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Como Israel remodelou sua guerra com o Irã?
Pleno News
10/04/2026 13:45 46 Views

Como Israel remodelou sua guerra com o Irã?

Lawrence Maximus - 10/04/2026 13h45 No complexo tabuleiro geopolítico do Oriente Médio, a definição de “vitória” raramente se encaixa em moldes binários. A recente campanha militar da coalizão EUA-Israel contra o Irã ilustra precisamente essa nuance estratégica. Não se tratou de um triunfo absoluto nos termos clássicos, mas de uma reconfiguração profunda do equilíbrio de poder regional. Israel não alcançou todos os seus objetivos de guerra contra o Irã, mas emergiu mais seguro, com seu inimigo mais feroz gravemente enfraquecido e o equilíbrio regional mudando a seu favor. É fundamental começar com honestidade analítica: Israel não eliminou todas as capacidades nucleares iranianas. Estima-se que cerca de 460 quilos de urânio enriquecido permaneçam enterrados sob instalações montanhosas fortificadas, fora do alcance mesmo dos mais avançados sistemas de penetração israelenses. Da mesma forma, o regime teocrático de Teerã continua no poder — um objetivo implícito, ainda que raramente declarado oficialmente, por parte de alguns estrategistas israelenses. Contudo, focar exclusivamente no que não foi alcançado é ignorar a transformação estratégica que efetivamente ocorreu. A campanha israelense conseguiu cortar drasticamente os “tentáculos” do polvo iraniano que cercavam Israel: o Hezbollah, no Líbano, foi desarmado em grande parte de seu arsenal de precisão e viu sua cadeia de comando decapitada; milícias pró-Irã na Síria e no Iraque sofreram golpes severos; e a própria estrutura de comando militar e de inteligência iraniana foi abalada por eliminação de figuras-chave. A métrica mais relevante para avaliar o sucesso estratégico não é a perfeição tática, mas a redução concreta de ameaças existenciais. Sob esse prisma, o resultado é inegável: Israel enfrenta hoje menos ameaças significativas do que antes da operação. Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Especialista analisa clipe de Luísa Sonza: "Simbologias nefastas" Gilmar diz ser inconstitucional lei de SC que proíbe cotas raciais Carlos Viana diz que delação no caso do INSS “vai revelar tudo” Morre irmã de Paulo César Baruk, após batalha contra o câncer Donald Trump sobre Irã: "Só estão vivos hoje para negociar" WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Desrespeito à Bíblia não pode ser tratado como algo normal
Pleno News
10/04/2026 11:15 48 Views

Desrespeito à Bíblia não pode ser tratado como algo normal

Marco Feliciano - 10/04/2026 11h15 José Carlos Magdalena Fotos: Reprodução Geralmente, costuma-se dizer: “deixa pra lá”. Já passou, e pronto. E a pessoa que deu causa à ignomínia se disfarça e se confunde entre o normal. Refiro-me ao jornalista de uma afiliada da Globo no interior de São Paulo, que se referiu à Bíblia Sagrada de forma desairosa, com palavras de baixo calão, e acabou viralizando na internet. Sou legislador e sei do peso de palavras mal colocadas e das sanções a elas correlatas. Quando um religioso se refere ao uso de entidades do mal para rituais malignos, assistimos a autoridades agindo com rigor desmedido e interpretações elásticas para pressionar quem somente tem a intenção de fomentar o bem. Geralmente, o mesmo não se vê com quem, de forma jocosa, vai contra as tradições do nosso povo ordeiro, cristão e conservador. Não nos calaremos diante do mal feito em relação aos nossos símbolos sagrados. Cumpriremos nosso dever de denunciar. Finalizo pedindo a Deus forças e sabedoria para enfrentar as forças do mal. Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o povo brasileiro. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Especialista analisa clipe de Luísa Sonza: "Simbologias nefastas" Gilmar diz ser inconstitucional lei de SC que proíbe cotas raciais Carlos Viana diz que delação no caso do INSS “vai revelar tudo” Morre irmã de Paulo César Baruk, após batalha contra o câncer Donald Trump sobre Irã: "Só estão vivos hoje para negociar" WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O Brasil que “eles” não querem que você veja
Pleno News
10/04/2026 11:02 46 Views

