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Woke, escola e filhos: Quem educa nossas crianças?
Pleno News
19/05/2026 18:08 17 Views

Woke, escola e filhos: Quem educa nossas crianças?

Marco Feliciano - 19/05/2026 18h08 Homeschooling (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/ Katerina Holmes O Brasil, chamado de país do futuro, vê suas crianças e adolescentes envolvidos pela famigerada teoria woke, que visa retirar dos pais a educação básica dos filhos, entregando tudo ao Estado. Países desenvolvidos entregam a educação dos filhos aos pais, que podem adotar o homeschooling, educação ministrada por pais, tutores ou professores, com ênfase no ambiente familiar. No entanto, todas as autoridades com viés esquerdista, em diversos patamares da sociedade, no Judiciário, na política e no magistério, são visceralmente contra esse método de educação porque, como nossa sociedade é majoritariamente de formação judaico-cristã, o domínio da educação lhes foge das mãos. Constatamos isso quando assistimos ao juiz da cidade de Jales, dr. Júnior da Luz Miranda, condenando pais à detenção de 50 dias, alegando abandono intelectual. O que vemos como excesso de purismo, pois devemos respeitar a vontade de pais que se preocupam em proporcionar o que acham melhor para seus filhos em um universo no qual milhões de crianças são abandonadas à própria sorte. Temos visto até ministros da Suprema Corte votando contra pais retirarem seus filhos da escola para educá-los em casa e derrubando leis estaduais que autorizavam pais a impedir os filhos de participar de aulas sobre identidade de gênero, ministradas por professores de esquerda, militantes woke. Finalizo declarando, em bom som, que meu mandato será sempre um baluarte contra as imbecilidades que tentam enfiar goela abaixo de nossos jovens e crianças. Que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos os nossos alunos. Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Alckmin é chamado pela Câmara para explicar fala sobre armas Fim da escala 6×1 dará tempo ao povo para "namorar”, diz Lula Desembargador desaparecido há 1 mês é encontrado morto no Rio Aliados de Lula pedem suspensão de filme sobre Bolsonaro Trump: "Cuba não consegue comer ou acender as luzes" WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O dossiê Mengele: O último mistério do nazista enterrado no Brasil
Pleno News
19/05/2026 17:19 19 Views

O dossiê Mengele: O último mistério do nazista enterrado no Brasil

Lawrence Maximus - 19/05/2026 17h19 Oficiais nazistas: Richard Baer, Josef Mengele (ao centro), Rudolf Hoess, em Auschwitz Foto: Domínio púlico Enquanto a comunidade internacional clamava por justiça, um dos criminosos de guerra mais procurados da história vivia anonimamente sob o Sol brasileiro. Josef Mengele, o infame “Anjo da Morte” de Auschwitz, encontrou no Brasil seu último refúgio — e seu túmulo. Mengele sabia que a Alemanha nazista havia perdido a guerra. Para evitar a captura e o julgamento em Nuremberg, ele rapidamente adotou o pseudônimo de Wolfgang Gerhard. Em 1961, após passagens pela Argentina, Uruguai e Paraguai, Josef Mengele cruzou a fronteira brasileira sob o pseudônimo de Peter Hochbichler. Não foi uma escolha aleatória: o Brasil, com suas vastas áreas rurais e comunidades de imigrantes europeus, oferecia o anonimato perfeito para quem carregava o peso de mais de 1 milhão de mortes nas costas. Por décadas, historiadores como a suíça Regula Bochsler lutaram para acessar arquivos sobre a passagem de Mengele pela Europa — especialmente na Suíça, onde há indícios de que ele tenha passado férias com seu filho, Rolf, nos Alpes, em 1961. Em 2025, após pressão pública e financiamento coletivo, o governo suíço anunciou a liberação parcial dos documentos — embora com censuras justificadas por “segurança nacional”. Especialistas alertam que os arquivos podem revelar não apenas rotas de fuga, mas também conexões financeiras entre nazistas e instituições bancárias “neutras”. Muitos desses especialistas dividem-se sobre o conteúdo esperado. Alguns acreditam que os arquivos mostrarão, em detalhes, a rede de apoio que permitiu Mengele transitar livremente pela Europa enquanto deveria ser um dos homens mais caçados do mundo. Outros apontam que a Suíça teme revelar não apenas sua leniência com nazistas, mas também o papel de seus bancos “neutros” no acolhimento de ouro e dinheiro hitleristas. Há ainda quem compare o caso aos arquivos de Jeffrey Epstein: documentos que, quando divulgados, podem vir pesadamente censurados para proteger instituições e indivíduos poderosos. Independentemente disso, a liberação representa uma vitória para historiadores e para a memória histórica. No Brasil, a abertura de arquivos sobre a presença nazista ainda é tímida. Historiadores apontam a necessidade de investigações mais profundas sobre como criminosos de guerra conseguiram viver impunemente por tanto tempo em território nacional. Em suma, mais do que um relato biográfico, a vida de Mengele no Brasil é um convite à reflexão sobre memória, impunidade e responsabilidade histórica. Enquanto arquivos são abertos e novas evidências emergem, cabe à sociedade garantir que as lições do passado não sejam esquecidas — e que a justiça, mesmo tardia, nunca seja silenciada Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Alckmin é chamado pela Câmara para explicar fala sobre armas Fim da escala 6×1 dará tempo ao povo para "namorar”, diz Lula Desembargador desaparecido há 1 mês é encontrado morto no Rio Aliados de Lula pedem suspensão de filme sobre Bolsonaro Trump: "Cuba não consegue comer ou acender as luzes" WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Quem é o mesmo?
Pleno News
19/05/2026 09:44 26 Views

Quem é o mesmo?

