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24/03/2026 18:26 44 Views

Os únicos caminhos para desmantelar o Hezbollah

Lawrence Maximus - 24/03/2026 18h26 Apoiadores do Hezbollah em celebração no Líbano Foto: EFE/EPA/WAEL HAMZEH Enquanto as atenções se concentram na renovada escalada militar entre Israel e Hezbollah, especialistas alertam que ataques aéreos ou mesmo uma invasão terrestre, por si sós, não serão capazes de desfazer permanentemente o grupo. A experiência de conflitos anteriores demonstra que o Hezbollah opera como um ecossistema de poder, cuja resiliência depende de duas âncoras principais: o apoio do Irã e um sólido sistema financeiro e político enraizado no Líbano. A eliminação duradoura da capacidade do grupo só poderá ocorrer mediante um de dois cenários. O primeiro é uma mudança de regime no Irã. Enquanto a República Islâmica permanecer política e financeiramente resiliente, continuará a canalizar recursos — como o estimado bilhão de dólares injetado desde o cessar-fogo de novembro de 2024 — para que o Hezbollah reconstrua seu arsenal militar. O segundo cenário seria o desmantelamento completo do sistema financeiro interno e do poder político do grupo no Líbano. Até porque, o Hezbollah não é apenas uma força militar; ele controla uma rede de finanças paralelas (o sistema de dinheiro em espécie), influencia decisões do Estado libanês e mantém presença em posições-chave. Sem o desmonte dessa infraestrutura civil e política, o grupo tem demonstrado, ao longo de décadas, uma capacidade recorrente de se regenerar após cada confronto. Para os formuladores de política, a implicação é clara: uma solução sustentável exige ir além do campo de batalha. Ou o Líbano demonstra soberania ao confiscar armas ilegais e desmantelar o poder doméstico do Hezbollah —um passo que exigiria uma mudança radical na dinâmica política local —, ou a dependência do grupo a Teerã precisa ser rompida na fonte. Em suma, sem uma dessas transformações estruturais, o ciclo de reconstrução e rearranjo militar tende a se perpetuar. Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Saiba como Bolsonaro recebeu notícia sobre prisão domiciliar Petistas pedem afastamento de Viana da presidência da CPMI Senadores acionam STF para forçar instalação de CPI do Master Médico diz que Jair Bolsonaro deverá ter alta nesta sexta-feira Uso de cigarro eletrônico entre adolescentes dispara no Brasil WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Pleno News
24/03/2026 10:56 52 Views

O uso da crase diante de um roteiro de viagem; sem crise

Verônica Bareicha - 24/03/2026 10h56 Uso da crase em destinos de viagens (Imagem ilustrativa) Olá, na aula passada… ops! No texto da semana passada, falei sobre o que é a crase e onde ela não é usada. Lembra? A crase não é apenas um acento no “a”. Ela é uma ocorrência especial: quando um “a” — de artigo — se une a um “a” — de preposição. Beleza? Também, no último texto, pedi perdão aos meus professores por não ter entendido muito da crase na época da escola… E aqui resgato uma lembrança daquele tempo. Tive um professor muito sério, porém dono de um grande coração, que costumava cantarolar: “Se eu vou a e volto da, crase há; se eu vou a e volto de, crase pra quê?” É provável que você já tenha ouvido essa “canção”; até por isso, me senti à vontade para repeti-la. Pois é, meu professor Boanerges — sim, esse era o nome dele — cantarolava, eu captava… mas isso se aplicava apenas às cidades, estados e países. E no restante dos casos? Se lá atrás, eu me agitava; penso que hoje, pode acontecer o mesmo com você. Por isso, muita calma nessa hora; porque hoje vou falar apenas da crase diante de destinos — ou roteiros de viagem. Combinado? A crase diante de nomes de cidades, estados e países Veja: se vou a e volto da… crase há. Assim: nas férias, vou à Itália. E por quê? Porque, quando eu voltar, volto da Itália. Agora, se eu vou a e volto de… crase pra quê? Note: vou a São Paulo assistir a uma peça. E por que sem crase? Porque, quando eu voltar, voltarei de São Paulo. Percebeu? Agora, dica: pensando em termos do nosso país, ajuda muito sabermos que não usamos crase diante de quase nenhuma cidade brasileira; até porque a maioria delas repele o uso do artigo. E, como já vimos, para que a crase ocorra, é preciso o “a” do artigo mais o “a” da preposição. Então, se alguém disser “vou à Brasília” perto de você… já ajude o coleguinha; até porque não há crase. Combinado? Mas veja: em relação aos estados brasileiros, apenas Bahia e Paraíba admitem crase. Logo, vou à Bahia, porque volto da Bahia. E vou à Paraíba, porque volto da Paraíba. Mais uma dica: os demais estados brasileiros ou são nomes masculinos; portanto, não se usa crase diante deles, ou são nomes que não admitem artigo. Agora, vamos complicar um pouquinho? Se, por acaso, diante do nome da cidade ou do estado houver um elemento restritivo ou qualificativo, o artigo pode aparecer e, com ele, a crase também. Olhe só: vou à Brasília dos excluídos, e não à dos políticos endinheirados. E por quê? Porque volto da Brasília dos excluídos. Vou à Recife das luzes. Logo, volto da Recife das luzes. Até aqui, tudo certo? E quanto aos países? Agora que já passamos por cidades e estados vamos atravessar a fronteira? A lógica é a mesma: tudo depende de o nome do país aceitar ou não o artigo. Se aceita — e for feminino —, pode ter crase. Logo: enviamos saudações à Argentina. Ou, seja bem-vindo à Bolívia. Agora, se não aceita artigo, nada de crase: vou a Portugal. Ou, ainda cheguei a Israel. E há casos em que as duas formas aparecem: vou à França ou vou a França. Até porque posso voltar da França ou de França. Mas, preste atenção: meu amigo viajou à Inglaterra, mas não foi a Londres. Ou seja: o país aceita artigo, mas a cidade, não. Dessa forma, para esse conteúdo, seguimos com a mesma cantiga: “Se eu vou a e volto da, crase há. Se eu vou a e volto de, crase pra quê?” Confesso que, agora, essa musiquinha faz muito mais sentido para mim. E, de verdade, só posso agradecer ao meu professor. Por ora, espero ter ajudado você a compreender esse ponto. Um abraço e até a próxima viagem! Opa… até o próximo texto! Verônica Bareicha ama palavras e letrinhas desde sempre. Há vinte e tantos anos atua como revisora, redatora e ghostwriter. É pós-graduanda em Jornalismo Digital pela FAAP; pós-graduada em Mercado Editorial pela PUC-Rio e graduada em Letras, pelo Unasp-EC. Deseja neste espaço compartilhar o amor e dicas da língua portuguesa de forma leve, bem-humorada e divertida. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Saiba como Bolsonaro recebeu notícia sobre prisão domiciliar Petistas pedem afastamento de Viana da presidência da CPMI Senadores acionam STF para forçar instalação de CPI do Master Médico diz que Jair Bolsonaro deverá ter alta nesta sexta-feira Uso de cigarro eletrônico entre adolescentes dispara no Brasil WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Pleno News
23/03/2026 16:06 79 Views

