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Meu preconceito com a Assembleia de Deus
Pleno News
07/04/2026 12:12 10 Views

Meu preconceito com a Assembleia de Deus

Luiz Sayão - 07/04/2026 12h12 Foi há 40 anos. Eu nunca tinha visto um culto da Assembleia de Deus. Na minha juvenil prepotência, guardava todo tipo de preconceito contra os assembleianos. Via aquele povo como gente inculta, sem teologia, legalista. Para piorar minha pobre condição, eu era aluno da Universidade de São Paulo, estudava hebraico, falava inglês e aprendia alemão. Já me sentia “teólogo”. Como Deus poderia lidar com uma criatura de cabeça dura? Por caminhos que só a graça divina prepara, acabei indo parar em um culto assembleiano. Era tudo estranho. Gente simples, vestida de modo peculiar. Ternos, saias e coques marcavam o cenário modesto da pequena igreja de bairro. Mas a serenidade daquela gente sofrida me chamou a atenção. As orações calorosas em conjunto foram uma surpresa à parte. Palavras, testemunhos e versículos completavam a experiência inusitada que, aos poucos, amansava a arrogância oculta do meu coração pecador. Foi então que o dirigente convocou a todos: “Vamos cantar o hino 126 da Harpa.” Entre aleluias e glórias, o povo entoou: “Bem-aventurado o que confiaNo Senhor, como fez AbraãoEle creu, ainda que não viaE, assim, a fé não foi em vão” Ver aquela gente humilde adorando me quebrou. O calor daquele momento espiritual me aqueceu, enquanto eu corava por minha arrogância ali humilhada. Descobri que eu não sabia de nada e que, com bondade, o Pai me ensinava. Mas, ao ouvir outra estrofe do hino, a cura completa irrompeu, com lágrimas que banharam o rosto do menino insolente: “Quem quiser de Deus ter a coroaPassará por mais tribulaçãoÀs alturas santas ninguém voaSem as asas da humilhação” Nunca me esqueci do hino libertador. E, às vezes, o menino mau volta. Nessas horas, eu canto: “Às alturas santas ninguém voa sem as asas da humilhação.” Assembleia de Deus em todo lugar. Até na lua. Luiz Sayão é hebraísta, teólogo, linguista, tradutor bíblico e pastor da Igreja Batista Nações Unidas. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Irã diz que responderá 'além da região' se Trump cumprir ameaça André Mendonça pede 'grau de recatamento' e 'contenção' no STF Investigadores veem situação de Moraes pior que a de Toffoli Filha de Schumacher revela como lidou com acidente do pai Trump diz que "civilização inteira morrerá" na noite desta terça WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Deus escreve a história no Seu tempo
Pleno News
06/04/2026 14:13 47 Views

Deus escreve a história no Seu tempo

Marco Feliciano - 06/04/2026 14h13 Apoiadores da República Islâmica do Irã Foto: EFE/Jaime León Deus, em Sua onipotência, às vezes complica, depois descomplica e, finalmente, explica. Nós, na nossa pequenez, não conseguimos entender os desígnios do Criador. Quinhentos anos antes de Cristo, o rei persa Ciro, o Grande, cumprindo uma profecia bíblica, libertou o povo hebreu do cativeiro babilônico. Essa profecia havia sido escrita cerca de 200 anos antes, em Isaías 44:28 e 45:1-13, quando Deus chama Ciro de “ungido”, prevendo que ele conquistaria a Babilônia, permitiria a reconstrução do templo em Jerusalém e libertaria o povo judeu do cativeiro. Como os desígnios de Deus são incompreensíveis, passaram-se cerca de 2.500 anos e, nos dias atuais, o povo persa, hoje representado pelos iranianos, está há 47 anos cativo de uma oligarquia religiosa radical, sem liberdade. Muitos, ao se manifestarem, são executados aos milhares, sem defesa. E agora, exatamente pelo povo que lhes deve gratidão, o povo judeu, surge uma esperança de libertação. O tempo de Deus é diferente do nosso. A liberdade está chegando, e a prova da presença do Eterno está no desenrolar da guerra, poupando a população civil de mais de 80 milhões de pessoas, com ataques cirúrgicos em instalações militares e nucleares. Finalizo agradecendo a Deus por permitir que um povo liberto há 2.500 anos retribua essa liberdade ao mesmo povo nos dias atuais. Que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre o povo iraniano. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Juiz ordena remoção de conteúdo que liga Flávio Bolsonaro a facção Guerra: Civis iranianos formam escudo humano ao redor de usina Novo líder supremo do Irã está inconsciente, diz jornal britânico TJSP mantém vitória de Pavanato e rejeita recurso de feminista Dia Mundial da Saúde: Saiba 5 sinais silenciosos do câncer WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Enquanto a reforma tributária avança, a incerteza cresce
Pleno News
06/04/2026 12:15 54 Views

