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A trégua no Oriente Médio e a esperança de paz
Pleno News
08/04/2026 11:10 19 Views

A trégua no Oriente Médio e a esperança de paz

Marco Feliciano - 08/04/2026 11h10 Donald Trump Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS / POOL Deus toma conta de tudo. Uma guerra odiosa, que poderia se arrastar por muito tempo, a dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, foi interrompida por uma trégua. Não importa o motivo da trégua ou quem deu início a ela. O importante é que as hostilidades cessaram. Por orgulho, o Irã diz ao seu público interno que saiu vitorioso, mas o mundo sabe a realidade: ninguém vence a maior força militar do mundo, os Estados Unidos, que não reduziram seu inimigo a cinzas em respeito ao povo ordeiro do Irã, que também é vítima do regime dos aiatolás, responsáveis por massacrar seu próprio povo a qualquer indício de manifestação. Reduzir uma nação a cinzas, lançando-a à Idade da Pedra, seria terrível para os cidadãos de bem. Portanto, esse cessar-fogo foi providencial e dará tempo para uma recomposição. Com a abertura do Estreito de Ormuz, a navegação se normalizará e a vida continuará, o que fará bem para todos. Mais uma vez, as forças do bem, em uma coalizão judaico-cristã com o apoio de islamitas moderados, que também foram atacados, conseguiram proporcionar uma paz tão necessária a um mundo conturbado, distanciado dos ensinamentos de Cristo: “Amai-vos uns aos outros”, algo tão presente no coração das pessoas de bem. Finalizo agradecendo a Deus por Sua promessa em João 14:27: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. Que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o Oriente Médio. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Irã volta a fechar Estreito de Ormuz e ameaça romper trégua Lula e Janja recebem ator Bruno Gagliasso no Palácio da Alvorada Jovem é suspeito matar assassino da mãe 10 anos após o crime PM do Rio apreende 48 toneladas de maconha, a maior da história Eduardo cita humilhação e faz 'último' comentário sobre Nikolas WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Os Acordos de Islamabad: Cessar-fogo entre EUA-Israel e Irã
Pleno News
08/04/2026 10:42 18 Views

Os Acordos de Islamabad: Cessar-fogo entre EUA-Israel e Irã

Lawrence Maximus - 08/04/2026 10h42 Bandeira nacional do Irã está enrolada em uma estátua em Teerã Foto: EFE/EPA/ABEDIN TAHERKENAREH No dia 7 de abril, sob mediação do Paquistão, EUA e Irã firmaram um cessar-fogo de duas semanas, com negociações previstas para 10 de abril em Islamabad. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, atuou como principal articulador, enquanto o vice-presidente americano, JD Vance, coordenou-se por telefone. Os chanceleres do Egito e da Turquia também participaram, e o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, convenceu a Guarda Revolucionária a aceitar os termos. O Irã apresentou um conjunto abrangente de exigências: garantia de fim permanente da guerra com compromisso de que EUA e Israel não promoveriam novos ataques; revogação total de todas as sanções primárias e secundárias; extinção de resoluções condenatórias do Conselho de Segurança da ONU e da AIEA; pagamento de reparações ao Irã; retirada das forças americanas da região; e cessação das operações israelenses contra o Hezbollah no Líbano e demais aliados do chamado “Eixo de Resistência”. Ademais, Teerã propôs a cobrança de uma taxa sobre navios que transitassem pelo Estreito de Ormuz, cuja receita seria dividida com Omã e destinada à reconstrução pós-conflito. O acordo será consagrado por resolução do Conselho de Segurança da ONU. Não está claro se os EUA aceitaram as exigências iranianas. O plano de dez pontos é preliminar, enquanto a contraproposta americana de quinze pontos – equivalente a uma capitulação iraniana – também estará sobre a mesa. Como ficou a coalizão no cessar-fogo? Perdeu a guerra? A coalizão EUA-Israel teve sucesso em destruir a capacidade militar convencional de ponta e a estrutura de comando do Irã, além de infligir danos econômicos potencialmente irreversíveis. No entanto, falhou em desmantelar a estrutura de poder do regime, que permanece resistente e ainda possui ferramentas perigosas para retaliar e negociar, mantendo suas principais ferramentas de barganha. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, teria ficado descontente com o acordo da Casa Branca e prometeu continuar a campanha militar israelense para ocupar todo o sul do Líbano e criar uma zona tampão. Líderes da oposição e outras lideranças israelenses criticaram duramente o cessar-fogo com o Irã, chamando-o de uma falha de liderança política e estratégica e alertando sobre consequências de longo prazo para a segurança de Israel. Em sentido oposto, os Estados do Golfo acolheram o cessar-fogo, exigindo o fim das hostilidades, apesar de ataques iranianos persistentes. O contexto permanece volátil: horas após o anúncio de Trump, o Irã lançou mísseis contra Israel, e o Bahrein ativou sirenes de ataque aéreo. Alertas continuaram em Israel, levantando dúvidas sobre a sustentabilidade do acordo. Em suma, não se pode afirmar que a coalizão EUA-Israel tenha perdido a guerra, tampouco que tenha vencido; o que se observa é a transição para uma fase de guerra híbrida, na qual negociações frágeis coexistem com ataques pontuais e disputas por legitimidade internacional. Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Irã volta a fechar Estreito de Ormuz e ameaça romper trégua Lula e Janja recebem ator Bruno Gagliasso no Palácio da Alvorada Jovem é suspeito matar assassino da mãe 10 anos após o crime PM do Rio apreende 48 toneladas de maconha, a maior da história Eduardo cita humilhação e faz 'último' comentário sobre Nikolas WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Empresas serão obrigadas a fiscalizar vacinas dos colaboradores?
Pleno News
08/04/2026 10:09 18 Views

Empresas serão obrigadas a fiscalizar vacinas dos colaboradores?

