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Hezbollah: De grupo terrorista regional a um império global
Pleno News
28/04/2026 12:33 31 Views

Hezbollah: De grupo terrorista regional a um império global

Lawrence Maximus - 28/04/2026 12h33 Combatentes do Hezbollah Foto: AFP Para além da retórica securitária que o circunscreve à categoria de organização terrorista, o Hezbollah opera, na contemporaneidade, como um ecossistema criminoso de alcance global. O Centro de Documentação sobre o Islã Político, da Áustria (DPI), revelou em novo relatório que o Hezbollah realiza operações financeiras em toda a Europa, incluindo tráfico de drogas e comércio de diamantes de sangue. O grupo terrorista facilita a venda de drogas na Europa e, em seguida, utiliza os lucros, por meio de esquemas complexos de comércio, para enviar o dinheiro de volta ao Líbano. Ou seja, o grupo libanês não é um mero braço armado da República Islâmica do Irã, mas um conglomerado transnacional que hibridiza violência política, economia informal e diplomacia paralela. O relatório revela que a resiliência do Hezbollah não reside apenas na coerção armada, mas na capacidade de instrumentalizar as fissuras do sistema internacional, transformando vulnerabilidades regulatórias e complacências diplomáticas em vetores de financiamento estratégico. A permeabilidade do espaço europeu a essas operações não é acidental. Resulta da fragmentação jurisdicional, da priorização de agendas comerciais sobre a segurança financeira e de uma hesitação político-diplomática que ainda distingue artificialmente entre facções políticas e militares. Essa dicotomia constitui uma ficção jurídica que facilita a infiltração de ativos e a normalização de canais de financiamento. As redes de fachada comercial mimetizam a legalidade formal, dificultando a ação de unidades de inteligência financeira. A lavagem de capitais opera através de importação exportação de bens de baixo controle, imobiliário e serviços logísticos, permitindo a repatriação discreta de divisas para Beirute e, subsequentemente, para Teerã, consolidando um circuito de alta complexidade. O Hezbollah não é um fantoche do Irã, mas um sócio estratégico que, ao diversificar as suas fontes de rendimento, reduziu a vulnerabilidade do eixo Teerã‑Beirute a pressões externas e amplificou a sua capacidade de projeção regional e diaspórica. Na desconexão entre a retórica de combate ao terrorismo e a prática regulatória, as autoridades europeias reforçam discursos de tolerância zero. Dessa forma, a arquitetura de controle financeiro permanece fragmentada, vulnerável a jurisdições de conveniência e a lobbies ideológicos. Ignorar essa realidade implica subestimar a ameaça e legitimá-la por omissão. Em suma, enquanto a comunidade internacional continuar a tratar sintomas sem desmantelar a arquitetura financeira que os sustenta, o império criminoso do Hezbollah seguirá operando à vista de todos, camuflado pela legalidade aparente e pela inércia diplomática. Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Haddad diz que sente "orgulho" de ter taxado os super-ricos STF torna deputado Gustavo Gayer réu por 'injúria' contra Lula Boletim aponta que humorista Marquito teve alta médica RJ: Deputado propõe honraria a Cazarré e repúdio a Porchat Avião com Mendonça apresenta problema antes da decolagem WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

Eles viajam com bilhões. Você, com vigilância 
Pleno News
28/04/2026 11:09 31 Views

Eles viajam com bilhões. Você, com vigilância 

Thiago Manzoni - 28/04/2026 11h09 O olho que tudo vê (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT O Governo Lula já gastou quase R$ 1 bilhão com viagens internacionais. E sim, eles podem viajar à vontade com o seu dinheiro. Mas sabe quem não pode viajar à vontade? Você. A partir de agora, toda vez que você fizer check-in em um hotel, vai ter que preencher uma ficha de registro pelo seu Gov.br. É a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH). A explicação do governo no site oficial é bonita: “Meios de hospedagem de todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e resorts, vêm implementando a nova ficha nacional de registro de hóspedes (FNRH). O que antes era feito no papel, tomando tempo de turistas e gerando custos ao setor, agora é feito em formato 100% digital, que agiliza a identificação de clientes cumprindo rigorosamente a lei geral de proteção de dados (LGPD).” Ao ler esse texto, muita gente pode pensar: “Que ótima ideia! O governo quer mais agilidade para o cidadão.” Será? Será que é pela agilidade ou será que é pela vigilância???? Sabe aquela ficha de papel que você preenchia quando fazia check-in e que ficava só dentro do hotel? Agora, essa ficha é virtual, está no portal do governo e eles terão acesso aos dados de todos os brasileiros o tempo todo. Eles dizem que não vão monitorar. Mas e se eles quiserem monitorar? Agora, ficou mais fácil. O Governo Lula aumentou o controle sobre o Pix. O Governo Lula aumentou o controle sobre as viagens. O Governo Lula quer aumentar o controle nas redes sociais. Eles querem saber o quanto você gasta, para onde vai e o que fala. Será que é pela agilidade? Ou será que é pela vigilância? Eu já sei a resposta. E você? Thiago Manzoni é deputado distrital, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e Secretário-Geral do Partido Liberal/DF. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes Ex-presidente do BRB quer fazer delação premiada sobre o Master Vorcaro acumula R$ 834 mil em dívidas e é processado por banco Deputado do caso dos "dólares na cueca" se torna ministro de Lula Trump: Irã disse estar em colapso e pediu reabertura de Ormuz Prefeito de Vitorino Freire morre, após sofrer infarto em igreja WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