Fiscalização sobre saúde mental deve começar em maio

Thassya Prado - 23/03/2026 16h06 Profissional com estresse acumulado (Imagem ilustrativa) Foto: Freepik/wayhomestudio A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passa a exigir a gestão de riscos psicossociais, está prevista para entrar em vigor em maio de 2026. Com a proximidade do prazo, crescem os questionamentos sobre um possível novo adiamento. Até o momento, todos os fatos apontam na direção oposta. Em entrevista concedida no dia 13 de março, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que não há possibilidade de nova prorrogação sem que as empresas apresentem medidas concretas de adequação. Segundo ele, o prazo anterior já havia sido estendido justamente para permitir essa preparação. Paralelamente, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou um novo manual com orientações sobre a aplicação da NR-1, detalhando a necessidade de identificar, avaliar e monitorar riscos psicossociais dentro das organizações. O documento reforça que não será suficiente apresentar políticas genéricas: será necessário comprovar metodologia, acompanhamento e integração com os programas de gestão de riscos. Clique aqui para ler o manual. Por isso, não vejo um novo adiamento como cenário provável, tampouco como solução adequada. A postergação reiterada enfraquece a própria relevância da norma. E, neste caso, o tema não é periférico: trata-se de saúde mental no ambiente de trabalho, uma pauta que ganhou centralidade nos últimos anos e que exige respostas concretas. O ponto crítico, no entanto, não está no prazo, mas na forma como a exigência será cobrada. Mesmo após o Manual do MTE, ainda há pouca clareza sobre os critérios de fiscalização. O documento eleva o nível de exigência, mas não define com precisão como será cobrado o cumprimento dessas obrigações. Outro ponto sensível é o papel dos sindicatos. O próprio ministro mencionou a necessidade de diálogo e construção conjunta. Na minha visão, a atuação sindical precisa estar alinhada com a finalidade da norma: o meio ambiente do trabalho. A discussão não pode se limitar a interesses financeiros ou à existência de contribuição. A pauta envolve saúde, organização do trabalho e prevenção de riscos que afetam diretamente os trabalhadores. Diante deste contexto, a pergunta que fica é: o que as empresas devem fazer agora? O caminho não passa por modelos prontos ou documentos padronizados. A NR-1 exige estrutura real de gestão. Isso envolve identificar riscos psicossociais específicos, adotar metodologias adequadas de avaliação, garantir participação efetiva dos trabalhadores e integrar essas informações ao Programa de Gerenciamento de Riscos. Além disso, será necessário acompanhar continuamente esses indicadores e demonstrar, de forma concreta, as medidas adotadas. Empresas que ainda não iniciaram esse processo operam com prazo reduzido. E, considerando a complexidade do tema, a adaptação tende a exigir mais do que ajustes pontuais. A NR-1 representa um avanço relevante, mas sua implementação exigirá maturidade técnica e alinhamento entre norma e prática. Sem isso, o risco é conhecido: aumento de autuações, judicialização e insegurança jurídica. A discussão, neste momento, não deve se concentrar na possibilidade de adiamento, mas na capacidade real de implementação. É esse fator que determinará se a norma cumprirá seu propósito ou se se tornará mais um ponto de tensão nas relações de trabalho. Thassya Prado é advogada empresarial e idealizadora do @entendaseudireito. CEO do escritório Prado Advocacia Empresarial, Compliance e Tribunais, é  especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Empresarial e Tribunais Superiores. Atua ainda como mentora de advogados. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Saiba como Bolsonaro recebeu notícia sobre prisão domiciliar Petistas pedem afastamento de Viana da presidência da CPMI Senadores acionam STF para forçar instalação de CPI do Master Médico diz que Jair Bolsonaro deverá ter alta nesta sexta-feira Uso de cigarro eletrônico entre adolescentes dispara no Brasil WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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