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O mimimi do “povo dos Direitos Humanos”

today4 de março de 2024 5

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Sargento Fahur – 04/03/2024 12h04

Soldados em El Salvador Foto: EFE/Roberto Escobar

Hoje, quero falar um pouco sobre combate à criminalidade. Logo me vem à mente o nome Nayib Bukele, presidente de El Salvador. Uma matéria em um programa dominical, de uma grande rede de televisão, mostrou detalhes do combate ao crime naquele país.

El Salvador ostentava tristes índices de homicídios e a população era refém de criminosos. As pessoas estavam tão assustadas e acuadas que os criminosos ligados a facções criminosas praticavam roubos e extorsões apenas mostrando tatuagens que os identificavam como membros dessas perigosas quadrilhas.

Em 2019, Nayib Bukele foi eleito presidente de El Salvador e se dispôs a dar um basta na criminalidade. Sem qualquer negociação com facções criminosas o presidente decretou um regime de exceção e uma vez decretado esse regime, os criminosos perderam direitos e se tornaram alvos da polícia e da Justiça.

Também, como parte dessa ideia de combate ao crime, o presidente dobrou o salário de policiais e lhes deu garantias para que fizessem o enfrentamento. Foi construído o maior presídio do mundo com capacidade para 40 mil presos e as vagas foram sendo ocupadas rapidamente. Os índices de criminalidade caíram drasticamente e o número de homicídios caiu para próximo de zero.



Na reportagem, o jornalista citou esses dados positivos de recuo da criminalidade mas questionou “a que preço?”.

Veja, organismos de Direitos Humanos mundo afora estão em polvorosa. Mães e mulheres de criminosos presos, tal qual aqui, ficam com choradeira e dizendo que seus filhos e maridos eram anjinhos sem asas e estão presos injustamente.

Quando vejo o mimimi do “povo dos Direitos Humanos” em defesa de criminosos, eu fico “P” da vida. Essa gente, dificilmente, se incomoda quando as vítimas são pessoas de bem, pagadores de pesados impostos. Enquanto em algumas comunidades do Brasil a lei do tráfico impera e o simples fato de se errar o caminho e entrar sem ordem em uma comunidade dessas é motivo para ser metralhado, os Direitos Humanos estão preocupados com bandidos em El Salvador e com bandidos brasileiros também.

Atualmente, atender a um simples telefonema, clicar em um simples link pode trazer prejuízos e dores de cabeça terríveis para você. E algumas ONGs e Organismos de Direitos Humanos ficam se preocupando com quem? Criminosos mortos ou presos. Enquanto policiais no Brasil são tratados como criminosos e bandidos são tratados como vítimas da sociedade.

Na última semana, a Polícia Federal indiciou 40 policiais (MG), entre rodoviários federais e militares, que participaram de um confronto em Varginha e em violenta troca de tiros neutralizaram 26 criminosos que se juntaram para saquear agências bancárias na região.

Quadrilhas iguais a essa, que foi neutralizada nessa heroica ação, são extremamente violentas e quando atacam, matam policiais e pessoas comuns; inclusive, amarrando reféns no capô e teto de automóveis. Quando uma dessas quadrilhas age, causa terror em todo o país e a sociedade clama por uma ação da polícia. Porém, quando a polícia se antecipa e inibe uma ação violenta dessas os policiais são indiciados e afastados.

Sempre trabalhei firmemente para combater o crime, antes prendendo criminosos e apreendendo drogas e armas do crime e agora legislando e destinando verbas para aquisição de pistolas, fuzis e viaturas. Acredito que não se combate o crime com flores, mas também me apego a Deus e sempre oro para que Cristo nos defenda. E, ultimamente, tenho pedido que o Senhor nos mande urgentemente um Nayib Bukele, seja ele na forma de um capitão Derrite ou outra forma qualquer.

Sargento Fahur é deputado federal, o mais votado pelo Paraná em 2018. Trabalhou por 35 anos na Polícia militar prendendo bandidos e traficantes.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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Por: Sargento Fahur

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