O dia em que o jeito de falar se tornou deboche
Pleno News
28/04/2026 10:22 33 Views

O dia em que o jeito de falar se tornou deboche

Verônica Bareicha - 28/04/2026 10h22 Brasileiros conversando (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPT Tenho quase certeza de que você já ouviu — ou até já disse — a famosa frase: “O melhor do Brasil são os brasileiros”. E, convenhamos, ela faz muito sentido. Então, não se avexe, não… se aprochegue e vamos conversar um cadim sobre isso. Para mim, há muitas coisas maravilhosas em ser brasileira. Mas, puxando sardinha para este espaço, preciso falar do nosso idioma oficial: o bom e velho português, herdado de Portugal. Agora, embora todos nós falemos português, somos um país de dimensões continentais, marcado por uma diversidade cultural e regional imensa. E isso, naturalmente, se reflete na forma como falamos. Por isso, nosso povo não tem uma única maneira de falar, mas muitas. Em uma rápida pesquisa, encontramos cerca de 12 dialetos catalogados. Claro, na prática, são muitos mais. Agora, o mais curioso é que, mesmo dentro de uma mesma região, há variações. Por exemplo: temos o baianês, o nordestinês, o recifense. O carioquês, tão característico e chiado, na cidade do Rio de Janeiro. O paulistano, o caipira — com seu “R” marcante e construções próprias. O sertanejo, que nasce do encontro de várias influências. O brasiliense, que é a mistura de muitos cantos do país. O sulista, o gaúcho, o nortista, os três com o uso forte do “tu”. E o mineirês. Ah, o mineirês… econômico nas sílabas, mas generoso no afeto. Não entrei em detalhes, pois o espaço não permite, mas a verdade é que cada forma de falar carrega história, identidade e pertencimento. São marcas vivas de um país imenso, diverso, lindo e, sim, abençoado por Deus. Mas o que me fez escrever este texto foi que, nos últimos anos, ganhou força uma expressão que talvez você já tenha ouvido: preconceito linguístico. Claro, essa é uma ideia que vem do politicamente correto. Mas quer saber? Eu a apoio em 100%. E por quê? Porque preconceito linguístico é quando alguém julga, ridiculariza ou desvaloriza a forma de falar do outro; seja pelo sotaque, pela região de onde vem ou até pela sua condição social. É quando se trata como errado aquilo que, na verdade, é apenas diferente. Há linguistas que dizem que esse tipo de preconceito nada mais é do que uma discriminação social disfarçada. Até porque, muitas vezes, não é sobre a língua, mas sobre quem fala. Imagino que o querido leitor já entenda por que trouxe esse tema hoje. São tantas as tretas deste país dividido que falar de um acontecimento da semana passada talvez já seja assunto velho. Mas sinto que preciso fazê-lo. Até porque, em tempos em que se fala tanto de salvar a democracia e em abolir os “discursos de ódio”, muito me espantou — e, por que não dizer, doeu — ouvir de um nobre ministro do Supremo que o ex-governador de Minas Gerais fala de forma ininteligível. Talvez como se falasse “num dialeto do Timor-Leste”… E pra quê do Timor? Se já temos tantos por aqui? De verdade, fiquei triste. Logo com o mineirês. Para mim, o dialeto da proximidade. Do cadim afetuoso que os mineiros sempre nos oferecem. E, sim, o coração doeu, porque um guardião da democracia deveria proteger o que nos é sagrado: nosso idioma, nossos dialetos, nosso país. No fim das contas, falar diferente não é falar errado, caro ministro. Errado é confundir diversidade com ignorância; e respeito com silêncio imposto. Verônica Bareicha ama palavras e letrinhas desde sempre. Há vinte e tantos anos atua como revisora, redatora e ghostwriter. É pós-graduanda em Jornalismo Digital pela FAAP; pós-graduada em Mercado Editorial pela PUC-Rio e graduada em Letras, pelo Unasp-EC. Deseja neste espaço compartilhar o amor e dicas da língua portuguesa de forma leve, bem-humorada e divertida. * Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News. Comunicar erro Comunicar erro Se você encontrou erro neste texto, por favor preencha os campos abaixo. Sua mensagem e o link da página serão enviados automaticamente à redação do Pleno.News, que checará a informação. Nome Completo E-mail Telefone Descrição do erro Mais Recentes STF torna deputado Gustavo Gayer réu por 'injúria' contra Lula Boletim aponta que humorista Marquito teve alta médica RJ: Deputado propõe honraria a Cazarré e repúdio a Porchat Avião com Mendonça apresenta problema antes da decolagem Moraes: Políticos com pouco voto usam STF como escada eleitoral WhatsApp Entre e receba as notícias do dia Entrar no Canal Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.

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