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23/03/2026 13:23 12 Views

O caso Bolsonaro expõe o Brasil ao mundo

Marco Feliciano - 23/03/2026 13h23 Jair Bolsonaro Foto: EFE/ André Borges ARQUIVO As forças reacionárias que tentaram aniquilar o sempre presidente Jair Messias Bolsonaro não contavam com a Providência divina, que guindou ao posto de líder do mundo livre o presidente Donald Trump. Esse foi um duro golpe no globalismo de Soros et caterva. Hoje, os Estados Unidos sabem o que o povo brasileiro está assistindo a esquerda marxista tentando aniquilar as tradições judaico-cristãs de nossa nação. Inclusive, essa nação amiga tentou enviar um alto funcionário de sua diplomacia para avaliar as condições do nosso mais ilustre preso político, Jair Bolsonaro. Ao ser negada a entrada do representante norte-americano em nosso país, ficou patente a intenção de enfrentar a maior democracia do mundo livre. Dessa forma, todos os holofotes estão voltados para o nosso país, que desafia os mais comezinhos princípios das relações internacionais, sempre com impropérios contra o governante norte-americano Donald Trump. Somos o mais importante país do continente sul-americano, mas fazemos questão de nos apequenar perante o mundo com declarações infelizes por parte do nosso governo. O resultado é patente: nesta manhã, o PGR, Paulo Gonet, pronunciou-se a favor da flexibilização da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, demonstrando que só existe um caminho: a plena liberdade do ex-presidente. Finalizo agradecendo a Deus por nos conceder a tranquilidade de um povo que sabe esperar no seu tempo. E pedindo que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Comandante da GCM de Vitória é morta por PRF, seu ex-namorado Chappell Roan pede desculpas a família de Jorginho por incidente Gospel é o 2º gênero musical mais ouvido do Brasil, mostra pesquisa Mercado eleva previsão da inflação para 4,17% este ano CPMI cogita ordenar condução coercitiva da ex-noiva de Vorcaro WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Pleno News
23/03/2026 12:24 9 Views

