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Em defesa de Frei Gilson e da liberdade religiosa
Pleno News
07/05/2026 11:57 28 Views

Em defesa de Frei Gilson e da liberdade religiosa

Rafael Durand - 07/05/2026 11h57 O Brasil enfrenta hoje um cenário de profunda inversão de valores, no qual a liberdade de expressão é frequentemente invocada para proteger o ultraje ao sagrado, enquanto o exercício da pregação bíblica é empurrado para o banco dos réus. Como cristão protestante e jurista, não posso me omitir diante da perseguição institucional sofrida por Frei Gilson, um sacerdote que tem sido alvo de uma artilharia jurídica e digital sem precedentes. Neste sentido, é fundamental compreender que a mordaça imposta a um padre é a mesma que, rotineiramente, tenta silenciar os pastores em seus púlpitos. Ora, a perseguição ao religioso se manifesta em múltiplas frentes: desde o silenciamento digital em plataformas como YouTube e Instagram que, frequentemente, restringem seus conteúdos sobre moralidade e família, até investidas mais graves no campo jurídico. Recentemente, fomos informados de representações no Ministério Público de São Paulo, movidas por grupos como a Aliança Nacional LGBTI+ e coletivos como o Católicas pelo Direito de Decidir, que tentam criminalizar falas dogmáticas sobre a conduta moral católica. Ademais, surgiram acusações isoladas de ex-seminaristas e a recente denúncia da senadora Soraya Thronicke, que busca enquadrar o aconselhamento espiritual do Frei como “violência política de gênero” ou misoginia. É preciso restabelecer a verdade jurídica sobre esses fatos. Muitos dos que acusam líderes religiosos de crimes como homofobia ignoram a própria salvaguarda estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da ADO 26. Ao equiparar a homotransfobia ao crime de racismo, a Corte foi explícita ao garantir que a liberdade religiosa permanece intocada. O entendimento fixado deixa claro que não constitui crime pregar sobre família, relacionamentos e sexualidade com base na fé e nos livros sagrados. O que seria crime é a incitação direta à violência, o discurso de ódio ou o cerceamento de direitos civis contra pessoas LGBTQIA+, condutas que jamais foram praticadas pelo Frei Gilson ou por líderes que se limitam a expor sua tradição religiosa. Neste sentido, as denúncias que tentam transformar o Catecismo em “discurso de ódio” são manifestamente injustas e caluniosas. Padres e pastores estão apenas exercendo o direito constitucional de liberdade de consciência e de crença, conforme assegurado pelo Artigo 5º, incisos VI e VIII, da Constituição Federal. Tais garantias são reforçadas por tratados internacionais de direitos humanos, que protegem a manifestação da religião tanto em público quanto em privado. Logo, acusar um sacerdote de crime por ele orientar seus fiéis sobre quem segue ou não os mandamentos da sua Igreja é uma tentativa autoritária de reformar a Teologia cristã através do medo e da judicialização! Portanto, essas representações inócuas deveriam ser arquivadas de plano pela Polícia, pelo Ministério Público e pela Justiça. A manutenção de investigações que carecem de base jurídica mínima configura um constrangimento ilegal inaceitável, servindo apenas para desgastar a imagem de quem defende a visão de mundo cristã. Reiteramos que a autonomia das instituições religiosas deve ser preservada, garantindo que o Estado não se torne o árbitro do que pode ou não ser pregado. A democracia brasileira não sobreviverá se permitirmos que a justiça seja utilizada como ferramenta de vingança ideológica ou como mordaça para o sentimento religioso. Rafael Durand é advogado, mestre em Direito, pós-graduado em Direito Público e em Direito Digital, professor, membro do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) e da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-PB, fundador do NEPC3 – Núcleo de Estudos em Política, Cidadania e Cosmovisão Cristã, autor de artigos e obras jurídicas. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Guerras: 'Reunião comigo não mudará visão de Trump', diz Lula Um dos maiores porta-aviões dos EUA atraca no Rio de Janeiro Master: Flávio diz acompanhar "com atenção" nova ação da PF Andrei Rodrigues foi aos EUA, mas não participou da reunião Terras Raras estão por trás do encontro de Lula e Trump? WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Em defesa de Pollon, Zé Trovão e Van Hattem
Pleno News
06/05/2026 13:42 54 Views