Verônica Bareicha - 19/05/2026 09h44 Placa de aviso na porta do elevador Foto: VB Moro em apartamento. Então, todos os dias me questiono: “Quem é o mesmo, mesmo?” Pois é, não sei se acontece com você, mas eu fico encasquetada com a plaquinha que há na porta dos elevadores. Já reparou? “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado no andar”. Essa minha “encasquetação” não é de hoje. Desde a primeira vez que vi a bendita plaquinha, uma luz se acendeu e passei a questionar quem era o “mesmo”. Um moço bonito talvez? Brincadeiras à parte, a famosa plaquinha do elevador nos dá um ótimo motivo para fazer algo que sempre incentivo: recorrer ao bom e velho dicionário. Sim, ele continua sendo um dos melhores amigos de quem gosta de português e quer escrever melhor. Logo, se você procurar a palavra “mesmo”, descobrirá algo curioso: ela pode pertencer a diferentes classes gramaticais, dependendo do contexto. Ou seja, muda de função conforme a frase. Em muitos casos, “mesmo” funciona como pronome demonstrativo, geralmente com sentido de reforço, equivalente a “próprio”. Veja: “Foi o CEO mesmo quem chamou a atenção do funcionário.” Aqui, “mesmo” significa o próprio CEO. Em outros momentos, “mesmo” é um advérbio, reforçando uma ideia, com sentido de “realmente”, “de fato” ou “até”. Note: “Ele gostou mesmo da surpresa.” Nesse caso, “mesmo” poderia ser substituído por “realmente”. Ou ainda: “Ela estava cansada, mas mesmo assim conseguiu terminar o trabalho.” Também há situações em que “mesmo” aparece como substantivo, indicando algo equivalente ou semelhante. Olhe só: “Trocar café por água às seis da manhã é o mesmo que pedir para meu cérebro entrar em greve.” Dramático? Talvez. Mentiroso? Jamais. E quem nunca usou a expressão “dar no mesmo”? Afinal, em certas situações, escolher uma coisa ou outra leva exatamente ao mesmo resultado. Por exemplo, “Sair às 7h10 ou às 7h15 acaba dando no mesmo, porque o trânsito já estará parado.” Muita coisa para uma palavrinha só, não é? Mas então surge a pergunta: se “mesmo” pode ser tudo isso, por que aquela frase do elevador soa tão estranha? Porque o que deveria haver ali é um pronome pessoal, um “ele”. Segundo a gramática, “o mesmo” não deve ser usado como substituto de pronomes pessoais, como “ele/ela”, “eles/elas”. Então, o certo seria: “Antes de entrar no elevador, verifique se ele se encontra…” E por que a placa é escrita assim? Em 1977, a cidade de São Paulo criou uma lei exigindo esse aviso nas portas dos elevadores e o texto veio exatamente desse jeitinho. Claro, a informação é necessária e evita acidentes, embora escrita errada. Mas, para completar… outros municípios souberam, gostaram da ideia e “criativamente” copiaram a frase do mesmo jeitinho. Hoje, a lei existe em diversos estados e cidades do país. E se, não for cumprida, gera multa ao “proprietário” do elevador… Penso que esse é um dos casos em que um erro de português ganhou passe livre; assim, desfila todos os dias diante dos nossos olhos… Então, preciso confessar algo além da gramática… Dia desses, conversando com uma amiga querida, chegamos a uma interpretação bem particular. Talvez, antes de entrar em certas relações, também valha a pena verificar se “o mesmo” se encontra parado no andar. Em bom português: será que aquela pessoa está mesmo acessível? Será que está no mesmo andar das nossas expectativas? Porque, às vezes, insistimos em apertar o botão de um elevador que simplesmente não está ali, captou? Espero ter ajudado, um abraço e até a próxima!   Em tempo: muito obrigada pelo carinho e generosidade com que vocês acolheram minhas palavras na semana passada. Agradeço de coração. E, se você vir uma plaquinha com algo de errado escrito por aí, mande para mim. Vamos conversar sobre. Pode ser? Verônica Bareicha ama palavras e letrinhas desde sempre. Há vinte e tantos anos atua como revisora, redatora e ghostwriter. É pós-graduanda em Jornalismo Digital pela FAAP; pós-graduada em Mercado Editorial pela PUC-Rio e graduada em Letras, pelo Unasp-EC. Deseja neste espaço compartilhar o amor e dicas da língua portuguesa de forma leve, bem-humorada e divertida. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. 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