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Intolerância religiosa e violência contra idosa em praça pública
Pleno News
22/04/2026 13:17 41 Views

Intolerância religiosa e violência contra idosa em praça pública

Rafael Durand - 22/04/2026 13h17 Fátima Candeia Foto: Reprodução O Brasil assiste, com uma passividade alarmante, à ascensão de uma onda de violência simbólica direcionada especificamente contra os cristãos. O que começa no campo das ideias e das redes sociais, travestido de “opinião” ou “crítica”, tem se revelado como o prelúdio de uma barbárie física. Casos como o do historiador Eduardo Bueno, o “Peninha”, que chegou a defender a tese antidemocrática de cercear o direito ao voto de evangélicos, ou as declarações virulentas de figuras públicas como Luana Piovani, que chegou a classificar o fiel como um “ser desprezível” e afirmou categoricamente que “o evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano”, não são meros fatos isolados, mas sim sintomas de uma desumanização deliberada que prepara o terreno para a violência física. A história é uma mestra severa e nos ensina que a violência física nunca nasce do vácuo. Nos regimes totalitários do século XX, assim como nas arenas do Império Romano, a perseguição sangrenta foi precedida pelo ultraje público. Primeiro, retira-se a dignidade. Depois, retiram-se os direitos. Por fim, agride-se o corpo. Assim, quando o discurso de ódio contra o “evangélico” é normalizado na grande mídia e nas rodas intelectuais, o agressor na ponta final sente-se legitimado a desferir o golpe! O caso de Laranjeiras: O soco da intolerância O resultado prático dessa “permissividade moral” materializou-se de forma covarde na Praça Chaim Weizmann, em Laranjeiras, Rio de Janeiro. A senhora Maria de Fátima, uma idosa cujo “crime” era entoar louvores em praça pública, foi alvo de uma agressão brutal. Um homem, incomodado com a manifestação da fé cristã, aproximou-se e desferiu um soco violento no rosto daquela mulher. A cena é de um simbolismo trágico: uma idosa, indefesa, segurando sua Bíblia e sua fé, sendo calada pelo punho cerrado da intolerância. Aqui, não estamos diante de uma mera “briga de vizinhos”, mas de um concurso de crimes gravíssimos que as autoridades não podem ignorar. A tipicidade penal e a inércia estatal Como jurista, é impossível não vislumbrar a gravidade jurídica do ato. Estamos, em tese, diante de vários crimes: – Intolerância Religiosa e Racismo Religioso (Lei 7.716/89): Conduta motivada pelo preconceito contra a crença da vítima. – Impedimento ou Perturbação de Culto (Art. 208 do CP): Ultraje a ato de natureza religiosa. – Violência contra a Mulher e contra a Pessoa Idosa: Sob o amparo da Lei Maria da Penha e do Estatuto do Idoso. – Lesão Corporal e Tentativa de Feminicídio: É perfeitamente sustentável a tese de tentativa de feminicídio. A disparidade de forças, a idade avançada da vítima e o local do golpe (cabeça/rosto) demonstram que o agressor assumiu o risco de um resultado letal ou, no mínimo, agiu com desprezo extremo pela condição de gênero e vulnerabilidade da senhora. É inadmissível que, em um país com índices alarmantes de violência contra a mulher, um agressor capturado em flagrante por crimes tão bárbaros tenha apenas prestado depoimento e sido liberado. A impunidade, em casos como este, funciona como um combustível para o próximo intolerante. Portanto, também expresso aqui minha total solidariedade à irmã Maria de Fátima. Seu rosto machucado é hoje o rosto de uma igreja que confia na Justiça Divina, mas que clama pela justiça dos homens! A missão da autoridade e a esperança cristã Como cristãos, as Escrituras não nos enganam: sabemos que seremos perseguidos. O Senhor Jesus foi categórico: “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim” (João 15:18). Neste sentido, temos ciência que a perseguição é uma marca da fidelidade ao Evangelho. Contudo, a mesma Bíblia que nos prepara para o ultraje é a que define o papel do Estado. Em Romanos 13:1-7, o apóstolo Paulo estabelece que as autoridades foram instituídas por Deus para serem “ministros de Deus para o teu bem”. A espada que o magistrado carrega não é em vão: ela existe para refrear o mal e punir com rigor o malfeitor. O Estado, portanto, não pode ser “neutro” diante do soco que corta o rosto de uma idosa. Esperamos que o Judiciário, o Ministério Público e as forças de segurança do Rio de Janeiro ajam com o rigor que a gravidade do caso exige. Que a lei seja aplicada não apenas para punir um agressor, mas sobretudo para reafirmar que, no Brasil, o espaço público ainda pertence à liberdade, e não à tirania dos punhos cerrados daqueles que atentam contra a fé! Rafael Durand é advogado, mestre em Direito, pós-graduado em Direito Público e em Direito Digital, professor, membro do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) e da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB-PB, fundador do NEPC3 – Núcleo de Estudos em Política, Cidadania e Cosmovisão Cristã, autor de artigos e obras jurídicas. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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Acordos de Isaac
Pleno News
22/04/2026 10:03 42 Views

