O discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na sessão conjunta do Congresso na Câmara dos Representantes, na última terça-feira, 4 de março, marcou um momento significativo de sua segunda gestão: um posicionamento forte contra procedimentos de mudança de sexo em crianças.
Em um pronunciamento que durou mais de 99 minutos, o mais longo entre os presidentes modernos, Trump delineou suas principais diretrizes de governo e reforçou suas posições sobre temas sensíveis, como ideologia de gênero, imigração ilegal e políticas tarifárias.
Entre os pontos centrais do discurso, destacou-se a abordagem do presidente contra o ensino de ideologia de gênero em escolas públicas. Trump apresentou January Littlejohn, mãe da Flórida que processou o distrito escolar de sua filha sob a alegação de que autoridades educacionais permitiram que a jovem de 13 anos adotasse novos pronomes sem o conhecimento dos pais.
Segundo Trump, “professores e administradores conspiraram para enganar January e seu marido enquanto encorajavam sua filha a usar um novo nome e pronomes”, classificando a situação como uma forma de “abuso infantil”.
Como resposta a casos semelhantes, o presidente anunciou a assinatura de uma ordem executiva que proíbe o ensino da chamada “ideologia transgênero” em escolas públicas. Além disso, informou sobre outra medida destinada a cortar financiamentos públicos de instituições que, segundo ele, promovem procedimentos médicos de mudança de gênero em jovens.
Trump também pediu ao Congresso a aprovação de um projeto de lei que proíba e criminalize permanentemente tais práticas, declarando: “E agora, eu quero que o Congresso aprove um projeto de lei proibindo e criminalizando permanentemente as mudanças de sexo em crianças e acabando para sempre com a mentira de que qualquer criança está presa no corpo errado”.
Ao final de sua fala sobre o tema, dirigiu-se diretamente às crianças do país, afirmando: “Vocês são perfeitas, exatamente do jeito que Deus as criou”, conforme reportado pelo portal The Christian Post.
O pronunciamento de Trump gerou reações distintas no Congresso, com protestos de parlamentares democratas e apoio de setores conservadores. Uma pesquisa da emissora CBS apontou que 76% dos americanos aprovaram o discurso. O evento reforçou a posição do presidente em pautas sociais e culturais que têm sido centrais em sua agenda política.
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