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Incêndio no Havaí é mais mortal dos EUA nos últimos 100 anos e terceiro mais mortal do século 21

today17 de agosto de 2023 7

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As chamas atingem a ilha de Maui desde terça-feira (8) e o governo afirma que mais de mil pessoas não foram localizadas. As autoridades ainda não sabem o que causou o fogo, que destruiu grande parte da cidade histórica de Lahaina.

Saiba quais os incêndios mais mortais do século 21 abaixo:

Austrália, 2009: 179 mortes



Ao menos 179 pessoas morreram em incêndios florestais no sudeste da Austrália, sobretudo no Estado de Victoria, no chamado “sábado sombrio”, em 7 de fevereiro de 2009.

Cidades inteiras e mais de 2.000 casas foram devastadas em decorrência das temperaturas extremas e da seca.

Em julho de 2018, um gigantesco incêndio consumiu a vila costeira de Mati, a 40 quilômetros de Atenas, e deixou 103 mortos. Em poucas horas, mais de 2 mil casas e quase 1,2 mil hectares foram destruídos.

A maioria das vítimas ficou presa nas chamas enquanto tentava fugir da cidade em seus veículos. Outras se afogaram tentando escapar pelo mar.

Maui (EUA), 2023: 101 mortes

As autoridades acreditam que o número de mortos ainda pode subir, pois mais de mil pessoas ainda não foram encontradas.

O incêndio também é o 5° mais fatal da história dos EUA e o mais mortal já registrado no arquipélago.

Em agosto de 2021, as chamas destruíram mais de 100 mil hectares de vegetação no norte da Argélia, especialmente a região de Cabília, onde mais de 90 pessoas perderam a vida. O fogo durou semanas até ser controlado.

Cerca de 26 dos 58 municípios do país foram atingidos pelas chamas.

Califórnia (EUA), 2018: 86 mortes

Em 8 de novembro de 2018, chamas alimentadas por fortes ventos atingiram os arredores de Paradise, uma cidade de 26 mil habitantes localizada ao norte de Sacramento, na Califórnia.

Foram registradas 86 mortes e mais de 62 mil hectares de vegetação devastados ao longo de mais de duas semanas.

Portugal, 2017: 63 mortes

No dia 17 de junho de 2017, um incêndio florestal atingiu a vila de Pedrógão Grande, na região de Leiria, centro de Portugal. Durante cinco dias, as chamas, alimentadas por fortes ventos, destruíram cerca de 24 mil hectares de colinas de pinheiros e eucaliptos.

O número de mortos chegou a 63. A maioria das vítimas morreram em seus veículos enquanto tentavam fugir do fogo.




Todos os créditos desta notícia pertecem a G1 Mundo.

Por: G1

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