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Benjamin Netanyahu diz que forças de Israel precisam invadir Rafah, onde há 1,4 milhão de pessoas, para destruir o Hamas

today20 de março de 2024 5

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Antes da declaração de Netanyahu, o governo dos Estados Unidos havia pedido para que o primeiro-ministro repensasse a estratégia de invadir a cidade, pois muitos palestinos foram para Rafah após deixar outras regiões da Faixa de Gaza. Há cerca de 1,4 milhão de pessoas na cidade.

Por que Rafah é importante?

Desde que Israel declarou guerra contra o Hamas, em 7 de outubro do ano passado, Netanyahu afirmou que sua principal meta é acabar com a capacidade de o grupo terrorista atacar.



Israel diz que, agora, a cidade de Rafah é o último local onde o Hamas tem força na Faixa de Gaza.

Segundo os israelenses, dos 24 batalhões do Hamas, 18 foram destruídos. Os que ainda restam estão em Rafah, e é preciso enviar tropas terrestres para atacá-los, dizem as forças de Israel. Além disso, eles afirmam, há autoridades do Hamas se escondendo na cidade.

Torre residencial na cidade de Rafah em 9 de março de 2024 — Foto: Mohammed Salem/Reuters

Por que há oposição aos planos de Israel?

Os EUA pediram para Israel não invadir Rafah sem um plano para retirar civis da cidade.

Em um telefonema, o presidente Joe Biden disse a Netanyahu que ele não deveria invadir Rafah e que os EUA estão em busca de uma abordagem alternativa, que não incluiria uma incursão por terra.

O Egito, que é um parceiro estratégico dos israelenses há 40 anos, disse que se os palestinos forem forçados a entrar em território egípcio, o acordo de paz com Israel estará ameaçado.

Apesar das falas de Netanyahu, aparentemente as forças de Israel não estão prontas para uma invasão. Isso pode estar ligado às negociações com o Hamas para um cessar-fogo.

O Catar está mediando as conversas entre os representantes de Israel e do Hamas, e afirma que um acordo não vai dar certo se houver invasão em Rafah.

Além disso, os militares de Israel afirmam que têm planos para direcionar os civis a locais no centro da Faixa de Gaza, que eles chamam de “ilhas humanitárias”, antes da ofensiva. Esse plano, no entanto, ainda não foi aprovado.




Todos os créditos desta notícia pertecem a G1 Mundo.

Por: G1

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