Em defesa de Pollon, Zé Trovão e Van Hattem

Magno Malta - 06/05/2026 13h42 Marcos Pollon, Marcel van Hattem e Zé Trovão Há momentos em que o silêncio cobra um preço alto demais. Por isso, manifesto-me não para justificar excessos, mas para lembrar que a democracia não se mantém apenas com formalidades e aparências institucionais. Ela também se fortalece no contraditório, na resistência política e no direito legítimo de representantes do povo se levantarem contra aquilo que consideram abuso de poder. Dito isso, a ocupação das mesas diretoras e do Plenário do Congresso Nacional, em agosto de 2025, ocorreu em meio a um cenário de intensa tensão institucional. Não foi um gesto isolado nem vazio de propósito. Foi uma reação à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, à ausência de debate sobre a anistia e ao sentimento, compartilhado por muitos brasileiros, de que havia desequilíbrio entre os Poderes da República. Passado o tempo, é impossível ignorar que pouco mudou em relação às pautas que motivaram aquela manifestação. Porém, nesta semana, o Conselho de Ética decidiu pela suspensão dos mandatos de deputados como Marcos Pollon, Zé Trovão e Marcel van Hattem (vale ressaltar que a suspensão dos mandatos ainda deve ser analisada pela CCJ). Respeito o rito e a competência do colegiado, mas considero a decisão equivocada e desproporcional. A Constituição Federal e o Regimento Interno da Câmara dos Deputados garantem aos parlamentares inviolabilidade por suas opiniões, palavras e votos, além do livre exercício do mandato. O mandato não existe para agradar governos, tribunais ou conveniências passageiras, mas para dar voz aos conflitos reais da sociedade dentro do Parlamento. É preciso saber diferenciar protesto político de quebra de decoro. Afinal, decoro parlamentar não pode se transformar em instrumento para exigir submissão. Quando há manifestações firmes, obstruções regimentais ou ocupações simbólicas em defesa de uma causa política, a resposta mais sensata deveria ser o diálogo institucional, e não punições exemplares destinadas a intimidar opositores. A Câmara dos Deputados sempre conviveu com embates duros, discursos inflamados, cartazes, protestos e estratégias de obstrução. Isso faz parte da essência do Parlamento. O que enfraquece a instituição não é o confronto político, mas a aplicação seletiva de punições conforme o lado de quem protesta. Suspender mandatos por manifestações políticas abre um precedente grave: o de transformar divergência em infração disciplinar. Hoje são Pollon, Zé Trovão e Van Hattem. Amanhã poderá ser qualquer voz que incomode o poder de ocasião. Uma democracia madura não teme parlamentares combativos e importantes para a sociedade. O que uma democracia verdadeiramente deve temer é o silêncio imposto. Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Governo quer adoção imediata do fim da escala 6×1, diz ministro Testemunha relata detalhe após suposta agressão em hospital STF: Para delação, Vorcaro terá que devolver dinheiro desviado "Filhos do capeta": diz Nikolas ao defender maioridade penal; veja Atleta de Cristo RUN: Corrida une música e esporte em São Paulo WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O mundo capota: Lula diante de Trump
Pleno News
06/05/2026 13:11 60 Views

O mundo capota: Lula diante de Trump

Marco Feliciano - 06/05/2026 13h11 Reunião de Donald Trump com Lula, em outubro de 2025 Foto: Ricardo Stuckert / PR O mundo não dá voltas; ele capota. Nunca esse jargão foi tão relevante. Digo isso, porque, nesta quinta-feira (7), o presidente Lula será recebido na Casa Branca, nos Estados Unidos, pelo presidente Donald Trump. Nos últimos tempos, em dez de dez pronunciamentos, o nosso mandatário atacou de forma contumaz o chefe de Estado norte-americano, como se fosse um inimigo declarado do Brasil. Sempre com críticas voltadas à ideologia política, em defesa de ditaduras de esquerda e contra a classificação, como organizações terroristas, de grupos criminosos como PCC e CV. Agora, teremos a oportunidade de ver o nosso presidente ser confrontado com pautas caras a todo o mundo ocidental: o combate ao governo dos aiatolás do Irã, que massacra a própria população, e aos grupos terroristas financiados por eles no Líbano e no Iêmen. O mundo assistirá à reação do presidente Lula ao ser confrontado com tudo aquilo que, nos últimos tempos, tem defendido como política de governo: apoio irrestrito a ditaduras comunistas em oposição às nossas tradições judaico-cristãs. Finalizo pedindo a Deus que tire a trave dos olhos das nossas lideranças políticas e derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Um dos maiores porta-aviões dos EUA atraca no Rio de Janeiro Master: Flávio diz acompanhar "com atenção" nova ação da PF Andrei Rodrigues foi aos EUA, mas não participou da reunião Terras Raras estão por trás do encontro de Lula e Trump? Lula publica vídeo com Trump e irrita imprensa nos EUA WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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