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Trégua histórica? Trump anuncia cessar-fogo de 72 horas entre Rússia e Ucrânia
Pleno News
08/05/2026 17:19 33 Views

Trégua histórica? Trump anuncia cessar-fogo de 72 horas entre Rússia e Ucrânia

Lawrence Maximus - 08/05/2026 17h19 Presidente Donald Trump Foto: EFE/EPA/AARON SCHWARTZ / POOL Trump anunciou: 72 horas! Rússia e Ucrânia suspenderiam, a partir de 9 de maio de 2026, as hostilidades. A medida — confirmada por Zelensky — não é mero interregno tático; inscreve-se, antes, numa hermenêutica do poder em que memória, ritual e cálculo estratégico se entrelaçam de modo inextricável. A temporalidade escolhida revela intenções. Coincidir com o Dia da Vitória russo não foi acaso, mas liturgia política deliberada. Ricoeur ensinava: a memória coletiva opera por seleções interessadas. Para o Kremlin, a trégua pode significar gesto de soberana magnanimidade; para Kiev, reafirmação de sua condição de sujeito ético no concerto internacional — vide a declaração de que forças ucranianas pouparão a Praça Vermelha. Cortesia? Talvez. Diplomacia simbólica, certamente. Prisioneiros trocados: mil de cada lado. Walzer diria que mesmo na guerra persistem limites. Contudo, convém perguntar — humanitarismo substantivo ou instrumento de gestão de imagem? A ambiguidade, aqui, não é defeito; é constitutiva da ação diplomática em cenários de alta tensão. A mediação trumpista merece leitura atenta. Diplomacia presidencial personalizada — direta, transacional, avessa a burocracias multilaterais. Potencial desbloqueador de impasses? Sim. A questão que se impõe: inflexão estratégica ou pausa tática num conflito de natureza existencial? Koselleck auxilia na interpretação. Horizontes de expectativa tensionados por espaços de experiência. Três cenários se desenham: Otimista: a trégua como gesto performativo capaz de gerar confiança mínima para negociações substantivas. Cético: manobra de relações públicas, destinada a ganhar fôlego logístico ou reposicionar narrativas. Realista: equilíbrio instável, no qual ambas as partes testam limites, reservando-se o direito à escalada caso interesses estratégicos assim o exijam. Conclusão provisória — a paz como processo, nunca como evento. Cessar-fogos raramente são fins em si mesmos; constituem interstícios dialéticos onde se disputam significado, legitimidade, poder. A iniciativa de Trump não resolve questões de fundo — soberania territorial, arquitetura de segurança europeia, equilíbrio de forças — mas pode, se bem instrumentalizada, abrir janela de oportunidade. Em suma, resta saber se os atores envolvidos possuirão virtù maquiaveliana — prudência, timing, coragem — para converter pausa efêmera em princípio de ordem pós-bélica. Se fracassar, reforçará a narrativa de que, por enquanto, diplomacia e artilharia ainda disputam a mesma trincheira! Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Condenados do 8/1 reagirão caso PT leve dosimetria ao STF Helena Raquel rebate esquerdista que tentou desvalorizar pregação Hantavírus: Um guia com tudo o que precisa saber sobre a doença Trump diz que Rússia e Ucrânia aceitaram cessar-fogo de 3 dias Ciro Nogueira diz ter sido alvo de ataque "maligno" em ano eleitoral WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Três horas de reunião e nenhuma resposta ao povo brasileiro
Pleno News
08/05/2026 13:46 35 Views

