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O estranho caso da Ypê: Fiscalização ou perseguição?
Pleno News
13/05/2026 14:26 37 Views

O estranho caso da Ypê: Fiscalização ou perseguição?

Marco Feliciano - 13/05/2026 14h26 Detergentes Ypê (Imagem ilustrativa) Foto: Site/Divulgação O que vem acontecendo no país nos últimos tempos é digno dos próceres do submundo da Sicília: uma aparente vingança contra uma empresa por parte de órgãos governamentais que têm a obrigação de primar pelo bem comum de todos com isenção. A tradicional empresa do ramo de limpeza, a fabricante dos produtos Ypê, teve seus proprietários envolvidos, na campanha presidencial de 2018, em uma doação de R$ 1 milhão para o então candidato Jair Bolsonaro, com ampla divulgação e de forma transparente, como deve ocorrer em um país democrático. No entanto, como toda vingança espera sua hora, ficaram aguardando o momento propício e iniciaram o ataque. Com a desculpa de contaminação por bactérias, o que pode até ter ocorrido, os órgãos sanitários liderados pela Anvisa, após análise do detergente doméstico da marca Ypê, determinaram o embargo e apreensão de toda a produção da fábrica, causando uma repercussão negativa capaz de comprometer profundamente a marca. Isso aconteceu justamente em um órgão público cujo corpo diretivo possui fama de ser composto majoritariamente por esquerdistas, que realizou uma diligência cercada de ampla divulgação. O caso foi até repercutido pela primeira-dama do país de forma equivocada, como se alguém tivesse ingerido o detergente da marca Ypê. Pelo tamanho da exposição, o episódio ganhou contornos dignos de um seriado de mistério. Como sociedade organizada, temos de usar a máquina estatal pelo bem comum, com justiça e equilíbrio, não para saciar a sanha vingativa de grupos inescrupulosos. Finalizo pedindo a Deus que esclareça a verdade e que todos os fatos venham à tona de forma clara e cristalina, como deve ser. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Vorcaro pagou R$ 61 milhões por filme; Flávio cobrou repasses Vorcaro também teria financiado filmes de Lula e Temer, diz jornal Zema diz que é "imperdoável" Flávio pedir dinheiro a Vorcaro Lindbergh pede prisão de Flávio Bolsonaro após áudios vazarem Após vazar áudio com Vorcaro, Flávio defende CPI do Master WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O bonito e o feio do 13 de Maio 
Pleno News
13/05/2026 11:00 38 Views