Três sinais do atual momento político brasileiro

Ives Gandra Martins - 23/03/2026 12h24 Bastidores do poder (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT Quero trazer, aos amigos leitores, algumas considerações sobre o atual momento político brasileiro. A primeira delas diz respeito ao Partido dos Trabalhadores, que sempre afirma não ter relação alguma com os escândalos divulgados diariamente na imprensa, mas que se opõe ou procura obstruir a instalação das Comissões Parlamentares de Inquérito conduzidas pelo Poder Legislativo, não querendo, por exemplo, a CPMI do INSS nem a do Master, seja votando contra, seja criticando incisivamente. Ora, se o PT e seus correligionários — deputados, senadores e o próprio governo — não estão envolvidos nos escândalos, não precisam ter receio da instalação de nenhuma CPMI, nem de seus desdobramentos, investigações e convocações. É extremamente curioso que eles afirmem não estar vinculados aos vergonhosos fatos que vêm sendo divulgados, mas não queiram que as investigações sejam aprofundadas. Um bom governo é aquele que procura saber tudo o que existe de irregular para corrigir. Este é, pois, o primeiro aspecto que quero trazer: a minha perplexidade diante do fato de o governo e seus apoiadores negarem qualquer envolvimento com os escândalos noticiados, mas, ao mesmo tempo, trabalharem e atuarem firmemente para evitar que as Casas Parlamentares convoquem, ouçam depoimentos, apurem e obtenham informações dos envolvidos, impedindo que o Poder Legislativo exerça sua função fiscalizadora. A segunda reflexão que quero fazer é sobre a probabilidade de que tenhamos dois candidatos conservadores nas eleições à Presidência da República este ano: Flávio Bolsonaro e outro nome, sendo Ratinho Jr. o que apresenta mais chances no momento. Caso se confirmem duas candidaturas, será indispensável o estabelecimento de um pacto de não agressão entre ambos. Um exemplo a ser seguido é o caso da eleição no Chile, onde quatro candidatos conservadores disputaram a presidência contra um único nome da esquerda, que acabou indo para o segundo turno. Naquela ocasião, os quatro conservadores firmaram um pacto: aquele que avançasse para o segundo turno receberia o apoio imediato dos demais. Ora, no contexto brasileiro, esse pacto de não agressão significa que, havendo dois candidatos conservadores, estes possuirão um único adversário comum: o presidente Lula. Este pacto é fundamental para garantir que o candidato que avançar para o segundo turno conte não apenas com o apoio partidário e institucional do aliado, mas com a transferência da sua base de eleitores. Ao evitar a agressão mútua, preserva-se a imagem de ambos e impede-se a geração de ofensas e insultos que, no futuro, dificultariam uma aliança autêntica. Mais do que uma trégua, esse pacto assegura que as críticas permaneçam voltadas ao adversário comum, evitando que o eleitor se sinta confuso pela troca de ataques dentro do seu próprio espectro ideológico. Diante do cenário de duas candidaturas de oposição ao presidente Lula, a estratégia mais eficaz seria a adoção desse modelo inspirado na experiência chilena em primeiro turno. O objetivo central é pavimentar o caminho para o segundo turno, garantindo que o candidato remanescente herde a totalidade do capital político e a confiança dos eleitores do outro candidato. A terceira e última reflexão que gostaria de trazer aos amigos leitores é um dado extremamente relevante que circula no meio jornalístico: a informação de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão, no momento, decepcionados com o governo Lula. O movimento parece ser de autoproteção: os magistrados buscam se afastar de qualquer responsabilidade direta pelos rumos da gestão federal para preservar a imagem da Corte. Essa percepção de distanciamento ganha força quando observamos que diversos dos escândalos divulgados estão sob o exame do STF, do Congresso Nacional e do ministro André Mendonça. A pressão se intensifica com a atuação da CPMI do INSS e as movimentações em torno do Banco Master. Não sou jornalista, mas a leitura que faço “nas entrelinhas” das colunas e painéis políticos é a de que o presidente Lula tenta se eximir de responsabilidades para não contaminar sua candidatura à reeleição. Entretanto, há aqui uma contradição que não podemos ignorar. Em 2022, muitos analistas apontaram que o STF e o TSE garantiram o pleito que permitiu a eleição de Lula, inclusive restringindo a atuação de emissoras e veículos alinhados ao então presidente Bolsonaro — como a Gazeta do Povo, Brasil Paralelo, Rádio Jovem Pan e outros canais — que publicavam matérias críticas, baseadas em fatos, mas que foram proibidas de circular. Naquela época, houve uma blindagem institucional; agora, nota-se uma tentativa de desvincular o Supremo de qualquer ligação com o Executivo. Enfim, são três pontos a serem refletidos pelos protagonistas que formatarão o futuro das Instituições e do país. É imperativo que se compreenda a gravidade desse cenário, pois o equilíbrio entre os Poderes e a transparência das ações governamentais constituem os pilares de sustentação do Estado de Direito, sem os quais qualquer projeto de nação se torna frágil diante das crises. Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio-SP e ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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Pleno News
23/03/2026 09:49 6 Views

A banalidade de um crime recorrente

Juliana Moreira Leite - 23/03/2026 09h49 Brasil contra o feminicídio Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil No Brasil, homens matam mulheres todos os dias — não como exceção, mas como uma repetição quase burocrática da tragédia. É o tipo de rotina que ninguém assume, mas que todos, de algum modo, toleram. Há algo de profundamente perturbador nessa insistência: como se a violência fosse menos um descontrole e mais um hábito mal resolvido, uma forma distorcida de afirmar poder diante daquilo que os desafia — ou os revela. O discurso público finge surpresa, mas a intimidade dessas histórias diz outra coisa. Fala de homens que não suportam a autonomia feminina, que confundem desejo com posse, e que, incapazes de lidar com as próprias fissuras, escolhem eliminá-las no corpo do outro. Não é apenas ódio — é um desconforto mais íntimo, mais embaraçoso, que raramente é nomeado porque exigiria um tipo de honestidade que poucos estão dispostos a sustentar. E então há o sistema, esse grande álibi coletivo. Leis que não intimidam, punições que não encerram nada, uma sensação difusa de que sempre há uma segunda chance — até para quem tirou a última de alguém. Nesse cenário, a violência não é um desvio: é quase uma extensão lógica. E talvez o mais inquietante seja isso — não a brutalidade em si, mas a naturalidade com que ela se repete. Juliana Moreira Leite é jornalista especialista em cultura, escritora e curiosa. Nesse espaço vai falar sobre assuntos da atualidades sob a sua visão. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Homem tenta estuprar médica durante atendimento e é preso Comandante da GCM de Vitória é morta por PRF, seu ex-namorado Chappell Roan pede desculpas a família de Jorginho por incidente Gospel é o 2º gênero musical mais ouvido do Brasil, mostra pesquisa Mercado eleva previsão da inflação para 4,17% este ano WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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