Quando o palco vira palanque contra a polícia
Marco Feliciano - 04/05/2026 16h23
Palco (Imagem ilustrativa) Foto: IA\Chat GPTNosso país consegue superar crises com uma resiliência espetacular, mas pessoas influentes, com grande alcance entre as pessoas de bem, perdem a chance de ficar caladas e evitar convulsão social.
Digo isso, porque, no último fim de semana, em Salvador, na Bahia, durante a cerimônia de entrega do troféu Armandinho e Irmãos Macedo, uma cantora famosa declarou, em alto e bom som, que quem mais comete crimes no Brasil é a Polícia, e não os bandidos.
Essa foi uma declaração infeliz e descuidada, que não resiste à mais superficial análise e ataca não só as polícias, como instituições responsáveis pelo bem-estar público, mas toda a sociedade organizada.
O melhor é que cito o episódio, mas omito o nome da infeliz; para não dar ibope a quem, há tempos, só agrada a nichos de público identificados com as esquerdas, financiadas pela Lei Rouanet, que tentam desestruturar a sociedade cristã e os bons costumes.
Finalizo pedindo a Deus que proteja nossos jovens de famosos decadentes que não oferecem bons exemplos e que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos.
Marco Feliciano é pastor e está em seu quarto mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
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