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A questão do uso do banheiro feminino por mulheres trans
Pleno News
20/05/2026 10:47 21 Views

A questão do uso do banheiro feminino por mulheres trans

Renato Vargens - 20/05/2026 10h47 Banheiro por gênero biológico (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/ Tim Mossholder Uma das questões mais debatidas, nos últimos dias, tem sido o uso do banheiro feminino por mulheres não biológicas. Em Niterói, por exemplo, uma vereadora trans tem liderado um movimento de invasão a banheiros femininos afirmando que as mulheres trans possuem o direito de usar esses locais. Os que pensam desta forma afirmam que apesar de homens biológicos, identificam-se como mulheres, portanto, têm o direito de usufruir do banheiro feminino. O banheiro feminino surgiu no século 18 na Europa e se consolidou nos séculos 19 e 20 como uma conquista social e de saúde pública. Nos Estados Unidos, a partir de 1887, começaram a ser aprovadas as primeiras leis estaduais exigindo banheiros separados em locais de trabalho, modelo que se espalhou pelo mundo para dar suporte às mulheres fora de casa. A questão é que permitir que mulheres trans — que são homens biológicos — usem o banheiro feminino, traz a reboque problemas como: segurança e intimidade, visto que pessoas mal-intencionadas ao se identificarem como mulheres para ter acesso a espaços íntimos podem cometer abusos contra mulheres. Outro fator que deve ser levado em consideração é o constrangimento, visto que o sexo biológico pode promover esse tipo de sentimento, ou mesmo o desconforto em meninas por terem que dividir um espaço que deveria ser efetivamente destinado às mulheres. Mais um ponto importante que precisa ser ponderado é o fato de que mais de 80% dos eleitores brasileiros são contrários à presença de trans em banheiros e prisões femininas, visto que isso viola os direitos conquistados pelas mulheres. Penso que a situação é nevrálgica, e que o Estado não pode impor sobre a sociedade uma percepção que fere direitos e liberdade. O banheiro feminino deve ser usado exclusivamente por mulheres biológicas e ninguém que não tenha nascido mulher deve usar esse espaço. Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro e conferencista. Pregou o evangelho em países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa. Tem 40 livros publicados em língua portuguesa e um em língua espanhola. É membro dos conselhos do TGC Brasil e do IBDR. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Lula rejeita pena de morte para agressores de mulheres Tensão com Cuba: Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe Thiago Asmar rebate André Rizek: “Imprensa sem vergonha na cara” Deltan acusa Gilmar Mendes de liberar fake news contra ele Trailer de filme sobre Bolsonaro faz buscas crescerem no Google WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Woke, escola e filhos: Quem educa nossas crianças?
Pleno News
19/05/2026 18:08 39 Views

Woke, escola e filhos: Quem educa nossas crianças?

Marco Feliciano - 19/05/2026 18h08 Homeschooling (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/ Katerina Holmes O Brasil, chamado de país do futuro, vê suas crianças e adolescentes envolvidos pela famigerada teoria woke, que visa retirar dos pais a educação básica dos filhos, entregando tudo ao Estado. Países desenvolvidos entregam a educação dos filhos aos pais, que podem adotar o homeschooling, educação ministrada por pais, tutores ou professores, com ênfase no ambiente familiar. No entanto, todas as autoridades com viés esquerdista, em diversos patamares da sociedade, no Judiciário, na política e no magistério, são visceralmente contra esse método de educação porque, como nossa sociedade é majoritariamente de formação judaico-cristã, o domínio da educação lhes foge das mãos. Constatamos isso quando assistimos ao juiz da cidade de Jales, dr. Júnior da Luz Miranda, condenando pais à detenção de 50 dias, alegando abandono intelectual. O que vemos como excesso de purismo, pois devemos respeitar a vontade de pais que se preocupam em proporcionar o que acham melhor para seus filhos em um universo no qual milhões de crianças são abandonadas à própria sorte. Temos visto até ministros da Suprema Corte votando contra pais retirarem seus filhos da escola para educá-los em casa e derrubando leis estaduais que autorizavam pais a impedir os filhos de participar de aulas sobre identidade de gênero, ministradas por professores de esquerda, militantes woke. Finalizo declarando, em bom som, que meu mandato será sempre um baluarte contra as imbecilidades que tentam enfiar goela abaixo de nossos jovens e crianças. Que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos os nossos alunos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Lula rejeita pena de morte para agressores de mulheres Tensão com Cuba: Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe Thiago Asmar rebate André Rizek: “Imprensa sem vergonha na cara” Deltan acusa Gilmar Mendes de liberar fake news contra ele Trailer de filme sobre Bolsonaro faz buscas crescerem no Google WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O dossiê Mengele: O último mistério do nazista enterrado no Brasil
Pleno News
19/05/2026 17:19 40 Views

