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Patsy, a ‘Xuxa argentina’: quem foi a pioneira da TV no país vizinho que morreu aos 67 anos

today24 de outubro de 2023 12

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Segundo uma amiga de Patsy, que falou para a revista argentina Para Ti, a apresentadora “lutou até o último momento”.

Loira, alta, olhos azuis e corpo longilíneo. Patsy foi alçada ao título de “Xuxa argentina” no país vizinho, depois de ser eleita Miss Argentina, em 1973, e colher os frutos da fama como modelo. Mas a comparação com Xuxa não era apenas por causa da aparência física.

Já na década de 80, Lage começou como produtora e apresentadora de programas como “La Casa de Patricia” e “Casa Aurora Grundig”. Mas o sucesso veio mesmo na emissora ATC com “El Clan de Patsy”, formato inspirado naquele popularizado por Xuxa, que, segundo a imprensa argentina, permitiu que Patsy explorasse o formato que a consagrou no Brasil.



Segundo o Infobae, um dia, em viagem ao Brasil, Patsy assistia televisão quando se deparou com um programa que o interessou — era o de Xuxa. “Inquieta, e sempre atrás da realização e da produção de todos os seus trabalhos”, na descrição do Infobae, Patsy “não parou até conhecer ‘A Rainha dos Baixinhos'”.

Eram tempos difíceis para a economia da Argentina e, por isso, não havia muita perspectiva de que Xuxa desembarcasse no país com seu programa por aquela época. Foi por isso que, segundo a imprensa local, a produção de Xuxa permitiu que Patsy importasse os moldes da sua consagrada atração infantil e a apresentasse na Argentina Televisora ​​​​Color (ATC).

Tal como Xuxa, Patsy saía de uma nave e o palco era tomado por crianças e assistentes de palco que, não à toa, usavam uma espécie de farda, chapéu e empunhavam pompons.

O sucesso de Patsy quase que imitando os trejeitos de Xuxa na TV, não impediu o estouro da brasileira no país, já anos depois. Xuxa exibiu seu “El Show de Xuxa” na Telefé e fez do público argentino um de seus mais importante fora do Brasil.

Na era da TV a cabo, nos anos 1990, Patricia apresentou o “Magazine by Patricia”, conduzindo entrevistas até com presidentes de bancos.

Teve uma filha, Vicky, nascida em 1994 e, a partir daí, passou a dedicar-se a programas femininos, voltados para a maternidade e que oferecia transformações para mulheres.




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Por: G1

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