O número de denúncias sobre possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana, cresceu 195% em relação a 2023 na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Neste ano, 533 denúncias foram realizadas nos dois primeiros meses de 2024. Na mesma época, no ano passado, foram 272.
De acordo com a prefeitura, em apenas oito mutirões neste ano já foram extintos 810 focos de larvas do mosquito. O número representa 25% dos criadouros eliminados em 2023 — foram 2.711 descartes em 26 ações.
A administração municipal orienta que os moradores façam denúncias à Ouvidoria pelo telefone 162 ou no site sobre possíveis criadouros da doença. É necessário informar o endereço exato do local e, se possível, enviar fotos.
Após a denúncia ser registrada, a Ouvidoria repassa a demanda ao Centro de Controle de Zoonoses e Vetor (CCZV), que verifica se o lugar se trata de um imóvel especial ou um ponto estratégico, que recebe visitas frequentes da equipe.
Caso não se enquadre em uma dessas categorias, os agentes vão até o local. “É importante ressaltar que a denúncia é sigilosa, nem o CCZV possui acesso aos dados de quem a realizou”.
O dado levantado pelo g1 é um recorte consolidado de um período onde começaram a aumentar o número de queixas sobre a doença na região. Os casos continuaram em alta no mês de fevereiro.
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