Três horas de reunião e nenhuma resposta ao povo brasileiro

Marco Feliciano - 08/05/2026 13h46 Presidente Trump e Lula, em encontro na Casa Branca Fotos: Ricardo Stuckert / PR A visita do presidente Lula aos Estados Unidos se mostrou de mera intenção protocolar. A seu pedido, não foi acompanhada pela imprensa, nem foi concedida entrevista após a reunião, que durou três horas. Também, não foi tratado o tão esperado assunto das organizações criminosas que, na intenção do anfitrião, seriam enquadradas como organizações terroristas. Por aqui, porém, se esquecem de que são entidades multinacionais do crime, com envolvimento em todas as esferas da sociedade, em detrimento das pessoas de bem. No fim, o PT sendo PT, o partido das reuniões, ficou acertado que, em 30 dias, representantes dos dois países se encontrarão para novas deliberações. O semblante de nossas autoridades após o encontro era de constrangimento pelo que foi tratado, mas a realidade ainda demorará para ser totalmente esclarecida. Em ano eleitoral, essa visita tem o condão de afrouxar as tensões entre os dois mandatários, sem, no entanto, ser sinal de apoio ao candidato Lula nas próximas eleições. Em relação ao tema das terras raras, não ficou acertado nenhum acordo. O que, na diplomacia, se entende como sinal de que tudo está se encaminhando como previsto, já que há interesse recíproco. Finalizo pedindo a Deus que ilumine nossas autoridades para que decidam de forma pragmática, sem vieses ideológicos alienígenas, e que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre nossos povos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Condenados do 8/1 reagirão caso PT leve dosimetria ao STF Helena Raquel rebate esquerdista que tentou desvalorizar pregação Hantavírus: Um guia com tudo o que precisa saber sobre a doença Trump diz que Rússia e Ucrânia aceitaram cessar-fogo de 3 dias Ciro Nogueira diz ter sido alvo de ataque "maligno" em ano eleitoral WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Impactos da reforma tributária: O que muda para as empresas a partir de 2027
Pleno News
08/05/2026 11:01 34 Views

Impactos da reforma tributária: O que muda para as empresas a partir de 2027

Thassya Prado - 08/05/2026 11h01 Contrato de trabalho (Imagem ilustrativa) Foto: Pixabay A reforma tributária já está gerando dúvidas nas empresas antes mesmo de entrar em vigor. A pergunta que tenho ouvido com frequência é: isso afeta minha folha de pagamento? Preciso revisar meus contratos de trabalho? A resposta direta: a reforma tributária não altera nenhum direito trabalhista. Férias, FGTS, 13º, aviso prévio. Nada disso muda. Mas ela transforma a lógica de custos das empresas de um modo que vai influenciar diretamente as decisões sobre contratação de mão de obra, modelo de trabalho e organização de equipes. No novo modelo, a empresa passa a recuperar parte dos impostos pagos sobre serviços e produtos que contrata. Esse mecanismo se chama crédito tributário. Quanto mais a empresa gasta com fornecedores e prestadores de serviço, mais crédito acumula e menos imposto recolhe ao final. A folha de pagamento, porém, fica fora dessa lógica. Salários, FGTS e encargos trabalhistas não geram crédito tributário. O contrato com um prestador de serviço PJ, sim. Essa diferença já está movimentando decisões sobre reorganização de equipes e modelos de contratação. E é precisamente aqui que o risco trabalhista se instala. Substituir funcionários por prestadores de serviço para obter vantagem fiscal é uma decisão legítima, desde que estruturada com estratégia jurídica. A Justiça do Trabalho não analisa o nome do contrato. Analisa a realidade da relação. Se o prestador cumpre horário fixo, trabalha com exclusividade, recebe ordens diretas e não pode recusar demandas, o vínculo empregatício será reconhecido independentemente do que o documento estabelece. Quando isso ocorre, a empresa arca com todas as verbas trabalhistas que acreditava ter economizado e ainda devolve o crédito tributário aproveitado, porque o contrato foi considerado fraudulento. Revisar contratos de prestação de serviço ativos, mapear a estrutura de equipes e avaliar o modelo de contratação de mão de obra são decisões que precisam ser tomadas com planejamento jurídico, e não apenas com base em uma análise fiscal. Os primeiros efeitos concretos da reforma tributária chegam em 2027. Compreender como essa mudança se conecta às decisões de contratação é o primeiro passo para atravessar o período de transição com segurança. Thassya Prado é advogada empresarial e idealizadora do @entendaseudireito. CEO do escritório Prado Advocacia Empresarial, Compliance e Tribunais, é  especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Empresarial e Tribunais Superiores. Atua ainda como mentora de advogados. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Condenados do 8/1 reagirão caso PT leve dosimetria ao STF Helena Raquel rebate esquerdista que tentou desvalorizar pregação Hantavírus: Um guia com tudo o que precisa saber sobre a doença Trump diz que Rússia e Ucrânia aceitaram cessar-fogo de 3 dias Ciro Nogueira diz ter sido alvo de ataque "maligno" em ano eleitoral WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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