O Brasil que “eles” não querem que você veja

Magno Malta - 10/04/2026 11h02 Caminhada pela anistia em Brasília Foto: EFE/ Andre Borges Eu tenho dito, repetido e, se preciso for, continuarei dizendo: o Brasil vive uma inversão moral escancarada. Neste país, quem deveria ser investigado é blindado; e quem deveria ser protegido é transformado em inimigo do Estado. É dentro desse cenário que, no próximo dia 30 de abril, conforme anunciou o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, teremos a votação do veto à dosimetria. Traduzindo para quem não circula nos corredores de Brasília, trata-se de uma tentativa, ainda tímida e insuficiente, de corrigir penas absurdamente desproporcionais impostas a brasileiros que, desde os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, vêm pagando uma conta pesada demais. Sempre fui claro sobre a minha posição. Defendo anistia total, ampla e irrestrita. Não por cálculo político, mas por senso de justiça. No entanto, sei exatamente como o sistema opera. Admitir anistia seria reconhecer excessos e desmontar uma narrativa cuidadosamente construída e protegida por setores do governo Lula e por integrantes do Supremo Tribunal Federal. E isso, para eles, não é uma opção, é um risco que não estão dispostos a correr. Enquanto isso, o Brasil real segue sendo varrido para debaixo do tapete. Escândalos envolvendo o INSS, que atingem diretamente idosos e pensionistas, passam quase despercebidos. Denúncias que tangenciam figuras próximas ao poder, como Fábio Luís Lula da Silva e Frei Chico, respectivamente filho e irmão do presidente da República, mal encontram espaço. E o que dizer das suspeitas que orbitam o chamado “caso Banco Master”? Um enredo que, segundo relatos, envolve autoridades de diversos níveis, do Legislativo ao Judiciário, mas que, curiosamente, não desperta o mesmo ímpeto investigativo. É aí que a distorção fica evidente e revoltante. Enquanto os “intocáveis” são protegidos, o cidadão comum é esmagado. Condenações de 14, 16 anos. Tornozeleiras. Vidas interrompidas. Famílias destruídas. Não se trata apenas de justiça desigual; trata-se de um sistema que escolhe quem pode cair e quem jamais será alcançado. E, como se o roteiro já não fosse previsível o suficiente, surge a figura emblemática de Jorge Messias, o “Bessias” que simbolizou os bastidores mais controversos do poder no governo de Dilma Rousseff. Hoje, reaparece com Bíblia na mão, circulando pelo Senado, em busca de viabilidade para uma vaga no Supremo. A pergunta não é retórica, é necessária: estamos diante de um candidato a magistrado ou de mais um operador político sendo reposicionado no tabuleiro? O Brasil precisa ser passado a limpo, mas não com discursos seletivos nem com uma justiça moldada conforme o réu. O país precisa de coragem para enfrentar os verdadeiros esquemas, aqueles que têm nome, sobrenome, cargo e influência. Enquanto essa coragem não se impõe, resta fazer o mínimo e aliviar o sofrimento de quem está pagando sozinho por uma conta que não contraiu. A derrubada desse veto está longe de ser o ideal, muito longe, mas pode representar um respiro. Um alívio temporário. Um raro gesto de humanidade em meio a um sistema que, há muito tempo, deixou de tratar todos como iguais Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Especialista analisa clipe de Luísa Sonza: "Simbologias nefastas" Gilmar diz ser inconstitucional lei de SC que proíbe cotas raciais Carlos Viana diz que delação no caso do INSS “vai revelar tudo” Morre irmã de Paulo César Baruk, após batalha contra o câncer Donald Trump sobre Irã: "Só estão vivos hoje para negociar" WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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