Enquanto a reforma tributária avança, a incerteza cresce

Ives Gandra Martins - 06/04/2026 12h15 Reforma tributária Foto: Pixabay Ao fazer a abertura de mais uma reunião do Conselho Superior de Direito da Fecomercio-SP, que debateu o tema Soberania fiscal em xeque? Tensões e novos paradigmas tributários, fiz a reflexão que trago aos amigos leitores. Estamos vivendo um momento extremamente complicado no Brasil, em que os Poderes se confundem. Trata-se de um momento de máxima insegurança jurídica, em que escândalos vêm à tona e os Poderes envolvidos se autoprotegem, numa tentativa de ocultar tanto aquilo que se busca conhecer quanto aquilo que está errado. Tudo isso acompanhado de um novo sistema tributário que já teve sua implementação com a CBS e em 2029 terá com o IBS. Trata-se de uma tributação de consumo que amplia o número de artigos referentes ao tema constantes no Código Tributário Nacional. Na legislação aprovada, estamos com dez vezes mais artigos sobre a tributação do consumo do que aqueles que constam no CTN, além de três vezes mais artigos para a tributação do consumo do que todo o sistema tributário que conseguimos aprovar na Constituição de 1988. Essa inflação normativa não é apenas um detalhe estatístico; ela representa um aumento real no custo de conformidade para o contribuinte. Durante o longo período de transição, as empresas serão obrigadas a conviver com dois sistemas tributários distintos e paralelos, gerando uma sobrecarga administrativa sem precedentes. Em vez de eliminarmos a burocracia, corremos o risco de institucionalizar um ‘monstro de duas cabeças’ que exigirá investimentos massivos em tecnologia e assessoria jurídica apenas para que o setor produtivo consiga cumprir suas obrigações básicas. Os idealizadores da pretendida reforma afirmam que essa decuplicação de artigos sobre consumo e a triplicação de artigos constitucionais têm o objetivo de simplificar o sistema tributário. Confesso que minha inteligência é limitada demais para compreender uma simplificação tão complexa quanto a que vem sendo implementada. É fundamental, porém, que continuemos a fazer o que sempre fizemos no Conselho Superior de Direito da Fecomercio-SP desde sua fundação: debater, refletir e sugerir. Atualmente, contamos com um grupo de estudiosos integrado por renomados colegas, como os economistas Marcos Cintra e Paulo Rabello de Castro, além de Felipe Silva, diretor da Faculdade Brasileira de Tributação, que é a única instituição de ensino superior dedicada exclusivamente ao Direito Tributário no Brasil. Sob nossa coordenação, estamos elaborando um livro a respeito da reforma da tributação do consumo, no qual analisaremos as dificuldades que já se manifestam neste início de implementação. Essas análises, que estamos consolidando em nossa obra, não se limitam a meras críticas teóricas; configuram-se como alertas práticos sobre os gargalos que o texto atual ignora e que demandarão, inevitavelmente, uma correção de rumo legislativa. O rigor técnico de renomados especialistas serve aqui como subsídio fundamental para que as falhas de implementação sejam mitigadas antes que se tornem entraves permanentes ao desenvolvimento econômico. Em todas as nossas ações, devemos observar que, a partir de 2027, teremos um novo Legislativo capaz de promover mudanças significativas no cenário atual, haja vista a renovação de dois terços do Senado Federal. É evidente a percepção de que haverá uma maioria conservadora no Congresso, o que deve favorecer uma reflexão profunda sobre o modo adequado de simplificação do nosso sistema tributário. Quanto mais nos aprofundamos no estudo da Reforma Tributária — como ocorreu durante a elaboração do livro que lancei em parceria com o advogado e professor Daniel Moretti —, mais as incertezas se multiplicam. Ao dialogar com tributaristas de alto nível e docentes das principais universidades do País, percebo que as dúvidas são inúmeras. Essa atmosfera de hesitação não é apenas um debate entre acadêmicos; ela se traduz em um impacto severo sobre o investimento produtivo. A incerteza tributária atua como um freio invisível, gerando um ambiente de ‘esperar para ver’ que afasta o capital e adia projetos estratégicos. Sem regras do jogo claras e previsíveis a médio prazo, o investidor retrai-se, o que compromete o crescimento econômico imediato do País e a própria geração de empregos. Por essa razão, tenho encerrado minhas palestras sobre o novo sistema com uma postura de cautela: quando questionado sobre minha opinião, não respondo sim nem não; eu respondo talvez. Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio-SP e ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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