Acordos de Isaac

Lawrence Maximus - 22/04/2026 10h03 Javier Milei e Benjamin Netanyahu Foto: AFP PHOTO / ARGENTINA'S PRESIDENCY Foi oficialmente anunciado, pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e pelo presidente da Argentina, Javier Milei, o documento denominado Acordos de Isaac. Tal iniciativa, cuja inspiração remonta ao pragmatismo diplomático que caracterizou os Acordos de Abraão, institui um referencial estratégico destinado a ampliar os vínculos de cooperação entre a Argentina, Israel e demais nações do Hemisfério Ocidental cujos valores se alinhem à defesa inegociável da liberdade, dos princípios democráticos e da herança judaico-cristã. Ao fazer referência a Isaac — figura patriarcal reverenciada tanto pela tradição judaica quanto pela cristã — o texto fundacional enfatiza uma base identitária civilizacional comum, capaz de ultrapassar limites meramente geográficos. A aproximação entre Israel e as nações latino-americanas de orientação centro-direitista revela-se não apenas oportuna, mas também de relevância histórica: ambas as partes se veem diante de ameaças existenciais oriundas de regimes tirânicos ou ditatoriais, além de partilharem a defesa intransigente da soberania nacional perante projetos políticos de caráter globalista. No cerne do acordo, encontra-se a articulação operacional voltada ao enfrentamento de organizações terroristas, com ênfase particular nas tentativas do regime iraniano de estender suas redes e sua infraestrutura logística no território latino-americano. A imprensa conservadora do Ocidente tem sustentado, de modo praticamente unânime, que administrações comprometidas com o Estado de Direito e com políticas de abertura econômica — a exemplo da gestão de Milei — constituem aliados naturais de Israel no que tange ao desmantelamento de fluxos financeiros ilegais, ao combate ao tráfico de armamentos e à interrupção de mecanismos de lavagem de capitais que alimentam o terrorismo, seja ele estatal ou não estatal. Em paralelo às dimensões securitárias, os Acordos de Isaac contemplam a ampliação da cooperação mútua nas áreas tecnológica, do agronegócio, da cibersegurança, da matriz energética e do intercâmbio comercial livre de barreiras protecionistas. Israel, mundialmente reconhecido sob o epíteto de “Startup Nation”, visualiza na Argentina liderada por Milei — país que se comprometeu com a desregulamentação, com privatizações estratégicas e com a abertura de seus mercados — um ambiente propício à implementação de soluções inovadoras nos campos da agrotecnologia, da dessalinização, das finanças digitais (fintech) e da proteção cibernética. Na esfera diplomática, a referida aliança busca congregar esforços no âmbito de organismos internacionais, com o objetivo de fazer frente a resoluções desproporcionalmente dirigidas contra Israel e, ao mesmo tempo, salvaguardar a autonomia econômica e política dos Estados signatários. Tal alinhamento configura-se como um contrapeso indispensável às coalizões de espectro progressista, as quais vêm instrumentalizando instâncias multilaterais para hostilizar governos conservadores e a própria aliança entre o Ocidente e Israel. Em suma, os Acordos de Isaac transcendem a mera formalização de um pacto diplomático bilateral. Eles representam a concretização de uma cosmovisão conservadora que erige a liberdade, a tradição judaico-cristã, a soberania nacional e a segurança coletiva como pilares estruturantes da ordem internacional contemporânea. Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Preso por feminicídio de miss se enforca na cadeia, diz polícia Relator adia parecer de minerais críticos após pedido do governo Flávio participa da Norte Show e critica política econômica Parada LGBT+ adota tom eleitoral: "A rua convoca, a urna confirma" Avião carregando R$ 15 milhões cai; moradores saqueiam WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Por que escrevemos herói com h?
Pleno News
21/04/2026 10:32 76 Views

Por que escrevemos herói com h?

