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Harry e Meghan: 5 coisas que o casal fez para reformular sua marca

today14 de fevereiro de 2024 8

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Com o título “O gabinete do Príncipe Harry e Meghan, o Duque e a Duquesa de Sussex”, o site sussex.com tem um brasão de aparência majestosa na página principal.

A marca Archewell, da ONG criada por eles para ações de caridade e mídia, agora está em uma página interna do site, disponível através de um link na página principal.

É fácil imaginar que especialistas de publicidade tenham ajeitado cada detalhe de fontes, fotos e textos para vender a página. Mas afinal, o que Harry e Meghan estão tentando dizer?



O duque e a duquesa de Sussex deixaram o cargo de membro atuante da realeza em 2020. — Foto: PA Media via BBC

A página principal do site é azul escura – uma cor que os profissionais de marketing gostam de associar a sentimentos de confiança e qualidade, sem falar na própria realeza.

Após alguns minutos, é carregada uma foto do casal, em que os dois aparecem sorrindo e batendo palmas: trata-se de uma mensagem de bem-estar, positividade e união.

A imagem foi tirada na cerimônia de encerramento dos últimos jogos Invictus, um evento multiesportivo internacional de militares criado pelo príncipe Harry.

Há uma atmosfera ex-presidencial no novo site, com o uso da expressão “gabinete”, do brasão e de páginas dedicadas a objetivos futuros e biografias que relembram triunfos e prêmios alcançados.

O objetivo é parecer elegante e simples. Mas é um estilo que também poderia funcionar para fazer publicidade de chocolates caros.

E por que sussex.com? Provavelmente o domínio H&M já estava sendo usado (pela marca de roupas H&M).

3. Ligações com a realeza (ou ausência delas)

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Não há menção a nenhum outro membro da realeza nas biografias do casal.

Em geral, a tentativa de usar ligações com a realeza como vantagem gera indignação do público. Mas no caso de Harry e Meghan, o que chama a atenção é a falta de qualquer menção à família real britânica.

O perfil do príncipe Harry menciona sua carreira militar, as instituições de caridade que ele apoia e seu livro de memórias O que sobra (Editoria Objetiva), mas nada sobre ser o quinto na linha de sucessão ao trono do Reino Unido.

Mas diminuir a exposição da marca Archewell faz sentido se eles pretendem ter uma atuação pública mais pessoal. Afinal, o conceito da Archewell pode ser confuso – é uma instituição de caridade ou uma empresa de mídia?

Agora, trata-se da marca deles como indivíduos, e não de sua estrutura corporativa.

Meghan decidiu concentrar sua marca no seu trabalho de apoio às mulheres, com a sua biografia apresentando-a como uma “feminista e defensora dos direitos humanos e da igualdade de gênero”.

“Ao longo da vida, sua defesa das mulheres e meninas é um elemento constante nos seus empreendimentos humanitários e empresariais”, diz o texto.

É um posicionamento claro e sinaliza o tipo de projetos que podem estar em andamento. É um currículo que realmente não menciona seu tempo na família real – a única menção é seu casamento com Harry em 2018.

Em vez disso, destaca sua carreira de atriz e sua atuação em questões sociais, sem mencionar o Palácio de Buckingham.

Os dois já não são membros ativos da realeza, mas em um ponto suas conexões familiares ficam evidentes.

As biografias de Harry e Meghan usam os títulos reais de seus filhos, descrevendo-os como “Príncipe Archie e Princesa Lilibet”.




Todos os créditos desta notícia pertecem a G1 Mundo.

Por: G1

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