O dossiê Mengele: O último mistério do nazista enterrado no Brasil

Lawrence Maximus - 19/05/2026 17h19 Oficiais nazistas: Richard Baer, Josef Mengele (ao centro), Rudolf Hoess, em Auschwitz Foto: Domínio púlico Enquanto a comunidade internacional clamava por justiça, um dos criminosos de guerra mais procurados da história vivia anonimamente sob o Sol brasileiro. Josef Mengele, o infame “Anjo da Morte” de Auschwitz, encontrou no Brasil seu último refúgio — e seu túmulo. Mengele sabia que a Alemanha nazista havia perdido a guerra. Para evitar a captura e o julgamento em Nuremberg, ele rapidamente adotou o pseudônimo de Wolfgang Gerhard. Em 1961, após passagens pela Argentina, Uruguai e Paraguai, Josef Mengele cruzou a fronteira brasileira sob o pseudônimo de Peter Hochbichler. Não foi uma escolha aleatória: o Brasil, com suas vastas áreas rurais e comunidades de imigrantes europeus, oferecia o anonimato perfeito para quem carregava o peso de mais de 1 milhão de mortes nas costas. Por décadas, historiadores como a suíça Regula Bochsler lutaram para acessar arquivos sobre a passagem de Mengele pela Europa — especialmente na Suíça, onde há indícios de que ele tenha passado férias com seu filho, Rolf, nos Alpes, em 1961. Em 2025, após pressão pública e financiamento coletivo, o governo suíço anunciou a liberação parcial dos documentos — embora com censuras justificadas por “segurança nacional”. Especialistas alertam que os arquivos podem revelar não apenas rotas de fuga, mas também conexões financeiras entre nazistas e instituições bancárias “neutras”. Muitos desses especialistas dividem-se sobre o conteúdo esperado. Alguns acreditam que os arquivos mostrarão, em detalhes, a rede de apoio que permitiu Mengele transitar livremente pela Europa enquanto deveria ser um dos homens mais caçados do mundo. Outros apontam que a Suíça teme revelar não apenas sua leniência com nazistas, mas também o papel de seus bancos “neutros” no acolhimento de ouro e dinheiro hitleristas. Há ainda quem compare o caso aos arquivos de Jeffrey Epstein: documentos que, quando divulgados, podem vir pesadamente censurados para proteger instituições e indivíduos poderosos. Independentemente disso, a liberação representa uma vitória para historiadores e para a memória histórica. No Brasil, a abertura de arquivos sobre a presença nazista ainda é tímida. Historiadores apontam a necessidade de investigações mais profundas sobre como criminosos de guerra conseguiram viver impunemente por tanto tempo em território nacional. Em suma, mais do que um relato biográfico, a vida de Mengele no Brasil é um convite à reflexão sobre memória, impunidade e responsabilidade histórica. Enquanto arquivos são abertos e novas evidências emergem, cabe à sociedade garantir que as lições do passado não sejam esquecidas — e que a justiça, mesmo tardia, nunca seja silenciada. Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Lula rejeita pena de morte para agressores de mulheres Tensão com Cuba: Porta-aviões dos EUA chega ao Caribe Thiago Asmar rebate André Rizek: “Imprensa sem vergonha na cara” Deltan acusa Gilmar Mendes de liberar fake news contra ele Trailer de filme sobre Bolsonaro faz buscas crescerem no Google WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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