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Dia de Jerusalém: 59 anos da reunificação
Pleno News
15/05/2026 12:27 16 Views

Dia de Jerusalém: 59 anos da reunificação

Lawrence Maximus - 15/05/2026 12h27 Israelenses se reúnem para a “Marcha da Bandeira”, em comemoração ao Dia de Jerusalém Foto: EFE/EPA/ATEF SAFADI Por volta do ano 1000 a.C., um jovem e arrojado rei chamado Davi unificou as 12 tribos em um único reino de Israel, mudando para sempre o curso da história. Davi conquistou Jerusalém e a proclamou capital da nação, estabelecendo-a como o centro político e espiritual do povo judeu. Como pastor que se tornou rei, Davi foi um dos mais importantes líderes de Israel (aproximadamente 1006–966 a.C.), conhecido por consolidar as tribos e transformar Jerusalém na capital eterna. O amor de Davi por Jerusalém transcendeu sua época e ecoa através dos Salmos. No Salmo 122, Davi expressa a profunda conexão espiritual com a cidade santa: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor. Os nossos pés estão às tuas portas, ó Jerusalém! Jerusalém, que és edificada como uma cidade que é compacta”. E no Salmo 137, declara o juramento inquebrantável: “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se-me a língua ao paladar, se de ti não me lembrar, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria”. Avançando quase três milênios, chegamos a junho de 1967. Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel enfrentou uma coalizão de nações árabes. Na manhã de 7 de junho, tropas israelenses entraram na Cidade Velha através do Portão dos Leões, reunificando a cidade após quase 19 anos de divisão. Às 10h15, o rádio israelense confirmou a notícia histórica: “O Monte do Templo está em nossas mãos.” David Ben-Gurion, o primeiro-ministro fundador do Estado, proclamou com convicção profética: “Para o Estado de Israel, sempre houve e sempre haverá uma única capital — Jerusalém, a Eterna.” Esta declaração resume 3 mil anos de história, fé e destino entrelaçados entre um povo e sua cidade sagrada. Jerusalém tornou-se, então, uma cidade reunificada que garantiu liberdade de culto e acesso a locais sagrados para todos – judeus, cristãos e muçulmanos. O capelão-chefe das Forças de Defesa de Israel tocou o shofar no Muro Ocidental, selando simbolicamente o retorno de Jerusalém Oriental ao controle judaico. Teologicamente, Jerusalém representa muito mais que uma capital política. Para o judaísmo, é o local do Monte Moriá, onde Abraão demonstrou fé suprema, onde Davi estabeleceu o centro de adoração, e onde Salomão ergueu o Primeiro Templo. Para o cristianismo, é o palco da crucificação, morte e ressurreição de Jesus. Yom Yerushalayim (Dia de Jerusalém) é celebrado anualmente para marcar essa reunificação, recordando o fim de quase dois milênios de exílio e o retorno à Cidade Velha e aos seus lugares mais santos. Hoje, 59 anos depois, Jerusalém permanece como símbolo de fé, resistência e esperança para milhões ao redor do mundo. E essa conexão entre o passado e o presente não é apenas histórica ou política; é profundamente pessoal e espiritual. Como pude testemunhar em minha própria jornada: Diante do Muro, no cume do Monte Moriá, confrontei-me com a História. Transpus, então, a mera instrumentalidade religiosa do lugar. Ali, tecido pelo espetáculo do desprezo ainda presente, ouço palavras proféticas em cada pedra: testemunhas do Verbo de Deus, que sobre elas habitou e que O reconheceram — e ainda hoje convergem aos sonetos celestiais, afirmando Seu breve retorno! Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Porchat debocha de projeto que o torna persona non grata na Alerj José Dirceu é diagnosticado com câncer em hospital de São Paulo Site Pleno.News fica entre os 10 veículos mais engajados em abril Lula volta a falar em "picanha" e inclui alcatra e maminha; veja Eduardo nega uso de verba de filme para se manter nos EUA WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

A legitimidade da participação cristã nas eleições
Pleno News
15/05/2026 11:10 19 Views

