. Crava uma versão em março, esquece em maio quando ela vira contra o aliado; avalia a empresa em fortuna na segunda e em trocados na sexta conforme convém; apresenta três explicações para o mesmo evento numa única semana e nenhuma precisa ser verdadeira, todas precisam apenas ser úteis. O logos foi substituído pelo clique, e clique não exige coerência, exige escândalo de 15 em 15 minutos. Some-se a regressão da matilha: o homem maduro delibera e responde pelos próprios atos, o membro da matilha late junto, morde junto, troca de alvo na milésima de segundo em que o líder aponta o próximo pescoço, regressão ao estágio anterior à pólis, antes do logos, antes do que faz do bípede animal racional. Por isso não toleram régua única, porque régua exige imparcialidade e imparcialidade é impossível dentro do regime mental da alcateia. E há a parte que ninguém quer encarar: não é militância, é negócio. Grito é commodity, escândalo é produto de prateleira, exílio é estratégia de localização tributária, paga-se aluguel em dólar com indignação produzida em real. Quando a doença é industrial, sermão não cura, vergonha não cura, porque vergonha pressupõe alma íntegra e a alma da matilha já se fragmentou em compartimentos estanques; cada um servindo a um interesse, todos respondendo ao mesmo dono, o bolso. É câncer porque devora o tecido sadio em volta, contamina o eleitor honesto e queima a credibilidade do conservadorismo decente. Só responde a duas terapias: ou se extirpa por concorrência limpa, ou metastatiza e mata o organismo inteiro. A régua única é o bisturi, e quem não tem coragem de empunhá-la será cúmplice da necrose, e o desfecho da necrose é matemático, não retórico: a matilha entrega a eleição de bandeja ao próprio algoz e ainda cobra Pix do eleitor honesto para financiar a derrota do ciclo seguinte. Juliana Moreira Leite é jornalista, apresentadora e comentarista. Aqui você vai ver o Brasil como ele é, não como tentam vender. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Flávio Bolsonaro reage a conselho dado por Lula a Daniel Vorcaro Artista apaga Virginia de mural da Copa após término com Vini Jr. "Bizarra": Imprensa no mundo repercute erro com Neymar Norma do Senado proíbe analisar Messias novamente em 2026 André Mendonça decreta prisão preventiva do primo de Vorcaro WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O El Niño mais forte desde 1870 está chegando 
Pleno News
18/05/2026 09:29 25 Views

O El Niño mais forte desde 1870 está chegando 

Vinícius Lana - 18/05/2026 09h29 Eventos climáticos (Imagem ilustrativa) Foto: Pexelx/ Hendryson Taebenu Meteorologistas brasileiros estão em alerta diante da possível formação de um Super El Niño que pode atingir o nosso país já no próximo mês. Alguns especialistas já falam que ele pode se tornar um dos mais fortes desde 1870, trazendo um cenário climático extremamente perigoso em diversas regiões do país. No Sul do Brasil, o temor é de tempestades violentas, enchentes históricas e destruição em massa. No Norte e Nordeste, o risco é de secas severas, calor sufocante e até crises no abastecimento de água. Já o Sudeste pode enfrentar ondas de calor absurdas acompanhadas de temporais, raios, ventos fortes e apagões energéticos. Estudiosos afirmam que o planeta está entrando em uma fase de instabilidade climática nunca vista pelas gerações atuais. E os impactos não devem parar apenas no clima. Aumento no preço dos alimentos, prejuízos na agricultura, pressão sobre a energia elétrica e até possíveis crises econômicas começam a preocupar governos e especialistas. Quanto mais o clima sai do controle, mais o sistema global se torna vulnerável. O mundo inteiro parece caminhar para uma sequência de crises simultâneas que podem ser consideradas até mesmo sinais de fim dos tempos. Estamos diante de um El Niño inevitável e que pode ser o mais forte em quase 150 anos. Se isso acontecer, ele se consolidará como o mais destrutivo em quase um século e meio e é justamente isso que está fazendo crescer o alerta para toda a população se preparar para algo maior. Vinícius Lana é cristão e pesquisador de Escatologia Bíblica. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Atitude de Huck deixa ator Chay Suede constrangido no Domingão Huck e ex-ministro do STF serão conselheiros de startup de R$ 5 bi Sem Lula, CNM vai sabatinar pré-candidatos à Presidência Lula: EUA e China têm que "deixar de brigar" e se unir ao Brasil Aliados de Alcolumbre estranham nova indicação de Messias WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Dia de Jerusalém: 59 anos da reunificação
Pleno News
15/05/2026 12:27 112 Views