O bonito e o feio do 13 de Maio 

William Douglas - 13/05/2026 11h00 O bonito e o feio do 13 de Maio (Imagem ilustrativa) Foto: IA O 13 de Maio revela duas faces: uma bonita e outra feia. A face bonita é a lembrança da assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, pela princesa Isabel, abolindo oficialmente a escravidão no Brasil. A face feia é a tentativa de, parte do movimento negro contemporâneo, desqualificar a importância da lei e de sua autora. Vamos aos fatos: O lado bonito é óbvio: a Lei Áurea fez diferença. E muita. A abolição veio tarde e de modo incompleto: faltaram políticas públicas, inclusão, acesso à terra, educação e integração econômica. Tudo isso é verdade. Mas tentar transformar a Lei Áurea em algo irrelevante ou “sem importância” é um erro histórico e moral. Dentro da cultura da época, das resistências políticas, econômicas e sociais existentes, foi um movimento corajoso, útil e civilizatório. A princesa Isabel pagou um preço político alto pela decisão, e muitos historiadores apontam a abolição como um dos fatores que aceleraram a perda de apoio da monarquia entre setores escravistas. Tanto a princesa Isabel quanto Dom Pedro II possuem diversos relatos históricos de trato humano e digno em relação aos negros e ao movimento abolicionista. Dom Pedro II defendia gradualmente o fim da escravidão e apoiou medidas que enfraqueceram o sistema escravocrata ao longo do tempo. A princesa Isabel, inclusive, recebeu homenagem oficial do papa Leão XIII pela assinatura da Lei Áurea e ficou conhecida por muitos como “A Redentora”. E ela o foi, sim. Isso significa que eram perfeitos? Claro que não. Eram pessoas do século 19, vivendo dentro de uma sociedade profundamente contraditória. Mas negar a importância histórica da Lei Áurea é simplesmente desonesto. E aí chegamos ao lado feio do 13 de Maio. Parte do movimento negro tenta apagar e diminuir essa data e substituí-la pelo Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, em homenagem a Zumbi dos Palmares. Ocorre que uma data não precisa excluir a outra. É perfeitamente possível reconhecer a importância de Zumbi, da resistência negra e da consciência racial sem precisar atacar a Lei Áurea ou a princesa Isabel. Aliás, essa tentativa de transformar tudo em disputa ideológica acaba sendo contraproducente, racista e até intelectualmente pobre. A história real é complexa. Os mesmos grupos que criticam a princesa Isabel por pertencer a uma sociedade escravocrata silenciam sobre os registros históricos de que o próprio Zumbi dos Palmares também manteve escravos dentro da estrutura de Palmares. Mais: se vamos falar da resistência negra, então precisamos lembrar também de Ganga Zumba, figura histórica fundamental e muitas vezes esquecida no debate público. O Brasil precisa amadurecer. A direita precisa parar de criticar tanto Zumbi, e a esquerda e os ativistas precisam lembrar que a escravidão envolveu também elites africanas e estruturas locais de captura e venda de escravos, o que mostra como a história real é mais complexa do que narrativas simplificadas e enviesadas ideologicamente. Precisamos acabar com o negacionismo da História, com o reescrever seletivo e com o anacronismo ao julgar o passado com os padrões morais atuais. O Brasil não precisa apagar a História, mas aprender com ela. Um país maduro reconhece seus heróis, suas contradições e seus avanços. E, sem esquecer os lados menos luminosos, precisa comemorar Isabel, Zumbi e Zumba. William Douglas é professor de Direito Constitucional, pastor batista, escritor e mestre em Direito. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Vorcaro pagou R$ 61 milhões por filme; Flávio cobrou repasses Vorcaro também teria financiado filmes de Lula e Temer, diz jornal Zema diz que é "imperdoável" Flávio pedir dinheiro a Vorcaro Lindbergh pede prisão de Flávio Bolsonaro após áudios vazarem Após vazar áudio com Vorcaro, Flávio defende CPI do Master WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Lula no metaverso: Um cosplay de Robin Hood
Pleno News
12/05/2026 14:32 59 Views

Lula no metaverso: Um cosplay de Robin Hood

Lawrence Maximus - 12/05/2026 14h32 Lula no metaverso: Um cosplay de Robin Hood (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT No mundo imaginário do lulopetismo, o metaverso é uma bela história política e eleitoral de seus personagens. Ao contrário de Lula e sua amizade colorida e desenfreada por milionários, Robin Hood, herói lendário dos quadrinhos e do cinema, subtraía bens da nobreza em benefício dos pobres. Eis uma contradição notável para quem se autodenomina “pai dos pobres”. Ao me deparar com essa fantasia (referindo-me ao aludido plano do governo), lembrei-me da célebre frase do vice-presidente Geraldo Alckmin — “Lula quer voltar à cena do crime” — durante as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. A frase de Alckmin — “voltar à cena do crime” — funciona hoje como metáfora de um dilema maior: como avaliar a legitimidade de um governo que propõe combater práticas das quais seus integrantes foram historicamente acusados e presos? São necessárias três considerações: 1. A memória política importa: acusações passadas, condenações judiciais (como as da Lava Jato, posteriormente anuladas por militâncias políticas) e alianças com figuras controversas criam um déficit de confiança que não se resolve apenas com novos decretos. 2. A coerência retórica é teste de credibilidade: quando um vice-presidente que antes denunciava corrupção agora integra o governo que promete combatê-la, a população tem o direito de refutar e descredibilizar tal plano. 3. O perigo da instrumentalização: se o plano contra o crime for usado para perseguir opositores enquanto ignora ilícitos de aliados, ele se tornará exatamente um sistema que poupa os criminosos e criminaliza o oponente. Portanto, a ironia da “cena do crime” não está apenas na mudança de alianças de Alckmin, mas no desafio permanente de qualquer democracia: como garantir que o combate ao crime não se transforme em instrumento de poder? Neste contexto brasileiro, ecoa a frase do filme Robin Hood – A Origem: Deus está lá em cima, eu estou aqui embaixo. Cada um de nós precisa se levantar, ou todos iremos cair. Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Vorcaro pagou R$ 61 milhões por filme; Flávio cobrou repasses Vorcaro também teria financiado filmes de Lula e Temer, diz jornal Zema diz que é "imperdoável" Flávio pedir dinheiro a Vorcaro Lindbergh pede prisão de Flávio Bolsonaro após áudios vazarem Após vazar áudio com Vorcaro, Flávio defende CPI do Master WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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