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Decapitação, enforcamento, injeção letal e fuzilamento: os métodos de execução de condenados à morte no mundo

today12 de abril de 2024 8

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Segundo o relatório “Condenações à Morte e execuções”, divulgado em maio de 2023 —com base em dados de 2022—, 55 países mantêm a pena de morte no mundo, enquanto 144 a aboliram na lei ou prática.

Houve ao menos 883 execuções em 2022, contra ao menos 579 em 2021, um aumento de 52%. O número não é preciso porque nem todos os países divulgam essa informação —como a China, por exemplo.

A seguir, saiba qual método são adotados pelos países que executaram pessoas à morte em 2022:



  • Decapitação: Arábia Saudita;
  • Enforcamento: Bangladesh, Egito, Irã, Iraque, Japão, Mianmar, Singapura, Sudão do Sul e Síria;
  • Injeção letal: China, Estados Unidos e Vietnã;
  • Fuzilamento: China, Afeganistão, Belarus, Kuwait, Coreia do Norte, Palestina, Somália e Iêmen.

Os líderes do ranking de execuções em 2022 foram:

  • Irã: 576
  • Arábia Saudita: 196
  • Egito: 24

O relatório não tem números sobre a China.

“A Anistia Internacional se opõe à pena de morte em todos os casos sem exceção”, diz o relatório.

A pena de morte viola dois direitos humanos essenciais: o direito à vida e o direito a viver livre de tortura, ainda de acordo com a Anistia. Ambos os direitos estão protegidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela ONU em 1948.

Embora o direito internacional na área de direitos humanos proíba o uso da pena de morte para crimes que não atingem o limiar de “crimes mais graves” (crimes envolvendo homicídio intencional, por exemplo), pelo menos quatro países (China, Irã, Arábia Saudita e Singapura) executaram prisioneiros por crimes relacionados ao tráfico de drogas, diz a Anistia Internacional.

Em 2015, dois brasileiros foram executados na Indonésia por tráfico de drogas: Marco Archer Cardoso Moreira e Rodrigo Gularte. A Indonésia não registrou execuções em 2022. O Brasil não adota a pena de morte.

Mulher protesta contra pena de morte nos Estados Unidos. — Foto: AP Photo/Rogelio V. Solis

Lan se delarou inocente, mas o tribunal rejeitou todas as alegações da executiva do grupo imobiliário Van Thinh Phat, acusada de fraudar o Saigon Commercial Bank (SCB) ao longo de uma década.

“As ações da acusada (…) minaram a confiança da população na liderança do Partido (Comunista) e do Estado”, afirma a decisão do júri, divulgada pela imprensa estatal.

Lan foi uma das 86 pessoas indicadas no caso, um grupo que inclui ex-presidentes do Banco Central, ex-funcionários do governo e ex-executivos do SBC.

O julgamento, na Cidade de Ho Chi Minh, durou cinco semanas.

Lan e os outros 85 réus foram acusados por crimes que vão de suborno e abuso de poder até apropriação indébita e violação das leis bancárias.

Lan teria desviado US$ 12,5 bilhões (R$ 63 bilhões), mas os promotores afirmaram nesta quinta-feira que os danos totais causados pelo esquema alcançaram US$ 27 bilhões, o equivalente a 6% do PIB do Vietnã em 2023.

A empresária negou as acusações e culpou os subordinados.

Truong My Lan começou sua carreira ajudando a sua mãe a vender perfumes no mercado central de Ho Chi Min, segundo seu relato no tribunal.

Ela fundou a Van Thinh Phat, que atua no ramo imobiliário, em 1992. A empresa administra atualmente um vasto portfólio, que inclui diversos prédios, incluindo hotéis cinco estrelas e o Times Square Saigon, um edifício comercial de 39 andares que é visto como símbolo de prosperidade e modernidade em Ho Chi Min, a capital financeira e cidade mais populosa do Vietnã.

Lan e os demais réus foram detidos em meio a uma campanha nacional contra a corrupção.

Em sua declaração final ao tribunal na semana passada, ela diz que cogitou o suicídio. “Em meu desespero, pensei na morte”, declarou Lan, segundo a imprensa estatal.

“Estou tão irritada por ter sido tão estúpida para me envolver neste ambiente empresarial muito feroz, o setor bancário, do qual tenho pouco conhecimento”, disse.

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