A legitimidade da participação cristã nas eleições

Rafael Durand - 15/05/2026 11h10 Fé, democracia e os limites da atuação religiosa no processo eleitoral (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT A democracia brasileira encontra seu alicerce na convivência harmoniosa entre diferentes visões de mundo, sustentada pelo princípio do pluralismo político. Este fundamento, garantido pela Constituição de 1988, assegura que a voz religiosa não seja apenas tolerada no âmbito privado, mas reconhecida como parte legítima e necessária do debate público. No entanto, observamos com preocupação o ressurgimento de movimentos que, sob o pretexto de fiscalização, tentam ressuscitar teses jurídicas já sepultadas para constranger a atuação de cristãos, pastores e líderes religiosos no processo eleitoral. Neste sentido, o contexto atual revela a atuação de grupos como a associação Movimento Brasil Laico (que poderia muito bem se chamar Movimento Brasil Laicista). Essa organização vem promovendo campanhas de patrulhamento e denúncias sistemáticas contra pastores, igrejas e pré-candidatos cristãos. O grande erro destas iniciativas reside na confusão conceitual entre laicismo e laicidade. Enquanto o laicismo atua como uma ideologia que busca banir a religião da esfera pública, tratando o Estado como uma entidade antirreligiosa, a laicidade brasileira é, por natureza, colaborativa. Nosso ordenamento jurídico estabelece uma neutralidade benevolente, onde o Estado não possui religião oficial, mas reconhece o valor social das instituições religiosas e protege o direito do cidadão de influenciar as leis com base em suas convicções morais. Assim, negar ao cristão o direito de participar ativamente da política com base em seus valores seria, na prática, criar uma cidadania de segunda classe, o que fere mortalmente o princípio da igualdade. É fundamental destacar que a tese do “abuso de poder religioso” como uma categoria autônoma de ilícito eleitoral foi expressamente rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no julgamento do REsp nº 8285/GO. A Corte compreendeu que a criação de tal figura por via jurisprudencial violaria o princípio da legalidade estrita, uma vez que não há previsão na Lei das Inelegibilidades para esse tipo de conduta. Assim, a justiça eleitoral reafirmou que a liberdade de expressão religiosa é protegida e que eventuais excessos devem ser punidos através das categorias já existentes, como o abuso de poder econômico, político ou dos meios de comunicação. Logo, tentar criar uma punição específica para o ambiente religioso é uma tentativa autoritária de expurgar os cristãos da vida pública, utilizando o aparelho judicial para silenciar uma parcela significativa da população. Afinal, o Direito Eleitoral já possui salvaguardas robustas para garantir a isonomia do pleito, sem a necessidade de inventar novas formas de repressão à fé. Neste sentido, a legislação brasileira é clara ao estabelecer limites para as organizações religiosas, que são classificadas como pessoas jurídicas de direito privado e devem obediência às normas de ordem pública. Sendo assim, são proibidas as condutas de distribuição de material eleitoral dentro dos templos e a vedação absoluta a doação de recursos por pessoas jurídicas (como as igrejas), o que torna a tese do abuso religioso uma invenção sem amparo legal. Ademais, no contexto eclesiástico, a liberdade de culto permite que líderes religiosos orientem sobre temas políticos e critérios de votação, promovendo a conscientização por meio de eventos educativos, desde que não haja pedido explícito de votos ou propaganda partidária no púlpito. E mais: como qualquer cidadão brasileiro, tais líderes preservam o direito de declarar apoio pessoal e voto fora do exercício das funções litúrgicas. Os candidatos, por sua vez, podem frequentar missas, cultos e celebrações, recebendo orações e menções de presença em eventos religiosos. No entanto, não devem utilizar o altar para pedido de votos. Essas regras são suficientes para prevenir desvirtuamentos. A insistência na tese do abuso de poder religioso, portanto, não busca a justiça, mas sim a imposição de um laicismo antirreligioso que ignora que o cristão é, simultaneamente, cidadão do Reino de Deus e da Polis terrena. Ora, cumpre ressaltar que é amplamente aceito e até incentivado que o debate político ocorra em ambientes como sindicatos, associações, escolas e universidades, sem que se cogite a criação de figuras jurídicas como o “abuso de poder sindical” ou “acadêmico” para silenciar tais vozes. Diante dessa realidade, torna-se injustificável e discriminatório o esforço de isolar apenas a Igreja, pretendendo excluí-la de um diálogo tão vital para a construção da sociedade. Se a política permeia todas as esferas da convivência humana, não há fundamento democrático que sustente a tentativa de banir o pensamento cristão da praça pública, enquanto outras instituições gozam de plena liberdade para influenciar os rumos da nação. Portanto, a política, quando exercida com integridade, é uma ferramenta legítima de serviço ao bem comum, e o uso de mordaças ideológicas para impedir esse serviço é um atentado contra o próprio Estado Democrático de Direito! Rafael Durand é advogado, mestre em Direito, pós-graduado em Direito Público e em Direito Digital, professor, membro do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) e da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-PB, fundador do NEPC3 – Núcleo de Estudos em Política, Cidadania e Cosmovisão Cristã, autor de artigos e obras jurídicas. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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Flávio Bolsonaro e a CPMI do Master
Pleno News
14/05/2026 16:34 44 Views

