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Vinte anos depois: O preço de um projeto
Pleno News
13/04/2026 11:05 20 Views

Vinte anos depois: O preço de um projeto

Juliana Moreira Leite - 13/04/2026 11h05 Janja, Lula e Gleisi Foto: Ricardo Stuckert Se houve uma obra consistente ao longo de duas décadas de Partido dos Trabalhadores, foi a de transformar a política em um mecanismo de autoperpetuação travestido de justiça social. Sob o verniz moral de redenção histórica, ergueu-se uma máquina em que o Estado deixou de ser instrumento da sociedade para se tornar patrimônio de um projeto de poder. Escândalos não foram desvios — foram método. E a retórica da virtude serviu, repetidas vezes, como escudo para práticas que, em qualquer outra circunstância, seriam chamadas pelo nome correto: abuso, aparelhamento e corrupção. A economia, por sua vez, foi tratada como território ideológico, não como realidade concreta. Intervenções desastrosas, irresponsabilidade fiscal e populismo travestido de política pública produziram crescimento artificial seguido de ressaca prolongada — sempre paga pelo cidadão comum. A promessa de prosperidade virou inflação, endividamento e perda de confiança. E ainda assim, diante dos resultados, insistiu-se na narrativa de que o problema jamais era o modelo, mas sempre “o outro”: o mercado, a imprensa, a oposição, qualquer um que ousasse apontar o óbvio. O mais inquietante, contudo, não foi apenas o que se fez, mas o que se normalizou. A erosão de padrões éticos, a relativização constante do certo e do errado, e a ideia de que fins supostamente nobres justificam qualquer meio. Vinte anos depois, o legado mais duradouro talvez não esteja nas obras ou nos números, mas na cultura política que ficou: uma em que o poder se protege, a responsabilidade se dilui e a verdade se negocia. E isso, mais do que qualquer crise econômica, é o que cobra o preço mais alto de uma nação. Juliana Moreira Leite é jornalista, apresentadora e comentarista. Aqui você vai ver o Brasil como ele é, não como tentam vender. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Parte de cinebiografia de Michael Jackson custou R$ 77mi Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos Lula demite presidente do INSS que ficou só 11 meses no cargo Eduardo Bolsonaro 'atrapalha' e direita deve focar Lula, diz Ciro Começa o bloqueio dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Como Israel remodelou sua guerra com o Irã?
Pleno News
10/04/2026 13:45 115 Views

Como Israel remodelou sua guerra com o Irã?

Lawrence Maximus - 10/04/2026 13h45 No complexo tabuleiro geopolítico do Oriente Médio, a definição de “vitória” raramente se encaixa em moldes binários. A recente campanha militar da coalizão EUA-Israel contra o Irã ilustra precisamente essa nuance estratégica. Não se tratou de um triunfo absoluto nos termos clássicos, mas de uma reconfiguração profunda do equilíbrio de poder regional. Israel não alcançou todos os seus objetivos de guerra contra o Irã, mas emergiu mais seguro, com seu inimigo mais feroz gravemente enfraquecido e o equilíbrio regional mudando a seu favor. É fundamental começar com honestidade analítica: Israel não eliminou todas as capacidades nucleares iranianas. Estima-se que cerca de 460 quilos de urânio enriquecido permaneçam enterrados sob instalações montanhosas fortificadas, fora do alcance mesmo dos mais avançados sistemas de penetração israelenses. Da mesma forma, o regime teocrático de Teerã continua no poder — um objetivo implícito, ainda que raramente declarado oficialmente, por parte de alguns estrategistas israelenses. Contudo, focar exclusivamente no que não foi alcançado é ignorar a transformação estratégica que efetivamente ocorreu. A campanha israelense conseguiu cortar drasticamente os “tentáculos” do polvo iraniano que cercavam Israel: o Hezbollah, no Líbano, foi desarmado em grande parte de seu arsenal de precisão e viu sua cadeia de comando decapitada; milícias pró-Irã na Síria e no Iraque sofreram golpes severos; e a própria estrutura de comando militar e de inteligência iraniana foi abalada por eliminação de figuras-chave. A métrica mais relevante para avaliar o sucesso estratégico não é a perfeição tática, mas a redução concreta de ameaças existenciais. Sob esse prisma, o resultado é inegável: Israel enfrenta hoje menos ameaças significativas do que antes da operação. Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Mourão rejeita Jorge Messias no STF e aponta militância petista Presidente dos Batistas aos 31 anos, Abdalla revela desafios PF convida amiga de Lulinha para depor sobre escândalo do INSS Parte de cinebiografia de Michael Jackson custou R$ 77 milhões Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Desrespeito à Bíblia não pode ser tratado como algo normal
Pleno News
10/04/2026 11:15 118 Views

Desrespeito à Bíblia não pode ser tratado como algo normal

Marco Feliciano - 10/04/2026 11h15 José Carlos Magdalena Fotos: Reprodução Geralmente, costuma-se dizer: “deixa pra lá”. Já passou, e pronto. E a pessoa que deu causa à ignomínia se disfarça e se confunde entre o normal. Refiro-me ao jornalista de uma afiliada da Globo no interior de São Paulo, que se referiu à Bíblia Sagrada de forma desairosa, com palavras de baixo calão, e acabou viralizando na internet. Sou legislador e sei do peso de palavras mal colocadas e das sanções a elas correlatas. Quando um religioso se refere ao uso de entidades do mal para rituais malignos, assistimos a autoridades agindo com rigor desmedido e interpretações elásticas para pressionar quem somente tem a intenção de fomentar o bem. Geralmente, o mesmo não se vê com quem, de forma jocosa, vai contra as tradições do nosso povo ordeiro, cristão e conservador. Não nos calaremos diante do mal feito em relação aos nossos símbolos sagrados. Cumpriremos nosso dever de denunciar. Finalizo pedindo a Deus forças e sabedoria para enfrentar as forças do mal. Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o povo brasileiro. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Mourão rejeita Jorge Messias no STF e aponta militância petista Presidente dos Batistas aos 31 anos, Abdalla revela desafios PF convida amiga de Lulinha para depor sobre escândalo do INSS Parte de cinebiografia de Michael Jackson custou R$ 77 milhões Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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