Verônica Bareicha - 21/04/2026 10h32 Nesta terça-feira (21), celebramos o feriado de Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira, morto enforcado e reconhecido como herói apenas muitos anos depois. Imagino que quando falamos deste herói brasileiro que lutou contra o “sistema”, surjam duas questões. A primeira é quase automática: por que escrevemos herói com “h”, se essa letra nem mesmo é pronunciada? Confesso que gostaria de dar a esse “h” um significado grandioso. Mas a explicação é simples: no latim — língua que deu origem ao português — o “h” tinha som e importância, assim, permaneceu. Então, a palavra “heros”, por sua vez originada do grego “hḗrōs”, se referia a um nobre influente. O termo vinha da mitologia, e designava os semideuses, conhecidos por seus feitos extraordinários. Hoje, segundo o Houaiss, herói tem alguns significados. Entre eles, o indivíduo notabilizado por coragem, tenacidade, abnegação e magnanimidade; alguém capaz de suportar, de forma exemplar, circunstâncias incomuns. Isso quer dizer que Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, foi alguém com essas nobres qualidades. Então, surge a segunda questão: por que esse apelido? De acordo com historiadores, o moço aprendeu com um tio o ofício de dentista prático. Logo, muitos recorriam a ele quando precisavam de tratamento dentário; e, literalmente, ele “tirava dentes”. Daí o apelido. Agora, mais do que isso: Tiradentes também confeccionava próteses com ossos de animais e arame, permitindo que as pessoas continuassem a comer e a sorrir. Pra mim, esse detalhe revela muito sobre esse homem. Mas veja, quando criança, sempre achei essa história fantástica. Até porque não deixa de ser curioso que Tiradentes seja o único brasileiro a ter um feriado nacional em sua memória. E por que seria? Com o tempo, e novas informações, entendi que nada era tão simples quanto imaginei. Mas ainda assim penso que é importante relembrarmos o episódio. Veja, Joaquim José da Silva Xavier era um homem simples e batalhador. Teve diversas profissões, não apenas a de dentista. Embora possuísse alguns bens, acumulava dívidas com a Coroa Portuguesa, que taxava tudo o que era extraído, consumido ou produzido por aqui. Nesse ponto, havia um contexto de cansaço — quase que coletivo — aos mandos e desmandos da Coroa, ainda um sentimento de “basta, já chega!” e a teoria Iluminista ganhava força mundo afora. Foi a junção disso tudo que fez com que ele e outros homens passassem a sonhar com a independência. Claro que não havia ainda um Brasil como o conhecemos hoje, nem um senso consolidado de pátria; então, naquele momento, o desejo foi apenas o de libertar Minas Gerais. O grupo era formado por intelectuais, fazendeiros, padres e militares e acabou sendo traído por um deles, o coronel Joaquim Silvério dos Reis. As motivações dele são discutidas até hoje, mas o desfecho é conhecido. Entre todos, Tiradentes era o mais popular. Circulava entre diferentes camadas sociais e tinha facilidade de comunicação. Acabou sendo apontado como líder; ainda que essa posição não fosse, necessariamente, a realidade. Como resultado, ele foi condenado e enforcado em praça pública. Teve o corpo esquartejado e exposto pelo caminho entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais, como forma de intimidação. Sua cabeça foi fincada num poste na entrada de Vila Rica, e sua casa, destruída e salgada, para que nada mais nascesse naquele lugar. Era para ser o fim; o apagamento completo de um homem que ousou se levantar contra o sistema. Mas a história, às vezes, gosta de contrariar. Quase cem anos depois, com a Proclamação da República, o Brasil precisava construir sua identidade nacional. Necessitava de algo que fizesse sentido a todos, na luta por uma pátria. Naquele momento, Tiradentes ressurgiu; não como réu, mas como herói. Foi então elevado à condição de patrono cívico da nação, também das polícias civil e militar e da odontologia, e passou a ocupar um lugar que, provavelmente, ele jamais tenha imaginado. Penso que é aqui que passado e presente se encontram. Então, volto à questão: por que usamos “h” para herói se essa letra nem soa? Entendo que heróis são assim mesmo; pessoas com habilidades especiais, escolhidas pelo tempo e pelas circunstâncias que se levantam contra sistemas. Talvez, em um primeiro momento, elas nem soem. Talvez, sejam apelidadas de malucas ou excêntricas. Mas ainda assim se erguem e lutam. Sustentam sua posição com coragem, integridade e custo pessoal. E mesmo que acusadas, silenciadas, e “tiradas de circulação” estão vivas em nosso coração e nos impulsionam a sermos pessoas melhores. Sempre. Verônica Bareicha ama palavras e letrinhas desde sempre. Há vinte e tantos anos atua como revisora, redatora e ghostwriter. É pós-graduanda em Jornalismo Digital pela FAAP; pós-graduada em Mercado Editorial pela PUC-Rio e graduada em Letras, pelo Unasp-EC. Deseja neste espaço compartilhar o amor e dicas da língua portuguesa de forma leve, bem-humorada e divertida. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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