Dia de Jerusalém: 59 anos da reunificação

Lawrence Maximus - 15/05/2026 12h27 Israelenses se reúnem para a “Marcha da Bandeira”, em comemoração ao Dia de Jerusalém Foto: EFE/EPA/ATEF SAFADI Por volta do ano 1000 a.C., um jovem e arrojado rei chamado Davi unificou as 12 tribos em um único reino de Israel, mudando para sempre o curso da história. Davi conquistou Jerusalém e a proclamou capital da nação, estabelecendo-a como o centro político e espiritual do povo judeu. Como pastor que se tornou rei, Davi foi um dos mais importantes líderes de Israel (aproximadamente 1006–966 a.C.), conhecido por consolidar as tribos e transformar Jerusalém na capital eterna. O amor de Davi por Jerusalém transcendeu sua época e ecoa através dos Salmos. No Salmo 122, Davi expressa a profunda conexão espiritual com a cidade santa: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor. Os nossos pés estão às tuas portas, ó Jerusalém! Jerusalém, que és edificada como uma cidade que é compacta”. E no Salmo 137, declara o juramento inquebrantável: “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se-me a língua ao paladar, se de ti não me lembrar, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria”. Avançando quase três milênios, chegamos a junho de 1967. Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel enfrentou uma coalizão de nações árabes. Na manhã de 7 de junho, tropas israelenses entraram na Cidade Velha através do Portão dos Leões, reunificando a cidade após quase 19 anos de divisão. Às 10h15, o rádio israelense confirmou a notícia histórica: “O Monte do Templo está em nossas mãos.” David Ben-Gurion, o primeiro-ministro fundador do Estado, proclamou com convicção profética: “Para o Estado de Israel, sempre houve e sempre haverá uma única capital — Jerusalém, a Eterna.” Esta declaração resume 3 mil anos de história, fé e destino entrelaçados entre um povo e sua cidade sagrada. Jerusalém tornou-se, então, uma cidade reunificada que garantiu liberdade de culto e acesso a locais sagrados para todos – judeus, cristãos e muçulmanos. O capelão-chefe das Forças de Defesa de Israel tocou o shofar no Muro Ocidental, selando simbolicamente o retorno de Jerusalém Oriental ao controle judaico. Teologicamente, Jerusalém representa muito mais que uma capital política. Para o judaísmo, é o local do Monte Moriá, onde Abraão demonstrou fé suprema, onde Davi estabeleceu o centro de adoração, e onde Salomão ergueu o Primeiro Templo. Para o cristianismo, é o palco da crucificação, morte e ressurreição de Jesus. Yom Yerushalayim (Dia de Jerusalém) é celebrado anualmente para marcar essa reunificação, recordando o fim de quase dois milênios de exílio e o retorno à Cidade Velha e aos seus lugares mais santos. Hoje, 59 anos depois, Jerusalém permanece como símbolo de fé, resistência e esperança para milhões ao redor do mundo. E essa conexão entre o passado e o presente não é apenas histórica ou política; é profundamente pessoal e espiritual. Como pude testemunhar em minha própria jornada: Diante do Muro, no cume do Monte Moriá, confrontei-me com a História. Transpus, então, a mera instrumentalidade religiosa do lugar. Ali, tecido pelo espetáculo do desprezo ainda presente, ouço palavras proféticas em cada pedra: testemunhas do Verbo de Deus, que sobre elas habitou e que O reconheceram — e ainda hoje convergem aos sonetos celestiais, afirmando Seu breve retorno! Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Atitude de Huck deixa ator Chay Suede constrangido no Domingão Huck e ex-ministro do STF serão conselheiros de startup de R$ 5 bi Sem Lula, CNM vai sabatinar pré-candidatos à Presidência Lula: EUA e China têm que "deixar de brigar" e se unir ao Brasil Aliados de Alcolumbre estranham nova indicação de Messias WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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