Flávio Bolsonaro e a CPMI do Master

Magno Malta - 14/05/2026 16h34 Flávio Bolsonaro Foto: EFE/ Andre Borges Ao longo da minha vida pública, aprendi que, nos momentos de crise, é preciso agir com serenidade, coragem e compromisso com a verdade. Quando um fato explode na imprensa, muitos correm para acusar, outros preferem se omitir, e poucos se dispõem a defender aquilo que realmente importa: justiça, equilíbrio e transparência. Foi o que ocorreu após a divulgação do áudio envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, que é envolvido em denúncias relacionadas ao Banco Master. Antes de qualquer precipitação, é preciso afirmar de forma objetiva: ninguém pode ser condenado por manchete, vazamento seletivo ou exploração política. O Brasil já assistiu, inúmeras vezes, a julgamentos antecipados promovidos por interesses eleitorais e ideológicos. Conheço Flávio Bolsonaro. Sei de sua trajetória, de sua lealdade à família, de sua postura pública e da responsabilidade com que sempre conduziu sua vida política. Flávio não surgiu do nada. Hoje é senador da República, mas também foi lançado como pré-candidato à Presidência por Jair Bolsonaro, homem honrado, perseguido por amar este país e por enfrentar um sistema que, há décadas, saqueia o Brasil. Vejo muitos tentando aproveitar esse episódio para semear divisão no campo da direita conservadora. Quando percebem que a direita está forte, organizada e competitiva, tentam fragmentá-la. Se o conteúdo tratado no áudio dizia respeito a patrocínio privado para um projeto audiovisual, isso precisa ser analisado dentro da legalidade, sem histeria e sem oportunismo. Relações privadas lícitas não podem ser automaticamente criminalizadas apenas porque envolvem nomes conhecidos ou adversários políticos da esquerda. Agora, uma coisa precisa ser dita: o caso Banco Master ultrapassa, e muito, qualquer áudio isolado, que nada indica ilegalidade. Trata-se de um fato amplo, que exige apuração séria e profunda. E a direita tem lutado para instalar uma investigação sobre esse banco e o impedimento sempre veio da… esquerda, não de Flávio. O Brasil precisa saber tudo o que ocorreu em torno dessa instituição financeira: seus vínculos, operações, relações políticas, influência econômica e possíveis conexões com agentes públicos, além da questão do INSS. Por isso, defendo a imediata instalação de uma CPMI do Banco Master. A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito deve convocar todos os envolvidos, quebrar sigilos necessários dentro da lei, ouvir autoridades, examinar contratos e esclarecer à sociedade brasileira quem se beneficiou, quem se omitiu e quem eventualmente praticou irregularidades. O que não aceito é ver setores da esquerda, que silenciaram diante de escândalos bilionários, agora quererem posar de paladinos da moralidade em cima de Flávio Bolsonaro. Muitos dos que hoje apontam o dedo conviveram com mensalão, petrolão, empreiteiras amigas e aparelhamento institucional. Afinal, até que se prove o contrário, Flávio não praticou qualquer crime. Também não aceito ver parte da própria direita agir por impulso, movida por ansiedade eleitoral, atacando seus próprios aliados sem conhecer os fatos. Divergência é legítima. Autofagia política é burrice. Nosso verdadeiro adversário continua sendo o projeto de poder da esquerda que afundou o Brasil na corrupção, na censura e no atraso. Em suma, o Brasil não precisa de linchamento midiático contra Flávio Bolsonaro. O Brasil precisa de coragem. E, neste momento, essa coragem só poderá ser manifestada através da CPMI do Banco Master. Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Porchat debocha de projeto que o torna persona non grata na Alerj José Dirceu é diagnosticado com câncer em hospital de São Paulo Site Pleno.News fica entre os 10 veículos mais engajados em abril Lula volta a falar em "picanha" e inclui alcatra e maminha; veja Eduardo nega uso de verba de filme para se manter nos EUA WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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