Thassya Prado - 08/04/2026 10h09 Vacina Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil No último dia 6 de abril, foi publicada a Lei nº 15.377/2026, que altera a CLT para determinar que empresas disponibilizem informações sobre campanhas oficiais de vacinação, HPV e cânceres de mama, colo do útero e próstata a seus empregados. Bastaram algumas horas para os comentários na internet esquentarem. No Instagram, um seguidor do Pleno.News reagiu assim: “Mais um encargo para o empresário. Preocupar com a caderneta de vacinação de um monte de marmanjo.” Outras dúvidas apareceram na sequência: “Detectar câncer? Que exame é esse?” “Não quero patrão mandando no meu corpo.” Postagem do Pleno.News sobre o assunto Na prática, o que esses comentários revelam é algo que vejo com frequência no meu trabalho como advogada empresarial: a desinformação sobre direito do trabalho no Brasil é grande, e ela prejudica tanto o trabalhador quanto o empresário. Por isso, minha intenção neste artigo é esclarecer o que a Lei nº 15.377/2026 realmente diz, o que muda na prática e o que é, simplesmente, fake news. Empresas terão que fiscalizar a caderneta de vacinação dos colaboradores? Não. Essa afirmação é fake news. A lei não cria nenhuma obrigação de controle, cobrança ou fiscalização sobre o histórico vacinal de ninguém. O que ela determina é que a empresa disponibilize informações sobre campanhas oficiais de vacinação. Informar é diferente de fiscalizar. A empresa comunica. O trabalhador decide. Aliás, empresas já fazem isso rotineiramente com dezenas de outros temas: campanhas de saúde mental, prevenção de acidentes, programas de qualidade de vida. A lei apenas inclui mais um tema nesse rol de comunicação interna que o RH já conhece bem. Que exame de câncer é esse? O que é o HPV e o que tem a ver com o Papanicolau? O HPV é uma infecção sexualmente transmissível comum que, em determinados casos, pode evoluir para cânceres. O Papanicolau, o popular “preventivo”, é o exame que rastreia alterações celulares causadas pelo HPV antes que se tornem um problema grave. Para os homens, os exames de rastreamento de câncer de próstata incluem o PSA e o toque retal. São exames simples, acessíveis pelo SUS e que salvam vidas quando feitos regularmente. O problema é que muita gente adia por não conseguir faltar ao trabalho sem prejuízo financeiro. É exatamente nesse ponto que a nova lei atua. Quem deve se vacinar contra o HPV? A vacina contra o HPV está disponível gratuitamente pelo SUS, mas com critérios definidos pelo Ministério da Saúde: meninas e meninos de 9 a 14 anos, pessoas imunossuprimidas ou vítimas de violência sexual até 45 anos. A maioria dos trabalhadores adultos não se enquadra nesses critérios. Para essa parcela, o que a lei promove na prática é o acesso à informação sobre os exames preventivos, o principal instrumento de detecção precoce disponível para quem já passou da faixa etária da vacinação. O que muda para as empresas na prática com a Lei nº 15.377/2026? As empresas passarão a incluir nos seus canais internos de comunicação informações sobre vacinação, HPV e os cânceres previstos na lei, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. A mudança mais concreta está no art. 473 da CLT: o trabalhador agora pode faltar para realizar exames preventivos sem desconto no salário. Essa ausência passa a ser falta justificada por lei. Para o RH, isso significa atualizar políticas internas e garantir que nenhum desconto indevido seja aplicado. Dito isso, vale, enfim, ressaltar que a Lei nº 15.377/2026 não invade a vida privada de ninguém. Ela remove um obstáculo: o medo de perder o dia de trabalho na hora de cuidar da saúde. Diagnóstico precoce salva vidas, e uma falta justificada pode ser a diferença entre um tratamento simples e um quadro avançado. Thassya Prado é advogada empresarial e idealizadora do @entendaseudireito. CEO do escritório Prado Advocacia Empresarial, Compliance e Tribunais, é  especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Empresarial e Tribunais Superiores. Atua ainda como mentora de advogados. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Irã volta a fechar Estreito de Ormuz e ameaça romper trégua Lula e Janja recebem ator Bruno Gagliasso no Palácio da Alvorada Jovem é suspeito matar assassino da mãe 10 anos após o crime PM do Rio apreende 48 toneladas de maconha, a maior da história Eduardo cita humilhação e faz 'último' comentário sobre Nikolas WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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